Beijada por um Anjo - vol. 2

 A fora do Amor -
Capitulo 1

"Desta vez eu vou conseguir fazer contato com ela!" Tristan disse. "Tenho de avisar Ivy, eu tenho a
dizer a ela que a batida de carro no foi um acidente. Lacey, me ajude! Voc sabe que essa
histria anjo no funciona de maneira natural comigo. "
" Agora voc falou a verdade ", Lacey respondeu, recostando-se contra a lpide de Tristan.
 "Ento voc vir comigo?"
Lacey verificou as unhas, longas unhas roxas que no trincavam ou quebravam, assim como o
grosso cabelo castanho de Tristan nunca iria crescer novamente. Enfim, ela disse: "Eu
acho que posso aguentar uma festa na piscina por uma horinha. Mas escute, Tristan, no
espera que eu seja uma visitante perfeitamente angelical.
***
Ivy estava a beira da piscina, a gua fria, ocasionalmente espirrava nela, arrepiava sua pele. Duas
meninas passaram por ela, perseguidas por um cara com uma pistola de gua. Os trs
cairam na piscina junto, deixando Ivy encharcado por uma chuva de gotas geladas.
Se isto tivesse sido no ano anterior, ela teria tremido, tremido e rezando para seu anjo da gua. Mas
os anjos no eram reais. Ela sabia que agora. No inverno anterior, quando ela tinha ficado
pendurada na prancha muito acima da piscina da escola, congelada com medo que ela conhecia
desde a infncia, ela havia orado para seu anjo da gua. Mas foi Tristan, que havia salvado.

Ele lhe ensinara a nadar. Apesar de seus dentes baterem desde o primeiro dia, e o prximo, e o
prximo, ela adorou a sensao da gua quando passava por ela. Ela tinha
o amava, mesmo quando ele argumentou que os anjos no eram reais. Tristan tinha raso.
 E agora Tristan foi, juntamente com sua crena em anjos.

"Indo nadar? "

Ivy se virou rapidamente e viu seu prprio rosto bronzeado e de tumbleweed
cabelos de ouro refletida nos culos de sol de Eric Ghent. Seu cabelo molhado era penteado para
trs, quase transparente contra sua cabea. "Sinto muito no temos um trampolim alto",
Eric disse. Ela ignorou o pequeno golpe. " uma bela piscina de qualquer jeito." "
bem pouco profunda ", disse ele, tirando seus culos de sol, deixando-os
na sua medula ssea contra seu peito. Os olhos Eric eram azul claro,
e seus clios eram to plido que parecia que ele no tinha nenhum. "Eu posso nadar. ", Ivy disse
ele.
"Verdade". Um dos lados da boca de Eric enrolado. "Deixe-me saber quando estiver pronta",
disse-lhe, em seguida, afastou-se para conversar com outros convidados.
Ivy no esperava que Eric fizesse coisa melhor do que isso. Embora tivesse convidou ela e seus dois
amigos mais prximos para sua festa de vero na piscina, eles no eram membros da elite Stonehill.
Ivy estava certo de que Beth, Suzanne, e ela estava l s a pedido
do melhor amigo de Eric e meio-irmo de Ivy, Gregory. Ela olhou em toda a
piscina em fila de gente tomando sol, em busca de suas amigas. No meio de uma
dzia de corpos oliosos e cabeas oxigenadas estava Beth, com um chapu enorme e
algo semelhante a um vestido largo. Ela estava falando a mil por hora com Will
O'Leary, outro dos amigos de Gregory. De alguma forma, Beth Van Dyke, que
nunca tinha sonhado em ser legal, e Will, que era super legal, tinha se tornam amigos.
As meninas em torno deles foram se organizando para mostrar
ao sol ou para Will seu melhor ngulo, mas no percebeu. Ele estava balanando a cabea
encorajador para Beth, que foi, provavelmente, dizendo-lhe sua mais recente idia de uma
histria. Ivy se perguntou, se de sua maneira, Will gostava dos escritos de Beth-
(poemas e histrias, e, uma vez para aula de histria, uma biografia de Maria, Rainha dos
Escoceses), que de algum modo sempre se transformavam em contos de emoes do
romance. O pensamento fez Ivy sorrir. Will olhou em toda a piscina, mesmo depois
e pegou o sorriso. Por um instante, seu rosto parecia em chamas. Talvez fosse apenas
a cintilao do sol na gua, mas Ivy deu um passo consciente para traz. To rapidamente,
ele virou o rosto para a sombra do chapu de Beth.
Como Ivy recuou sentiu a pele nua e fria. A pessoa no se
mover para fora do caminho, mas baixou o rosto sobre o seu ombro, e raspou a boca em sua orelha.
"Eu acho que voc tem um admirador", disse Gregory.
Ivy no se afastou dele. Ela tinha me acostumado com seu meio-irmo, sua tendncia
inclinar-se demasiado perto, a sua maneira de mostrar por trs dela de forma inesperada. "Um
admirador?
Quem? "Olhos cinzentos Gregory riu para ela. Ele era moreno, alto e
magro, com um bronzeado de passar horas por dia a jogar tnis. Nos ltimos
meses, ele e Ivy tinha passado muito tempo juntos, mas antes de abril
nunca teria acreditado possvel. Ento, o que ela e Gregory tinha em
comum foi o choque com a deciso de seus pais para casar, e raiva e
desconfiana de um no outro. Aos dezessete anos. Ivy estava ganhando seu prprio dinheiro e
cuidando de seu irmo mais novo. Gregory estava correndo ao redor do Connecticut
rural em sua BMW com a gente rica que desprezava qualquer um que no
tivesse o mesmo que eles.
 Mas tudo isso parecia sem importncia agora que ele tinha e Ivy
compartilhavam muito mais, o suicdio da me de Gregory e morte de Tristan. Quando
duas pessoas que vivem na mesma casa, Ivy descobriu, eles compartilham alguns de seus
sentimentos mais profundos, e, surpreendentemente, ela veio confiar em Gregory.
Ele estava l quando ela perdeu Tristan.

"Um admirador", Ivy repetiu, sorrindo. "Parece-me que voc andou lendo romances de Beth."
Afastou-se da piscina, e Gregory acompanhou ela como uma sombra.
Rapidamente Ivy fez uma varredura da rea do ptio buscando sua melhor e mais antiga amiga,
Suzanne Goldstein. Pelo bem de Suzanne, Ivy queria Gregory no ficasse to perto.
Ela desejou que ele no sussurrasse para ela como se eles compartilharam algum segredo.

Suzanne vinha perseguindo Gregory desde o inverno, e Gregory havia incentivado
a perseguio. Suzanne disse que eles eram oficialmente namorando agora;
Gregory sorriu e no admitiu nada. Bem enquando Ivy colocou a mo em
Gregory para empurr-lo um pouco para trs, uma porta de vidro se abriu e surgiu Suzanne
da casa da piscina. Ela parou por um instante, como se analisasse a cena - a
safira oval da piscina, as esculturas de mrmore, os terraos de
flores. A pausa lhe deu convenientemente uma chance para todos os caras olharem para ela.
Com seus cabelos negros brilhantes e um biquni minsculo que parecia mais
jias do que a roupa, ela suplantou todas as outras meninas, incluindo as
que tinham sido membros de longa data do grupo de Eric e Gregory. "Se algum tem
admiradores ", Ivy disse,"  Suzanne. E se voc for esperto, voc vai chegar l
antes de vinte caras. "Gregory riu e afastou um emaranhado de cabelos dourados da bochecha de
Ivy. Ele sabia que, naturalmente, Suzanne estava vendo. Tanto Gregory e Suzanne estavam
jogando, e Ivy foi muitas vezes apanhada no meio. Suzanne movia se com graa felina, chegando
rapidamente, mas nunca apareceu para mover se mais rpido do que em um passeio.
 Linda Roupa! Ela cumprimentou Ivy. Ivy piscou, ento olhou para ela com surpresa.
Suzanne tinha ido com ela quando ela comprou a roupa e nunca tinha lhe pedido para encontrar
algo que caiu caisse melhor. Mas  claro que isso era apenas uma estrategia para
desviar a ateno de Gregory para ... para a joias de Suzanne.
"Realmente parece fantstico em vocs. Ivy. "
" Isso  o que eu lhe disse, "Gregory disse em uma voz muito quente. Ele nunca disse coisa alguma
sobre a roupa de banho de Ivy. Sua mentira foi destinado a fazer cimes em Suzanne. Ivy lanou
lhe um olhar e ele riu.
"Voc trouxe qualquer protetor solar? "Suzanne perguntou." Eu no posso acreditar que eu esqueci
o meu.
"Ivy no podia acreditar que ele acreditou . Suzanne tinha vindo a trabalhar nessa linha desde que
foram doze e passava suas frias na casa de praia dos Goldsteins '.
 "Sei que minha pele vai fritar ", disse Suzanne.
 Ivy pegou a bolsa, que estava em uma cadeira prxima. Ela sabia que Suzanne poderia estender-se
no sol ao meio-dia sobre uma folha de papel e ainda nunca se querimar. "Aqui. Fique. Tenho
bastante.
" Ento ela colocou o tubo na mos de Gregory. Ela comeou a sair, mas Gregory agarrou pelo
brao. "Como e voc? ", ele perguntou, a voz baixa e ntima.
" quanto a mim o qu? "No voc precisa de alguma loo? ", perguntou." Nop. Eu estou bem.

"Mas ele no quis deix-la ir. "Voc sabe como voc esquecer os lugares mais bvios", disse ele
enquanto ele alisou a loo na base do pescoo e em seus ombros, sua voz como seda
suaves como os dedos. Ele deslizou um dedo abaixo de seu biquini. Ivy baixou a ala. Ela estava
ficando louca. Sem dvida, Suzanne estava queimando, tambm, ela
pensamento, embora no pelo sol.
Ivy se afastou de Gregory e colocar rapidamente em seu culos de sol, esperando que mscarassem
sua raiva. Ela afastou-se rapidamente, deixando-os para provocar e antagonizar um ao outro. Ambos
estavam usando ela para marcar seus pontos. Por que eles no poderiam deix-la fora de seus jogos
estpidos?

Voc est com cimes, repreendeu-se. Voc est apenas com cimes porque eles tm um ao
outro, e voc no tem Tristan.
 Ela achou uma poltrona vazia na borda de uma pequena multido e caiu nela. O rapaz e garota
prximos a ela observavam com interesse, Suzanne e Gregory, a levou a duas salas em um canto
distante dos outros. Eles cochichavam como Gregory passava loo, distribudos por sua perfeio
corpo em forma.
Ivy fechou os olhos e pensou em Tristan, sobre seus planos
a correr para o lago em conjunto, a flutuar no meio dele com o sol
batendo em suas mos e ps. Ela pensou sobre a forma como Tristan tinha
beijou-a no banco de trs do carro, na noite do acidente. Era a
ternura do seu beijo que ela se lembrava, do jeito que ele tocou seu rosto
com admirao, quase reverncia. A maneira como ele tinha abraado fez sentir no s
amada, mas sagrada para ele.
"Voc ainda no foi para gua."
Ivy abriu seus olhos. Parecia bem claro que Eric no iria deix-la sozinha, at que ela
provado que ela no iria pirar na piscina. "Eu estava pensando sobre isso",
disse ela, tirando seus culos escuros. Ele esperou por ela na beira da piscina. Ela
alegrou-se que, na sua prpria festa, Eric tinha ficado sbrio. Mas talvezesse era o jeito
como ele inventou para se compensar. Sem lcool, sem drogas, isso foi como Eric
entreter-se: testar as pessoas em seus pontos mais vulnerveis.

Ela caiu na gua. Nos primeiros momentos o velho medo tomou conta dela
como a gua arrastou se at seu pescoo, e ela tinha um medo terrvel. "Isso  o que
a coragem, "Tristan disse," enfrentando o que voc tem medo. "Com cada
nadanda, ela ficou um pouco mais confortvel. Ela nadou o comprimento da piscina,
depois parou e esperou por Eric na parte funda. Ele era um nadador medocre.
"Nada mau ", disse Eric quando ele falou com ela." Voc no  nada mau para uma principiante. "
"Obrigado", disse Ivy.

"Voc no est nem ofegante."

"Eu acho que estou em boa forma. "

" O flego no  para todos ", disse ele." Voc sabe, h um jogo que Gregory
e eu jogamos no acampamento quando ramos crianas.
"Fez uma pausa, e Ivy adivinhou que ele iria sugerir que jog-lo agora. Ela desejou que estar no
outro lado da piscina, onde tem sobras e as rvores no expunham o sol, e a maioria das pessoas
agora estavam sentadas.

 " uma teste para ver quanto tempo cada um de ns pode prender a respirao ", disse ele.
Falou sem olhar para ela; Eric raramente olhou algum nos olhos. "Voc tem que
submergir na gua e ficar debaixo quanto tempo for possvel, enquanto o outro
cromometra.

"Ivy pensou que era um jogo bobo, mas ela foi junto com ele,
perceber que quanto mais cedo eles jogaram, quanto mais cedo ela poderia se livrar dele.

Eric rapidamente foi abaixo, segurando o brao acima da superfcie para que ela pudesse ler
o relgio. Ele permaneceu em um minuto e cinco segundos, voltou a superfcie
com um suspiro. Ento ela tomou um grande gole de ar e desceu. Ela contou
lentamente para si mesma, um mil, dois mil determinado a venc-lo.
Enquanto ela prendeu a respirao, ela olhava redemoinho do cabelo solto ao redor dela. A
cloro era forte, e ela queria fechar os olhos, mas alguma coisa lhe disse no confiar em Eric.

Quando ela finalmente apareceu, ele disse, "Eu estou impressionado! Um minuto e trs
segundos.
"Ela contou um minuto e quinze.
" Aqui  o prximo passo ", ele afirmou. "Vemos se podemos ficar com mais tempo, descendo
juntos.  como se estivssemos incentivar uns aos outros. Pronto? "Ivy concordou com relutncia.
Depois disso, ela ia sair da piscina. Eric olhou para o relgio. "Na contagem de trs,
dois, um "De repente, ele puxou-a para baixo. Ivy no tinha chegado a sua respirao. Ela
puxado para trs, mas Eric no deixou eu ir. Ela agitou as mos com ele debaixo d'gua
mas ele agarrou seu brao. Ivy comeou a sufocar. Ivy tinha engolido um pouco de gua
como Eric arrastou-a para baixo, e no podia deixar de tosse, tentando limpar o seu
pulmes, mas cada vez que ela fez, ela engoliu mais gua. Eric abraou apertado.
Ela tentou chut-lo, mas ele mudou as pernas para fora do caminho e deu um
sorriso de lbios fechados.
 Ele est gostando disso, ela pensou. Ele acha que isso  divertido. Ele 
louco!
Ivy lutava para se afastar dele. Seu estmago apertado com clicas,
e os joelhos se esticaram. Seus pulmes sentiam como se fosse explodir.
De repente, Eric fez uma careta. Ele puxou para um lado to rapidamente que ele girou Ivy com ele.
Em seguida, ele soltou. Ambos vieram  superfcie, arfando e tossido.
"Voc  um idiota. Voc  um idiota estpido! "Ivy gritou. Mas sua tosse lhe impediu de prosseguir.
Eric foi at a borda, o rosto plido, e com seus dedos agarrava suas costas. Quando tirou sua mo,
ela viu as marcas vermelhas, sangrenta linhas finas, como se algum tivesse arranhado suas costas e
lateral, unhas longas e afiadas. Eric olhou em volta rapidamente com palidez, olhos desfocados, em
seguida,
virou-se para ela. Seu rosto parecia quase to distorcido como debaixo d'gua. "Eu
estava apenas brincando ", disse ele.
Algum chamou a partir da extremidade oposta da piscina. As pessoas estavam comeando a se
mover para dentro. Levantou-se lentamente e caminha na direo da casa da piscina. Ivy ficou ao
lado da piscina, respirando profundamente. Ela sabia que tinha que ficar na piscina. Ela teve que
esperar at que ela respirasse normalmente de novo, depois deu algumas braadas. Tristan lhe
ensinou a superar o medo. Ela no ia deixar que Eric fizesse volta a ter. Ela comeou a nadar.

Quando Ivy chegara ao fim da piscina e fez sua volta para mais uma volta, Beth
estendeu a mo e agarrou seu tornozelo. Ivy olhou por cima do ombro e viu Beth
oscilando  beira da piscina, seu grande chapu caindo sobre ela
olhos. Will se moveu rapidamente para ancorar Beth por trs. "O que est acontecendo?" Ivy
perguntou: sorrindo, Beth, olhando rapidamente, conscientemente  Vontade.
"Todo mundo vai dentro para assistir a vdeos ", Beth disse-lhe com entusiasmo", alguns que foram
filmados na escola este ano, e depois da escola em jogos de basquete e "Beth parou.
"competies de natao ," Ivy terminou a frase para ela. Talvez ela pudesse ver, uma
mais uma vez, Tristan nadar borboleta.
Beth deu um passo para trs a partir da borda da piscina e se virou para Will. "Eu vou ficar fora por
um tempo."
"No fique fora por mim, Beth", disse Ivy. "Eu"...
 "Oua," interrompeu Beth, "com todo mundo l dentro, eu posso finalmente tirar a roupa este belo
corpo branco e no se preocupe em cega los com a neve.

"Will riu baixinho e disse: algo para os ouvidos de Beth s.
Ele era um cara doce, mas Ivy no teria culpa se ele estava furioso com ela, no depois cena que ela
tinha feito na noite do sbado anterior. Ele tinha desenhado anjos e um deles,
Tristan como um anjo com seus braos em volta de Ivy. Ela rasgou em
pedaos.

"Vai l e assistir a vdeos, Beth", Ivy disse com firmeza. "Eu s quero
nadar um pouco.
"Will inclinou-se ento." Voc no deve nadar por si mesmo.
Ivy. "
" Isso  o que Tristan costumava dizer. "
Em resposta Will olhou de volta para ela olhos que falavam uma lngua prpria. Eles eram piscinas
marrom profundo suficiente para se afogar dentro, Ivy pensou. Os de Tristan foram cor de avel, no
entanto havia algo semelhante em seus olhos e Will, algo que a atraia para ele.

Ela virou-se rapidamente, em seguida, prendeu a respirao. Com um flash suave do colorido das
asas, uma borboleta pousou em seu ombro. "Um Flyer", disse Beth. Talvez
porque eles estavam pensando sobre Tristan, Beth tinha usado a palavra para um
nadador que fez a borboleta. Ivy tentou enxotar o inseto. Suas asas
vibraram, mas surpreendeu ao ficar colocada.
"Te confundiu com uma flor, "Will disse, sorrindo, com os olhos cheios de luz." Talvez ", respondeu
Ivy, ansioso para ficar longe dele e de Beth. Emplusino se para dentro da piscina,
ela comeou a nadar.
Ela fez volta aps volta, e quando ela foi finalmente cansou, nadou at o meio da piscina e virou
para flutuar.
 Flyer:  o nome em ingls para nadadores do estilo borboleta.
" um sentimento to maravilhoso, Ivy. Voc sabe o que  como flutuar sobre um lago, um crculo
de rvores em torno de voc, uma grande tigela azul no cu acima de voc? Voc est deitado em
cima da gua, sol brilhante nas pontas dos dedos das mos e ps.
"A memria do Tristan a voz era to forte, era como se ela ouviu-o agora. Parecia
impossvel que o grande tigela azul no cu permanecia, ele deveria ter quebrado
como o pra-brisa do carro na noite do acidente, mas ele estava l.
Ela lembrou deitada na gua, sentindo o seu brao debaixo dela, como ele ensinou
ela a flutuar. "Calma, no lute contra isso", ele disse.
Ela no lutou contra isso. Ela fechou os olhos e imaginou estar no centro de um lago. Quando ela
abriu os olhos, ele estava olhando para ela, seu rosto como o sol, aquecendo ela. "Eu estou
flutuando," Ivy sussurrou, e sussurrou agora.
"Voc est flutuando''. Flutuando". Tinham lido nos lbios de cada um, e por um
momento agora ela sentia como se ele estivesse debruado sobre ela ainda "flutuando", os seus
lbios perto, to perto ...

"De volta!"

Ivy puxou a cabea rapidamente, e seus ps afundaram em linha reta
por debaixo dela. Ela rapidamente limpou a gua para fora dos olhos. A porta da
casa da piscina havia sido escancarada, e Gregory estava correndo pelo gramado,
carregando um pequeno pedao de roupa escura em suas mos. Estranhos globos de uma coisa
branca e espumosa voou de seu cabelo. Eric veio correndo nu depois dele, uma mo
agarrando o chapu de Beth, sua nica cobertura e o outro empunhando uma longa
faca de cozinha. "Voc est morto, Gregory".

"Vem pegar." Gregory incitou. e o levantou o calo de banho de Eric. "Vamos. D o seu melhor."
"Eu vou...
"Claro, claro", disse Gregory
 Eric de repente parou de correr. "Eu vou pegar voc, Gregory ", advertiu." Quando voc menos
esperar. "
Captulo 2


Lacey sentou na cadeira da cafeteria, sorrindo, e olhando Tristan e parecendo muito feliz consigo
mesma. Aparentemente, ela havia perdoado por arrast-la para fora da festa de libertade total da
piscina da casa de Eric. Agora, ela fincou os dedos juntos e batiam as mos, ondulando os dedos
como se fossem asas. "Voc tem que admitir, destino que a borboleta em Ivy foi um toque
agradvel."
 Tristan olhou seus cintilantes dedos e unhas compridas, e respondeu com algo entre uma careta e
um sorriso. Quando ele conheceu Lacey Lovitt, ele tinha pensado que as unhas roxas e reflexos
magenta estranho em seu escuro cabelo espetado foram resultado de sua passagem ao redor do
mundo por dois anos, um perodo longo de tempo para o seu tipo de anjo. Mas na verdade era o
jeito que ela gostava das unhas e dos cabelos parecessem, o jeito que ela tinha os colorido aps seu
ltimo filme de Hollywood e antes de seu avio cair.
"A borboleta foi bom", comeou ele, "mas..."
"Voc est se perguntando como eu fiz isso", ela interrompeu. "Eu acho que vou ter para lhe ensinar
sobre o uso de campos de fora." Ela olhou para a bandeja de sobremesa, uma vez que passou, no
que ela ou ele, realmente pudessem comer. "Mas", disse Tristan novamente. "Voc est se
perguntando como eu sabia sobre a borboleta", disse ela. "Eu te disse, eu li tudo sobre o heri do
colgio Stonehill, o grande nadador, Tristan Carruthers, no jornal local. Eu sabia que a borboleta era
o seu estilo. Eu sabia que ia fazer Ivy pensar de voc."
"O que eu estava pensando era o seguinte: Voc no poderia ter deixado as tortas tranquilas?" Seus
olhos deslizaram sobre a bandeja de sobremesa novamente. "Nem pensei nisso", disse ela. Havia
apenas um punhado de clientes sentados no caf ao ar livre da cidade, s quatro e meia da tarde,
mas sabia que Lacey poderia criar o caos com muito pouco. Duas tortas e alguns chantilly que 
tudo o que tinha pegado antes na casa de Eric. "Quero dizer, no  esse tipo truque  pouco antigo,
Lacey ?" Ele j era velho quando os Trs Patetas fizeram isso. "
"Ah, pega leve. Desmancha prazeres", respondeu ela. "Todo mundo na festa gostou. Ok, ok", disse
ela, "algumas pessoas gostaram, e algumas, como Suzanne, ficaram meio confusas sobre seus
cabelos. Mas eu fiz bem rapido."
Tristan balanou a cabea. Lacey tinha sido relmpago, movendo-se em torno da casa da piscina ,
invisivelmente provocando brigas. Ela tinha, obviamente, gostado de arrancar a roupa de natao
Gregory quando Eric estava perto. "Agora eu sei porque voc nunca completou sua misso", disse
Tristan.
"Bem, desculpe-me! Por favor, me lembre da prxima vez que me pedir para vir com voc e ajud-
lo a chegar a Ivy." Ela levantou-se abruptamente e saiu da cafateria. Tristan estava acostumado seu
dramatismo e a seguiu lentamente para a Main Street.
"Me poupe de seu nervosismo, Tristan, criticando minha pouca diverso. Onde voc estava quando
Ivy comeou a fazer caras como um peixe no fundo da piscina? Quem teve que cuidar de Eric?"

"Foi voc ", disse ele, "e voc sabe onde eu estava."
"Todo emaranhados dentro de Will".
Tristan assentiu. A verdade era constrangedora.

 Ele e Lacey se moveram em silncio pela calada de tijolos, passando por uma srie de lojas com
brilhantes toldos listrados. Vitrines cheias de antiguidades e flores secas, arranjos, livros de arte e
papel de parede decorados mostravam o gosto da rica cidade de Connecticut. Tristan ainda
caminhava, como se ele estivesse vivo e slido, saindo fora do caminho dos compradores. Lacey
passava diretamente por eles.
"Eu devo estar fazendo algo errado", disse Tristan a final. "No momento que eu estou dentro de
Will,  como se eu fosse parte dele e quando ele olha para Ivy, eu fao tambm.  como se ele sente
o que eu sinto por ela. Ento, de repente, ele se retira.
" Lacey tinha parado para olhar na janela de uma loja de roupas.
"Eu devo estar tentando muito" Tristan continuou. "Ser que eu preciso falar para mim. Mas acho
que ele me descobriu rondando em sua mente, e agora ele est com medo de mim." "Ou talvez",
disse Lacey, "ele tem medo dela." "De Ivy?" "Dos seus sentimentos por ela." "Meus sentimentos
por ela!" Tristan disse rapidamente. Lacey virou-se para olhar para ele, a cabea inclinada. Tristan
fingiu um sbito interesse em um vestido preto de paets feio pendurado na vitrine. Ele no podia
ver o reflexo do rosto de Lacey no vidro, mais do que ele podia ver a seu prprio. Apenas um brilho
de ouro e fios de cores suaves brilhou contra a janela, ele sups que era o que um crente iria ver
quando olhar para eles.
"Porqu?" Lacey perguntou. "Eu quero saber porque voc assumi que  o nico cara no mundo
apaixonado por...
" Tristan a interrompeu "Entrei dentro do Will, e j que ele  um bom rdio, ele comeou a sentir os
meus sentimentos e acho que meus pensamentos.  assim que funciona, n? "
"No lhe ocorreu alguma vez que a razo pela qual foi to fcil para um amador como voc entrar
nele  que ele j estava sentindo os seus sentimentos e pensamentos, pelo menos quando se trata de
Ivy?"
 Podia ser. Mas Tristan havia feito seu melhor para reprimir a ideia.
 "Eu entrei dentro da mente de Beth, tambm", a lembro.

A primeira vez que Lacey tinha visto Beth, ela havia dito a Tristan que a amiga de Ivy seria um
"rdio" natural, algum que pudesse transmitir mensagens de um lado diferente da vida. Assim
como Tristan tinha persuadido Will a desenhar anjos em um esforo para confortar Ivy, ele tinha
comeado a fazer Beth escrever automaticamente, embora fosse to confusas que ningum tinha
sido capaz de entender.
 "Estava dentro, mas era mais difcil para voc", destacou Lacey. "Voc cambaleou muito, lembra?
E, alm disso, Beth tambm ama Ivy".
Ela se virou para a vitrine. "Um vestido horrvel", disse ela, em seguida, seguiu em frente. "O que
eu realmente quero saber  o que todo mundo v essa garota". "Foi agradvel voc salvar uma
garota que voc acha to pouco", comentou Tristan secamente.
Eles passaram por um laboratrio fotogrfico onde trabalhava Will e parou na frente de Celentano, a
pizzaria onde Will tinha feito os anjos sobre a toalha de papel.
"Eu no a salvei", respondeu Lacey. "Eric estava apenas brincando, mas  melhor voc descobrir
que tipo de jogo que . Conheci algumas pessoas repugnantes de verdade na minha vida, e eu tenho
que dizer, ele no  algum que eu gostaria de sair da festa.
" Tristan assentiu. Ele tinha muito para aprender. Depois de viajar de volta no tempo atravs na sua
prpria mente, ele tinha certeza de que algum tinha cortado o cabo do freio na noite que carro tinha
batido de frente em um cervo. Mas ele no tinha ideia do motivo.
"Voc acha que Eric fez isso?" ele perguntou.
"Que cortou os freios?" Lacey torcida uma ponta de cabelo roxo em torno de uma unha comprida
como uma adaga. " uma possibilidade, de ser um bandido e cometer assassinato. O que ele tinha
contra voc e Ivy?"
Tristan ergueu as mos, em seguida, deixo as cair. "Eu no sei."
"O que algum tem contra voc ou ela? Eles poderiam simplesmente ter acabado contigo. Se foi
voc que quisem se livrar, ela est segura agora."
 "Se ela est segura, por que eu tenho uma misso?"
"Para me irritar", disse Lacey. "Obviamente, voc  algum tipo de penitncia para mim. Oh, anime-
se, estraga prazeres! Talvez simplesmente seja a misso de errada.
" Ela atravessou pela porta do Celentano, sem abri-lo, em seguida, chegou-se maliciosamente e
tocou os trs sinos sobre ela. Dois rapazes com camisetas e calas manchadas de grama olharam
para a porta. Tristan sabia que ela tinha materializado as pontas dos dedos, um truque que ele tinha
acabado de dominar e conseguiu puxar as cordas dos sinos. Ela os badalou uma segunda vez, e os
caras, sem poder ver Lacey ou Tristan, entreolharam-se.
Tristan sorriu e disse: "Voc vai assustar a clientela.
" Lacey subiu no balco ao lado de Dennis Celentano. Ele tinha esticado um pouco de massa e foi
habilmente lanar acima de sua cabea at que ela no voltar para baixo. Parecia suspensa como
uma toalha molhada no ar. Dennis ficou boquiaberto, ento se inclinou de um lado para o outro,
tentando descobrir o que estava segurando a massa.
Tristan adivinhado que a massa ia ser mais uma torta na cara. "Seja agradvel, Lacey."

Ela largou a massa cuidadosamente sobre o balco. Eles deixaram Dennis e os seus clientes a olhar
uns para os outros com admirao. "Com voc por perto", queixou-se de Tristan, "eu vou estar
ganhando estrelas de ouro e terminando minha misso em pouco tempo."

Tristan duvidava. "Talvez voc possa ganhar um pouco mais estrelas por me ajudar com a minha",
disse ela. "No me diga que h uma maneira de viajar no tempo atravs da mente outra pessoa?
Voc no disse que eu poderia pesquisar o passado atravs da memria de algum?"
"No, eu disse que eu podia", respondeu ela.
"Me ensina."
 Ela negou com a cabea.
"Vamos, Lacey."
"No".
 Eles estavam no final da rua agora, na frente de uma antiga igreja com um muro baixo de pedra em
torno dele. Lacey pulou em cima do muro e comeou a caminhar por ele.
" muito arriscado, Tristan. E eu no acho que isso vai te ajudar de qualquer maneira. Mesmo que
voc pudesse entrar dentro de uma mente como a de Eric, o que voc acha que ia encontrar? Esses
circuitos podem ser bagunados e fritos. Poderia ser uma viagem muito ruim para voc. "

"Me ensina," ele insistiu. "Se eu vou saber quem cortou os freios, eu vou ter que voltar para aquela
noite na mente de todos os que possam ter visto alguma coisa, incluindo Ivy".
"Ivy! Voc nunca vai entrar! Aquela garota deixa voc e todo mundo tonto.
" Lacey fez uma pausa, esperando at que ela tivesse toda a ateno Tristan, ento levantou uma
perna, como se ela estivesse fazendo um exerccio na trave de equilbrio. Ela nunca perdeu o apetite
para uma audincia, Tristan pensou.
 "Eu tentei em Ivy na festa na piscina nesta tarde", Lacey continuou. "Eu no posso imaginar que,
mesmo quando voc estava vivo, voc e aquela garota nunca chegaram a ..."
"Voc acha que poderia dar conselhos, sem fazer comentrios sarcsticos sobre 'aquela garota'?"

"Claro", ela respondeu agradavelmente, e comeou a andar no muro novamente. "Mas no teria a
metade do divertimento."
"Eu vou tentar mais uma vez Philip", disse Tristan, mais para si do que para ela. "E Gregory..."
"Agora, Gregory  um osso duro de roer. Voc confia nele? Pergunta estpida", disse ela antes que
ele pudesse responder. "Voc no confia em quem tem olhos para Ivy." cabea de Tristan levantou.
"Gregory est namorando Suzanne".
Ela o ridicularizou. "Voc  to ingnuo!  adoravel, para um tipo de atleta bonito como voc, mas
 lamentvel tambm."
"Me ensina", disse ele, pela terceira vez, em seguida, estendeu a mo e pegou a mo dela. Desde
que as mos dos anjos no passam por outro anjo, ele poderia segurar firme. "Estou preocupado
com ela, Lacey, estou muito preocupado.
" Ela olhou para ele.
"Me ajude."
Lacey olhou para seus dedos longos capturado pelos seus. Ela retirou a mo muito lentamente, em
seguida, estendeu a mo e deu um tapinha na cabea dele. Ele odiava o jeito que ela poderia
favorecer, e ele no gostava de pedir, mas ela sabia coisas que levariam muito tempo para ele
aprender sozinho.
"Ok, ok. Mas oua, porque eu s vou dizendo a voc uma vez.
" Ele balanou a cabea.
"Primeiro voc tem que encontrar o gancho. Voc tem que encontrar algo que a pessoa viu ou fez
naquela noite. O melhor tipo de gancho  um objeto ou ao que est conectado com a noite apenas,
mas evite qualquer coisa que possa ameaar o seu acolhimento. Voc no quer como sinal de alarme
em sua cabea.
" Ela passou com cuidado ao longo de uma seo desmoronada do muro. " uma espcie de busca
por palavra em um computador da biblioteca. Se voc pegar um termo que  muito geral, voc vai
chamar todos os tipos de lixo que voc no quer."
"Fcil," disse com confiana.
"Uh-huh", disse ela, e revirou os olhos. "Quando voc tem seu gancho, voc entra na pessoa, como
voc j fez com Will e Beth, voc tem que ter mais cuidado do que nunca. Se o seu hospedeiro
sentir voc rondando, se sentir algo estranho, ele vai estar em guarda. Ento ele vai estar muito
atento para deixar sua mente vagar pelas lembranas. "
"Eles nunca acham que estou l."
"Uh-huh", disse ela novamente. "Seja paciente. Deslizante". Ela entrou ao longo da parede em
cmara lenta. "E lentamente pe em foco a imagem que est usando o gancho. Lembre-se de v-lo
da mesma forma que o seu anfitrio."
"Claro." Era simples. Ele provavelmente poderia ter imaginado por conta prpria, pensou. "E
ento?"
 Ela pulou da parede. " isso a."
 "S isso?"
 " quando a diverso comea."
"Mas me diga como , Lacey, ento eu sei o que esperar. Diga-me como se sente."
"Ah, eu acho que voc provavelmente poderia descobrir isso por conta prpria."
 Ele parou de repente. "Voc pode ler mentes?"
 Ela se virou para olh-lo diretamente nos olhos. "No, mas eu sou muito boa em leitura facial. E o
seu  como um livro com letras grandes."
Ele desviou o olhar.
"Voc precisa de mim, Tristan, mas voc no me levar a srio. Conheci um monte de gente como
voc quando eu estava viva."
 Ele no sabia o que dizer.
"Escute, eu tenho a minha prpria misso para trabalhar.  hora de eu comear a procura ao redor
de Nova York, voltando ao incio e descobrir o que eu deveria ter descoberto. Graas a voc, eu j
estou atrasada para pegar o trem. "
" Desculpe ", disse ele.
"Eu sei que voc no pode evitar. Escute, se voc terminar a sua misso antes de eu voltar, eu posso
ter o seu tmulo? Quer dizer, eu no ter um, a menos que voc conte o meu assento do avio no
fundo do Atlntico , e voc no vai precisar de um depois que... "
" Claro, claro. "
"Claro, eu poderia terminar a minha primeira misso."
 Aps dois anos de atraso? ele pensou, mas no se atreveu a dizer em voz alta.
"Eu juro que seu rosto  como um daqueles livros com letras grandes, minha me costumava ler."
Ento ela riu e correu na direo da estao que estava na fonteira da cidade, situado entre o rio e a
colina.
Tristan tomou o caminho oposto ao subir uma estrada que o levaria ao topo da serra, onde era a casa
dos Baines. Philip pode estar em casa, ele pensou. O irmozinho de Ivy tinha crena nos anjos que
ela tinha desistido. Ele podia ver Tristan brilhar, embora ele no sabia quem era. Por incrvel que
parea a gata de Ivy, Ella, via Tristan tambm.
Ele foi capaz de acariciar Ella quando ele materializa as pontas de seus dedos. Isso era tanto quanto
ele poderia fazer agora: um gato de estimao, pegar um pedao de papel. Tristan queria tocar Ivy,
para ser forte o suficiente para segur-la em seus braos.
 Ele ia direto para a casa agora e esperar que ela volte para casa da festa. Estaria esperando
Gregory, tambm. Enquanto o fazia, descobriria a mente que poderia ser a chave que necessita e
como, por favor me diga como, ele orou, para chegar em Ivy!
Captulo 3

Suzanne quebrou um pedao de planta suspensa que necessitava de corte, em seguida, se estendeu
luxuosamente em seu sof. Ela usava um robe de seda dourado e tinha enrolado uma toalha verde e
dourada em volta da cabea como um turbante. Tudo na casa, a banheira grande e redonda, as
almofadas, os tapetes de seda de luxo e papel de parede era verde e ouro. A primeira vez Ivy tinha
entrado nesta sala da casa de Suzanne, os olhos dela tinham se arregalado. Ela tinha sete anos na
poca. O banheiro suntuoso, o elegante quarto da menina, e os bas forrados de veludo com vinte e
seis bonecas Barbie, Ivy ficou imediatamente convencida que Suzanne era uma princesa, e Suzanne
no agia de outra forma. Ela era uma princesa notvel que alegremente compartilhava todos os seus
brinquedos e tinha um trao agradvel de selvageria nela.
Esse dia Ivy e Suzanne tinham cortado pedaos pequenos de seus prprios cabelos e feito pequenas
perucas para as bonecas. Vinte e seis bonecas necessitariam uma grande quantidade de cabelo. Ivy
imaginou que ela nunca seria convidada a voltar, mas logo ela foi
convidada pela Sra. Goldstein o tempo todo, pois Suzanne disse que queria brincar com Ivy ainda
mais do que ela queria que sua mesada ou seu pnei. Suzanne suspirou, ajeitou o turbante, e abriu
os olhos. "Voc est quente o suficiente, Ivy?" Ivy balanou a cabea.
"Perfeito". Depois de trazer Suzanne para casa da festa, Ivy tinha mudado de seu biquini molhado
por uma camiseta e shorts. Suzanne tinha emprestado a ela um roupo, rosa acetinado, que era
necessrio em casa com ar condicionado. Fez Ivy se sentir como parte da cena da princesa.
"Perfeito", Suzanne repetiu, levantando uma perna, muito bronzeada, apontando os dedos dos ps.
Ela deu uma pancada repentina deselegante na planta que pairava sobre o seu sof, em seguida,
baixou a perna e riu. Agora que o bolo e chantilly tinha sido lavado do cabelo dela, ela estava com
um humor muito melhor.
"Ele  ... perfeito. Me diga a verdade. Ivy", disse ela. "Ser que Gregory pensar em mim muitas
vezes?"
"Como eu iria saber, Suzanne?
 Suzanne voltou ao seu lado para enfrentar Ivy.
"Bem, Gregory no fala sobre mim?"
"Ele", Ivy disse cautelosamente.
"Um monte?"
 "Naturalmente ele no diria muita coisa para mim. Ele sabe que eu sou sua melhor amiga e iria
pass-lo para voc, ou pelo menos me torturaria para tirar de mim." Ivy sorriu.
Suzanne sentou-se e tirou a toalha da cabea. A cascata de cabelos negros caram sobre os ombros.
"Ele  um namorador", disse ela. "Gregory vai flertar com qualquer uma, mesmo que voc."
 Ivy no se sentiu ofendida com as palavras mesmo que voc.
 "Claro que ele vai", disse ela. "Ele sabe que me atinge. Ele gosta de jogar, tambm."
 Suzanne deixou cair o queixo e sorriu para Ivy atravs de fios de cabelo mido.
"Voc sabe," Ivy continuou, "vocs dois esto fornecendo a Beth uma tonelada de material. Ela vai
ter escrito cinco Arlequins antes de conclurem o ensino mdio. Se eu fosse voc, eu pediria para
uma parte."
 "Mmm". Suzanne sorriu para si mesma. "E eu apenas estou comeando."
 Ivy riu e se levantou. "Bem, eu tenho que ir agora."
 "Voc vai? Espera! Ns quase no falamos sobre as outras meninas na festa." Elas tivenham
analisado as outras meninas durante todo o caminho de casa e gritou mais uma dzia de
comentrios com insinuaes sobre a forte percusso do chuveiro de Suzanne.
 "E ns no falamos sobre voc", disse Suzanne.
 "Bem, quando se trata de mim, no h realmente nada para falar", Ivy disse ela. Ela tirou o roupo
e comeou a dobr-lo.
"Nada? Isso no  o que eu ouvi", disse Suzanne maliciosamente.
"O que voc ouviu?"
"Bem, em primeiro lugar, eu quero que voc saiba que quando eu ouvi..."
"Ouvi o qu?" Ivy perguntou impacientemente.
"...Eu disse a todos eles que, como algum que conhece voc muito tempo, eu pensei que
improvvel".
 "Pensou que erao improvvel o que?
 Suzanne comeou a pentear o cabelo.
"Eu posso ter dito mesmo muito improvvel, eu no me lembro."
Ivy sentou-se.
"Suzanne, de que voc est falando?"
"Pelo menos eu lhes disse que fiquei muito surpresa ao saber que voc estava fazendo na parte
profunda com Eric."
 Ivy ficou de boca aberta.
 "Fazer com Eric! E voc disse que era improvvel? Mas  totalmente impossvel! Suzanne, voc
sabe que eu no faria!"
"Eu no sei nada ao certo sobre voc. As pessoas fazem coisas estranhas quando esto de luto. Se
sentem sozinhas. Tentam diferentes maneiras de esquecer ... O que exatamente voc estava
fazendo?"
"Jogando um jogo."
 "Um jogo de beijar?"
 Ivy soprou atravs de seus lbios.
"Um jogo estpido."
 "Bem, eu estou contente de ouvir isso", disse Suzanne. "Eu no acho Eric seja certo para voc. Ele
 muito rpido, e ele se diverte com algumas coisas estranhas. Mas  claro que voc deve comear a
namorar novamente."
 "No."
 "Ivy,  hora de voc comear a viver novamente".
"Viver e namorar no so a mesma coisa", salientou Ivy.
"So para mim", Suzanne respondeu.
Os duas riram.
"O que h com Will?" Suzanne perguntou.
 "O que h com ele? "
Bem, ele  uma espcie de recm-chegado ao Stonehill, como voc, e um tipo de artista como voc.
Gregory disse que as pinturas que ele est entrando no festival so impressionantes."
 Gregory contou a Ivy mesma coisa. Ela se perguntou se os dois estavam conspirando para botar ela
e Will juntos.
 "Voc ainda no est com raiva dele desenhar os anjos, no ?" Suzanne perguntou.
Desenho de um retrato de Tristan como um anjo envolvendo os braos em volta de mim. Ivy
corrigido em silncio.
"Eu sei que ele pensou que iria me fazer sentir melhor", disse ela em voz alta.
"Ento lhe d uma oportunidade, Ivy. Eu sei que voc est pensando. Eu sei exatamente como se
sente. Lembra quando Sunbeam morreu, e eu disse: 'Isso  tudo para Pomeranos. Eu no quero
outro cachorro novamente! Mas eu tenho Peppermint agora e... "
" Eu vou pensar sobre isso, ok? "
 Ivy sabia que Suzanne tinha boa inteno, mas perder Tristan no estava muito como perder um
co de catorze anos de idade, meio cego e totalmente surdo. Ela estava cansada de lidar com
pessoas que tinham boas intenes e diziam coisas ridculas.
Quinze minutos depois Ivy foi dirigindo seu velho Dodge subindo a longa estrada at a colina.
Vrios meses antes, ela no teria acreditado possvel, mas ela tinha gostado do muro baixo de pedra
e os fragmentos de rvores e correr de flores silvestres; o muro de pedras, rvores e flores de seu
padrasto Andrew. A grande casa branca no alto do morro, com suas alas e duas chamins e pesados
persianas negras, na verdade, parecia como sua casa agora. Os tetos altos no parecia to alto para
ela, o amplo salo e centro de escada j no intimidava, embora ela ainda costumava esgueirar se
pela escada traseira.
Foi cerca de uma hora antes do jantar e Ivy aguardava algum tempo sozinha em sua sala de msica.
Tinha sido exatamente quatro semanas desde Tristan morreu, embora ningum parecia ter notado a
data e exatamente quatro semanas desde que ela tinha parado de tocar piano. Seu irmo de nove
anos de idade, Philip, pedira para tocar para ele como ela fazia. Mas toda vez que ela se sentou no
banco, ela congelou. A msica foi congelada em algum lugar dentro dela.
Eu tenho que passar por este bloqueio. Ivy pensou que ela estacionou o carro na garagem atrs da
casa. O Festival de Artes foi Stonehill estava a duas semanas e Suzanne havia inscrito ela como um
interprete. Se Ivy no praticasse logo, ela e Philip teria que fazer o seu famoso dueto "Chopsticks".
Ivy parou em frente a garagem para ver Philip jogar debaixo de sua casa na rvore. Ele estava to
envolvido em seu jogo, ele no a notou. Mas Ella o fez. Era como se a gata estivesse esperando por
ela, seus olhos verdes abriram e olhava com expectativa. Ela estava ronronando mesmo antes de Ivy
esfregar em torno de suas orelhas, seu lugar favorito, em seguida, ela seguiu para dentro.
 Ivy disse ol para sua me e Henry, o cozinheiro, que estavam sentados em uma mesa na cozinha.
Henry parecia cansado, e sua me, cuja maioria das receitas complicadas foram copiados de latas de
sopa, parecia confusa. Ivy adivinhou que eles estavam planejando um outro menu para um jantar
divertido para os benfeitores da faculdade de Andrew.
"Como foi a festa, querida?" , perguntou a me.
"Bem".
 Henry estava ocupado riscar itens fora da lista de Maggie. "Frango ao rei, torta de chocolate com
chantilly", disse ele, desdenhando com desaprovao.
"Vejo vocs mais tarde", disse Ivy. Quando nenhum dos dois olhou para cima, ela se dirigiu para a
escada traseira.
O lado oeste da casa, onde a sala de jantar, cozinha e sala da famlia estavam, era a parte mais
utilizada. Uma galeria estreitas, ladeadas por figuras ligadas ao ambiente familiar e at a ala
ocupada pelo escritrio de Andrew no primeiro andar e o quarto de Gregory, no segundo. Ivy
assumiu a pequena escada que correu a partir da galeria, em seguida, atravessara a passagem que
levava de volta para a parte principal da casa, no salo com o seu quarto e Philip. Assim que ela
entrou no seu quarto cheirava algo doce.
Ela ofegou com surpresa. Em seu gabinete, ao lado da foto de Tristan em seu bon e jaqueta
favoritos da velha escola, estava uma dzia de rosas lavanda. Ivy andou na direo delas. Lgrimas
cairam rapidamente em seus olhos, como se as gotas salgadas tinha estado l o tempo todo, sem ela
saber.
Tristan lhe dera quinze rosas alfazema no dia depois que discutiram sobre a sua crena nos anjos,
um para cada uma das esttuas de seus anjos. Quando ele viu o quanto ela amava a sua cor
incomum, ele tinha lhe comprado mais, dando-lhes a ela a caminho de um jantar romntico na noite
do acidente.
Havia uma nota ao lado dessas rosas. Escritas irregulares Gregory nunca foram fcil de decifrar, e
menos em meio a lgrimas. Ela enxugou os olhos e tentou novamente.
"Eu sei que tm sido as quatro semanas mais dificeis de sua vida", dizia a nota.
 Ivy ergueu o vaso para baixo e colocou o rosto levemente nas ptalas perfumadas. Gregory tinha
estado l para ela, olhando para ela, desde a noite do acidente. Enquanto todo mundo estava
incentivando-a a se lembrar da noite do acidente e conversar sobre o acidente, porque segundo eles,
poderia ajud-la a curar; ele deix-la tomar o seu tempo, deixou ela encontrar seu prprio caminho
de cura. Talvez fosse sua prpria perda, o suicdio de sua me, que lhe tinha feito to compreensivo.
Sua nota escorregou para morrer cho. Ivy rapidamente se inclinou e pegou. Ele flutuava para baixo
uma segunda vez. Quando ela tentou peg-lo novamente, o papel rasgou um pouco em seus dedos,
como se tivesse apanhado em alguma coisa. Ivy franziu a testa e delicadamente alisou a nota. Ento
ela volta no gabinete, deslizando em um canto do vaso pesado. Apesar das lgrimas, ela se sentiu
mais calmo agora. Ela decidiu tentar tocar piano, esperando que ela seria capaz de encontrar a
msica dentro de si.
"Vamos, Ella. Saia. Preciso praticar."

A gata seguiu-a atravs de uma porta no quarto que escondia um vo ngreme de degraus que levam
ao terceiro andar da casa. A sala de msica de Ivy, que tinha um telhado inclinado e um soto tinha
sido feita por Andrew como um presente para ela. Ainda era difcil para Ivy a acreditar que ela tinha
seu prprio piano, um piano de cauda com teclas brilhantes e sem lascas, mantido perfeitamente
afinado. Ela ainda ficou maravilhada com o sistema de som do CD, bem como o toca discos antigo
que poderia reproduzir a coleo de discos de jazz que havia pertencido a seu pai.
No primeiro Ivy havia ficado constrangida pela forma como Andrew cobriu de presentes caros tanto
ela e como Philip. Ela tinha pensado que isso irritou Gregory. Mas agora parecia muito distante, os
meses que ela pensava que Gregory odiava por invadir sua vida em casa e na escola. Ella correu  o
quarto e saltou sobre o piano.
"Ento, voc tem certeza que eu vou tocar hoje", disse Ivy.
A gata ainda tinha o seu olhar com os olhos arregalados, olhando um pouco alm Ivy, ronronando.
Ivy tirou livros de msica, tentando decidir o que tocar. Qualquer coisa, qualquer coisa, s para
conseguir os seus dedos mexessem. Para o festival, ela faria alguma coisa de um de seus recitais
passados. Como ela ordenados por partituras clssicas ela deixou de lado um livro de canes de
musicais da Broadway. Esse foi o nico tipo de msica antiga e suave que Tristan, um f de rock,
havia conhecido. Ela chegou em Liszt e abriu a partitura. Suas mos tremiam quando ela tocou as
teclas lisas e ela comeou sua escala. Seus dedos gostaram da sensao familiar dos alongamentos,
a ascenso e queda repetitivos de notas acalmava. Ela olhou para os compassos de abertura de
"Liebestraum" e desejou para tocar. Suas mos assumiram ento, e era como se ela nunca tivesse
parado de tocar. Durante um ms ela vinha se contendo fortemente, agora ela se entregou a msica
que giravam em torno dela. A melodia queria lev-la, e ela deixou, deixou lev-la onde quer que ela
levasse.
"Eu te amo, Ivy, e um dia voc vai acreditar em mim."

Ela parou de tocar. O sentimento dele a oprimiu. A lembrana era to forte; ele atrs dela na luz do
luar, ouvindo a tocar, que no podia acreditar que ele tinha ido embora. Sua cabea caiu para frente
sobre o piano.
"Tristan! Eu sinto saudades, Tristan!"
Ela chorava como se algum tivesse agora lhe dito que ele estava morto. Nunca ir ficar mais fcil,
ela pensou. Nunca.
Ella se aconchegou perto de sua cabea, farejando. Quando as lgrimas Ivy pararam de correr, ela
pegou a gata. Ento ela ouviu um som: trs notas distintas. Os ps Ella devem ter escorregado. Ivy
pensou. Deve ter pisado sobre as teclas do piano. Ivy limpou as lagrima e abracou a gata nos braos.
"O que eu faria sem voc, Ella?"
Ela segurou a gata at que ela estava respirando normalmente. Ento a soltou gentilmente sobre o
banco e se levantou para lavar o rosto estava do outro lado da sala, de costas para o piano, quando
ouviu as mesmas trs notas outra vez. Desta vez, o conjunto idntico de trs foi atingido duas vezes.
Voltou-se para a gata, que piscou para ela. Ivy ri atravs de um fio de gua fresca de lgrimas. "Ou
eu estou ficando louca, Ella, ou voc est praticando." Ento, ela desceu as escadas para o quarto
dela.
Ela queria fechar as cortinas e dormir agora, mas no se permitiu. Ela no acreditava que a dor
nunca iria diminuir, mas ela tinha que continuar, mantendo o foco nas pessoas ao seu redor. Ela
sabia que Philip tinha se dado por vencido. Ele havia parado pedindo a ela para brincar com ele h
trs semanas. Agora ela iria sair e perguntar a ele.
 Na porta de trs, viu a realizao de algum tipo de ritual de magia culinria abaixo de dois bordos
grandes e sua nova casa da rvore. Paus foram dispostos em uma pilha e um fogo velho colocado
em cima.
 s uma questo de tempo,Ivy pensou, antes que ele decida ascender um destes paus e por fogo em
ptio ajardinado Andrew. Ele j havia feito desenhos de giz na entrada. Ela observou-o com algum
divertimento, e enquanto ela fazia as seis notas flutuaram de volta em sua cabea. O trio repetido
era familiar a ela, de alguma cano que tinha ouvido h muito tempo. De repente as palavras se
apegaram s notas. "Quando voc anda atravs de uma tempestade ..." Lembrando as palavras
devagar. Ivy cantou:
 "Quando voc anda atravs de uma tempestade ... mantenha a cabea erguida." Ela fez uma pausa.
"E no tenha medo do escuro." A msica foi do carrossel musical. Ela no conseguia se lembrar
muito sobre a obra, exceto que, no final, um homem que tinha morrido voltou com um anjo para
algum que ele amava. O ttulo da msica flutuou em sua mente.
"'Voc nunca caminhar sozinha", "ela disse em voz alta.
Ela colocou a mo na boca. Ela estava ficando louca, imaginando Ella tocando algumas notas,
imaginando a msica com uma mensagem. Ainda assim, Ivy encontrou algum conforto em lembrar
essa cano.
Do outro lado do gramado, Philip cantava sua prpria cano suave ao longo de um pote de ervas
daninhas. Ivy aproximou-se dele em silncio. Quando ele olhou para cima e com uma varinha para
ela, ela pode perceber que ele estava fazendo uma personagem de seu jogo. Ela jogou junto.
"Voc pode me ajudar, senhor?" disse ela. "Eu estive perdida na floresta por dias. Estou longe de
casa, sem nada para comer."
"Sente se, menina", disse Philip com uma voz de homem velho.
Ivy mordeu o lbio para no rir.
 "Vou aliment-la."
 "Voc no ... voc no  uma bruxao, no ?" ela perguntou com cautela dramtica.
"No."
 "Bom", disse ela, sentando-se pela "fogueira", fingindo aquecer as mos.
Philip levou o pote de folhas e ervas daninhas.
 "Eu sou um mago".
"Eiiiii!" Ela deu um pulo.
Philip explodiu em gargalhadas, em seguida, rapidamente assumiu seu grave, magos olhar
novamente.
"Eu sou um mago bom."
 "Ufa!"
 Exceto quando sou mau. "
 "Eu vejo", disse Ivy. "Qual  o seu nome, mago?"
"Andrew".
A escolha surpreendeu por um momento, mas decidiu no dizer nada sobre isso.
" sua casa, mago de Andrew? ela perguntou, apontando para a casa da rvore acima deles.
Philip concordou. O outro Andrew, que fez magia com seus cartes de crdito, havia contratado
carpinteiros para reconstruir a casa da rvoreque Gregory tinha brincado em sua infncia. Era mais
do que dobrou de tamanho agora, com uma ponte estreita que conduz ao bordo junto a ele, onde
mais pavimentos e grades foram martelados no lugar. Em ambas as rvores, os nveis superiores
tinham sido adicionadaos. Uma escada de corda pendia de um bordo, e uma corda grossa, que
terminava com um n embaixo de uma balano pendurado. Era tudo o que uma criana poderia
querer e muito mais; Gregory e Ivy tinham concordado que, aps subir um dia quando Philip
deixou.
"Voc quer vir para o meu esconderijo?" Philip perguntou-lhe agora. "Voc estar seguro de todos
os animais selvagens, menina.
" Ele saiu em disparada at a escada de corda e Ivy o seguia, apreciando o esforo fsico, pegou com
fora a corda com as palmas das mos, e como o vento e sua prprio movimento, fez balanar a
escada. Subiram dois nveis do piso principal, ento param para recuperar o flego.
" bom aqui, mago".
" seguro", Philip respondeu. "Exceto quando a serpente prateada vem."
Cinqenta metros para alm deles era o muro baixo de pedra que marca o fim da propriedade
Baines. De l, a terra descia abruptamente em um deslizamento de pedras irregulares, matagal
emaranhado, e as rvores esguias que inclinavam forma estranha para manter seu domnio no solo
rochoso. Muito abaixo da propriedade Baines era a pequena estao da estrada de ferro Stonehill,
mas a partir da casa da rvore podia-se ouvir apenas os apitos dos trens, que passavam entre o rio e
a colina.
Mais para o norte. Ivy podia ver um pedao de toro de azul, como uma fita do cu e caia entre as
rvores, e, ao lado dele, um trem passado, refletindo a luz solar. Ela apontou para ele. "O que  isso
mago Andrew?"
 "A serpente prateada", ele respondeu sem hesitao.
"Ser que morde?"
 "S se voc ficar em seu caminho. Em seguida, ele ir devora e gospe no rio."
"Ugh".
 "s vezes,  noite ela sobe a colina", disse Philip, com o rosto absolutamente srio.
"No pode".
"Isso!" ele insistiu. "E voc tem que ter muito cuidado. Voc no pode a irritar."
"Ok, eu no vou dizer uma palavra."
Ele balanou a cabea em aprovao, em seguida, advertiu: "Voc no pode deix-lo saber que voc
est com medo. Voc tem que prender a respirao."
"Segurar o flego?" Ivy estudou seu irmo.
"Ve se voc se mover. Ela observa mesmo quando voc no acha que est vendo. Dia e noite".
 Onde ele estava tirando essas coisas?
"Ela pode sentir seu cheiro, se voc est com medo."
Ele estava realmente com medo de alguma coisa, ou era apenas um jogo? ela se perguntava. Philip
sempre teve uma imaginao ativa, mas pareceu-lhe se estava se tornando hiperativas e mais
sombrias. Ivy desejava seu amigo Sammy voltava de um acampamento de vero. O irmo dela tinha
tudo que poderia querer agora, mas ele estava muito isolado de outras crianas. Ele vivia muito em
seu prprio mundo.
"A cobra no vai me pegar, Philip", disse ela, quase com severidade. "Eu no tenho medo dela. Eu
no tenho medo de nada", disse ela, "porque estamos seguros em nossa casa. Tudo bem?"
 "Certo garota, voc fica aqui", disse ele. "E no deixe ningum entrar. Eu estou indo para minha
outra casa e pegar algumas roupas mgicas para voc. Elas vo fazer voc invisvel."
 Ivy sorriu um pouco. Como brincaria invisvel? Ento, ela pegou uma vassoura velha e comeou a
varrer o cho. De repente ela ouviu Philip gritar. Ela se virou e viu cambaleando  beira da calada
estreita, seis metros acima do solo. Ela largou a vassoura e correu na direo dele, mas sabia que
no podia peg-lo no tempo.
Ento, subitamente, ele estava equilibrada novamente. Ele caiu no cho e olhou por cima do ombro.
A expresso extasiada em seu rosto fez Ivy parar. Ela j tinha visto aquele olhar em seu rosto antes:
a maravilha, o brilho do prazer, a boca entreaberta num sorriso tmido.
"O que aconteceu?" Ivy perguntou, movendo-se lentamente em direo a ele agora. "Voc caiu?"
Ele balanou a cabea, depois pegou a ponta solta da tabua. Ivy se inclinou para estud-la. A ponte
havia sido construda como uma ponte em miniatura, com duas longas placas finas garantido entre
as duas rvores e uma srie de tabuas curta estabelecidas entre eles. As tbuas curta penduradas por
cima das placas com alguns centmetros de cada lado. Esta tabua em particular foi pregada mau de
um lado, Ivy poderia puxar o prego com as mos; do outro lado havia um buraco, mas no prego.

 "Quando pisei aqui", apontou Philip "do outro lado levantou."
 "Como uma gangorra", disse Ivy. " uma coisa boa voc no ter perdido o equilbrio.
" Philip concordou.
"Ainda bem que meu anjo estava aqui."
 Ivy prendeu a respirao.
 "Porque s vezes ele no est. Embora ele geralmente est quando voc est por perto.
" Ivy fechou os olhos e abanou a cabea.
"Ele j foi", disse Philip.
Bom, pensou que Ivy.
"Philip, ns conversamos sobre isso antes. No existem coisas tais como anjos. Tudo o que voc
tem so um monte de esttuas..."
"Suas esttuas," ele interrompeu. "Estou cuidando bem deles."
"Eu disse a voc", ela disse, a garganta apertando e a cabea comea a latejar ", eu disse que se voc
quisesse manter essas esttuas, voc nunca deve falar para mim sobre anjos novamente. Eu no te
disse isso?
 " Ele abaixou a cabea e assentiu.
"Voc no promete?"
Ele balanou a cabea novamente. Ivy suspirou e puxou o pedao de madeira.
 "Agora fica atrs de mim. Antes de ir mais longe, eu quero verificar cada placa."
 "Mas, Ivy," ele disse, "Eu vi meu anjo! Eu vi ele pegar a madeira do outro lado e empurr-lo para
baixo assim que eu no iria cair. Eu o vi!"
 Ivy sentou-se sobre os calcanhares.
 "No me diga. Deixe-me adivinhar. Usava asas e um vestido comprido, e tinha um disco de luz
sobre sua cabea."
"No, ele era apenas luz. Ele no apenas estava brilhava. Eu acho que ele uma especie de uma
forma, mas  sempre difcil para mim v-lo.  difcil para mim ver a cara dele", disse Philip. Seu
rosto jovem era sincero.
 "Pare com isso!" disse Ivy. "Pare com isso! Eu no quero ouvir mais nada sobre isso! Guarde-a
para Sammy quando chega em casa, ok?"
"Tudo bem", disse ele, os cantos de sua boca dura e reta. Ele ficou longe dela.
Ivy comeou a examinar as placas e podia ouvir seu irmo varrer a casa da rvore atrs dela. Em
seguida, a vassoura parou. Ela olhou por cima do ombro. A cara de Philip ficou alagre e brilhante
novamente. Ele ainda segurava a vassoura, mas ele estava nas ponta dos ps, se esticando para
cima.
"Obrigado", articulou silenciosamente.
Captulo 4


Naquela noite, Ivy vagou de sala em sala na casa, sentindo-se inquieta e nervosa. Ela no queria ir
para fora ou chamar um amigo, mas ela no podia achar nada para fazer em casa. Cada vez que
ouvia o toque do relgio na sala de jantar, ela no conseguia parar sua mente de volta para a noite
Tristan morreu.
Quando Maggie e Andrew foram para a cama. Ivy foi at seu quarto para ler. Ela desejou que
Gregory estivesse em casa. Nas ltimas semanas tinham visto um monte de TV de fim de noite
juntos, sentados em silncio lado a lado, compartilhando os cookies, rindo das piadas bobas. Ela se
perguntava onde estava agora. Talvez ele tivesse ajudado Eric na limpeza aps a festa, em seguida,
os dois tinham sado. Ou talvez ele tinha ido para Suzanne. Ela poderia chamar de Suzanne e dizer...
Ivy se deteu antes que o pensamento foisse mais longe. O que ela estava pensando? Chame Suzanne
no meio de um encontro?
 Eu dependo do Gregory demais. Ivy pensou.
Ela desceu as escadas e levou uma lanterna da gaveta da cozinha. Talvez uma caminhada iria faz-la
sonolenta, talvez ela iria se livrar daquela sensao de formigueiro na parte traseira de sua mente.
Quando Ivy abriu a porta para trs, viu a BMW de Gregory estava estacionada fora da garagem. Ele
deve ter trazido o carro em algum momento e saido novamente. Ela desejou que ele estivesse l
para poder passear com ela.
 O caminho da entrada, uma curva contnua para o lado da serra, tinha mais de um quilometro de
comprimento. Ivy caminhou para baixo. Depois da subida ngreme de volta, seu corpo finalmente
sentiu-se cansado, mas sua mente ainda estava acordada e inquieta como as rvores agitadas. Era
como se houvesse algo que ela tinha que se lembrar, e ela no conseguia dormir, at que ela se
lembrava, mas ela no tinha ideia do que era.
Quando ela chegou na casa, o vento tinha mudado e um cheiro acentuado molhado varrida sobre a
curva. No oeste, relmpagos, lanando-se imagens de nuvens, como enormes montanhas. Ivy
ansiava por uma tempestade com raios luminosos e vento para liberar o que fosse que estava
reprimida dentro dela.
 uma e meia ela meteu na cama. A tempestade tinha contornado o seu lado do rio, mas no havia
mais flashes, a oeste. Talvez na prxima vez eles teriam uma rajada enorme de vento e chuva.
As duas horas, ela ainda estava acordada. Ela ouviu o longo apito do trem da madrugada, uma vez
que atravessou a ponte e apressou-se atravs da pequena estao muito abaixo da casa. "Me leve
com voc", ela sussurrou. "Leve-me com voc."
Sua mente ficou a deriva depois do som solitrio do apito, e Ivy sentiu-se esvaindo, embalada pelo
baixo rudo de um trovo nas colinas distantes.
Em seguida, o barulho ficou mais alto, mais alto e mais perto. Raios tremeram. O vento soprava
para cima, e as rvores que haviam sido lentamente balanando de um lado para o outro agora se
chocavam com os ramos encharcado. Ivy olhou para fora pela tempestade. Ela mal podia ver, mas
ela sabia que algo estava errado. Ela abriu a porta.
"Quem ?" ela gritou. "Quem est a?"
Ela estava fora, agora, lutando contra o vento e movendo em direo a uma janela, com relmpagos
em volta dela. A janela estava viva, com reflexos e sombras. Ela mal conseguia distinguir a figura
do outro lado, mas ela sabia que algo ou algum que estava l, e parecia a figura familiar para ela.
"Quem ?" Ela chamou de novo, movendo-se cada vez mais perto da janela.
Ela tinha feito isso antes, ela sabia que tinha, em algum momento, em algum lugar, talvez em um
sonho, pensou. Um sentimento de pavor tomou conta dela.
Ela estava em um sonho, presa nele, o velho pesadelo. Ela queria sair! Sair!
Ela sabia que tinha um fim terrvel. Ela no conseguia lembrar-se, apenas que ele era terrvel.
Ento Ivy ouviu um som agudo. Ela virou-se. O som aumentou, que a tempestade parou. A Harley
vermelho rugiu para ela.
"Pare! Por favor, pare!" Ivy chorou. "Eu preciso de ajuda! Eu preciso sair deste sonho!" O
motociclista hesitou, depois ligou o motor e saiu em disparada.
Ivy voltou para a janela. A figura ainda estava l. Estava acenando para ela? Quem ou o que poderia
ser? Ivy colocou o rosto prximo da a janela. De repente, o vidro explodiu. Ela gritou enquanto o
cervo sangrento desabou completamente.
"Ivy! Ivy, acorda!"
Gregory a estava sacudindo. "Ivy,  apenas um sonho. Acorde!" ele ordenou. Ele ainda estava
completamente vestido. Philip estava atrs dele, um fantasma plido de pijama.
Ivy olhava de um para o outro, ento se apoiou contra Gregory. Ele colocou seus braos ao redor
dela.
"Foi o cervo novamente?" Philip perguntou. "O veado entrava pela janela?" Ivy balanou a cabea e
engoliu em seco vrias vezes. Foi bom sentir os braos de Gregory forte e estvel em torno dela.
"Me desculpe, eu te despertei, Philip."
 "Est tudo bem", disse ele.
 Ela tentou equilibrar as mos trmulas. Gregory estava em casa agora, ela disse a si mesma, est
tudo bem.
"Sinto que isso continue acontecendo, Philip. Eu no queria assust-lo."
"Eu no tenho medo", respondeu ele.
 Ivy olhou para cima de forma acentuada no rosto de seu irmo e viu que, na verdade, ele no estava
assustado.
 "Os anjos esto no meu quarto", explicou.
 "Ento por que voc no voltar para eles?" Gregory disse ele. Ivy sentiu seus msculos apertando
os em seus braos.
"Por que no"
 "Est tudo bem, Gregory. Deixe Philip em paz", disse ela com resignao suave. "Ele est lidando
com isso da melhor forma que poder."
 "Mas ele est tornando mais difcil para voc", Gregory argumentou. "Voc no consegue
entender, Philip ?Eu tentei um milho de vezes..."
Ele parou, e Ivy sabia que Gregory viu, tambm: o brilho nos olhos de Philip, a certeza em seu
rosto. Por um momento, a vontade do menino parecia mais forte do que dois deles juntos. Era
impossvel dissuadi-lo do que ele acreditava. Ivy descobriu-se desejando que ela podia ser to
inocente de novo.
Gregory suspirou e disse a Philip: "Eu posso cuidar de Ivy. Por que voc no comea a fechar
olhos? Ns temos um grande dia de amanh, o jogo dos Yankees, lembra?"
Philip olhou para Ivy e ela balanou a cabea em concordncia.
Ento, ele olhou para alm dela e Gregory, de modo que ela instintivamente se virou para ver. Nada.
"Voc vai ficar bem", ele disse, confiante, e correu para a cama.
Ivy se apoiou de volta contra o Gregory. Ele passou os braos ao redor dela novamente. Suas mos
eram suaves e reconfortantes. Ele afastou o cabelo dela, depois levantou o rosto para o dele.
"Como voc est ?" ele perguntou.
"Tudo bem, eu acho."
 "Voc no consegue se livrar desse sonho, no ?"
 Ela viu a sua preocupao. Viu como ele procurou o rosto dela em busca de pistas sobre o que ela
estava sentindo.
"Foi o mesmo sonho, mas diferentes", Ivy disse ele. "Quero dizer, havia coisas adicionadas a ele."
Sua expresso de preocupao aumentou. "O que foi acrescentado?"
"Uma tempestade. Havia todas aquelas imagens confusas sobre a janela novamente, mas desta vez
eu percebi que era uma tempestade que estava vendo. As rvores estavam soprando e relmpagos
estava piscando e refletindo no vidro. E havia uma motocicleta, "ela disse.
Foi difcil para ela explicar o sentimento de pesadelo que a moto lhe deu, para que parte do sonho
era simples e comum. O motociclista no fez mau a ela. Tudo o que ele fez foi se recusar a parar
para ajud-la.
 "A motocicleta vermelha veio correndo," ela continuou. "Gritei para o piloto, esperando que ele iria
me ajudar. Ele abrandou um pouco, ento manteve em curso."
Gregory afirmou seu rosto contra o peito dele e acariciou sua bochecha. "Acho que posso explicar
isso, Eric acaba de me largaram. Ele tem uma Harley vermelha que voc j viu isso antes. Voc
deve ter ouvido o som dele enquanto voc estava dormindo e teceu em seu sonho."
Ivy balanou a cabea. "Eu acho que h mais do que isso, Gregory," ela disse calmamente.
Ele parou de acariciar seu rosto. Se manteve muito quieto, esperando que ela continuasse.
"Lembrasse como era a tempestade na noite que sua me morreu?"
"Matou-se," disse claramente.
Ela assentiu com a cabea. "E eu estava no bairro para fazer uma entrega para a loja."
"Sim".
 "Eu acho que isso  parte do sonho. Eu tinha esquecido completamente sobre isso. Eu tinha
pensado que meu pesadelo era s sobre Tristan e o acidente, com o cervo caindo atravs do vidro,
chocando com nosso para brisa. Mas no .
" Ela parou e tentou resolver as coisas em sua mente.
"Por algum motivo eu colocar os dois eventos juntos. A noite sua me morreu, eu no consegui
encontrar a casa certa. Quando sa para verificar uma placa de rua, algum em uma moto vermelha
apareceu. Ele me viu sinalizando e hesitou, mas depois acelerou e se afastou mim.
"Ela podia sentir a respirao de Gregory, constante rpida em sua testa. Ele segurou-a to perto, ela
podia ouvir a batida rpida do corao.
"Mais tarde eu pensei que tinha encontrado a casa. Eu havia reconhecido as duas casas. Uma delas
tinha uma grande janela, e algum estava dentro, mas eu no podia ver quem era. Eu pensei que
poderia ser o pessoa que estava esperando pela minha entrega. Ento, a porta da casa do lado abriu e
que  onde eu deveria estar.
" Foi estranha a maneira os detalhes daquela noite estavam lentamente voltando para ela. "Voc no
v, Gregory? Esta  a janela, eu continuo tentando at no sonho e tentar ver atravs dela. Eu no sei
por qu."
"Voc sabe se ele foi Eric quem voc viu naquela noite?" ele perguntou.
Ivy encolheu os ombros. "Foi uma motocicleta vermelha, e o piloto tinha um capacete vermelho.
Mas ento, eu acho que um monte de gente tem. Se tivesse sido Eric, ele no teria parado para
mim?"
Gregory no respondeu.
"Talvez no", disse Ivy. "Quer dizer, eu sei que ele  seu amigo, mas ele nunca gostou de mim",
acrescentou ela rapidamente.
"Tanto quanto eu sei", disse Gregory, "Eric realmente gostava apenas uma pessoa em sua vida. Ele
pode fazer coisas muito difceis para as pessoas ao seu redor."
 Ivy ergueu os olhos, surpreso. Gregory via Eric mais claramente do que ela tinha percebido. Ainda
assim, ele tinha permanecido um amigo leal a ele, assim como ele era um amigo para ela agora. Ela
relaxou contra ele. Ela estava ficando com sono agora, mas estava relutante em se afastar do
conforto de seus braos.
"No  estranho?", ponderou Ivy ", que eu deveria colocar a morte de sua me e de Tristan, juntas
em um sonho?"
"No  verdade", respondeu Gregory. "Voc e eu passamos por um monte de dor. Ivy, e ns j
passamos por isso juntos, ajudando uns aos outros para comear. Parece bastante natural para mim
que voc ligaria os eventos em seu sonho." Ele levantou o rosto para o seu mais uma vez, olhando
profundamente nos olhos dela. "No?"
"Eu acho que sim", disse ela.
"Voc realmente sente falta dele, no ? Voc no pode evitar, mas segue lembrando."
 Ivy baixou a cabea, e logo sorriu para ele em meio s lgrimas. "Eu vou ter que continuar
lembrando de como eu sou sortuda por ter encontrado um amigo como voc, algum que realmente
entende".
                                             ***

"Isto  melhor do que qualquer filme que sai de Hollywood neste vero", disse Lacey. "Quem te
convidou para aqui?" Tristan perguntou. Ele estava sentado na cama de Ivy observando-a dormir,
ele no sabia por quanto tempo. Na ltima Gregory tinha deixado a ss com ela. Finalmente Ivy
parecia em paz.
Depois que Gregory foi, Tristan tinha ordenado por meio do que ele havia aprendido, e se esforou
para manter-se consciente. A escurido sem sonhos no tinha vindo sobre ele por um tempo agora.
Ele no veio mais rpido e to frequentemente como quando ele se tornou um anjo, mas ele sabia
que no conseguiria continuar sem descanso. Ainda assim, to cansado como estava, no podia
suportar a abandonar esses momentos a ss com Ivy na calada da noite. Ele se ressentia de intruso
Lacey.
 "Eu fui enviado por Philip", disse ele.
"Por Philip? Eu no entendo.
" "Em Manhattan hoje encontrei esta esttua de anjo da guarda horrivel, um jogador de beisebol
com asas". Ela agitou os braos dramaticamente. "Eu consegui para ele como um pequeno
presente."
"Quer dizer que voc roubou?"
"Bem, como voc gostaria que eu a pagasse por ele?" ela retrucou. "De qualquer forma, eu estava
caindo fora. Ele viu o meu brilho e apontou, dirigindo-me aqui.
 Eu acho que ele percebeu a sua irm necessria toda a ajuda que pudesse conseguir."
"H quanto tempo voc est aqui?" Tristan perguntou. Ele no havia percebido a chegada Lacey.
"Desde que Gregory escovou os cabelos para trs e levantou o rosto para o dele", respondeu ela.
"Voc viu isso?"
"Digo-vos, Hollywood poderia us-lo", disse Lacey. "Ele tem todos os movimentos certos."
 As opinies de Lacey eram bem vindas e assustadoras para Tristan. Por um lado, ele queria que
Gregory estivesse fazendo nada mais do que um jogo romntico com Ivy; ele no queria que nada
real estivesse acontecendo entre eles. Por outro lado, Tristan temiam que poderia haver uma razo
mais escura por trs de tal jogo.
 "Ento, voc j ouviu tudo. Voc j esteve aqui todo esse tempo."
"Sim". Lacey subiu na cabeceira da cama de Ivy. Seus olhos castanhos brilharam como botes
brilhantes, e seus picos de cabelo roxo estavam plidos e plumosos ao luar. Ela empoleirada acima
da cabea de Ivy.
 "Eu no queria perturb-lo. Voc estava to imerso em seus pensamentos", disse ela. "E eu achei
que voc queria um tempo sozinho com ela."
 Tristan ergueu a cabea. "Por que de repente voc est to pensativo? Voc j terminou a sua
misso? Voc est se preparando para sair?"
 "Terminou?" Ela quase engasgou com a palavra. "Uh ... no," ela disse, olhando para longe dele.
"Duvido que eu vou entrar para o prximo reino to cedo."
"Oh," ele disse. "Ento, o que aconteceu em Nova York?"
"Uh ... Eu no acho que deveria dizer. Provavelmente estar nos jornais amanh, de qualquer
maneira."
Tristan assentiu. "Ento, voc est ganhando de volta alguns pontos agora."
"Tire proveito de mim, enquanto puder," ela insistiu.
Tristan sorriu.
"Eu ganho pontos por isso", disse ela, mal tocando os lbios com a ponta de uma haste longa, mas
seu sorriso j havia desaparecido. "Voc est realmente preocupado."
 "Voc ouviu o sonho", disse ele. " bastante bvio. H alguma conexo entre a morte de Caroline e
minha."
"Conte-me sobre Caroline. Como ela morreu?" Lacey perguntou.
"Atirou na propria na cabea."
"E eles esto certo de que foi um suicdio?"
"Bem", disse Tristan ", a polcia encontrou apenas suas impresses digitais na arma, e seus dedos
ainda estavam torcidos em torno dela. Ela no deixou nenhum bilhete, mas ela tinha rasgado
fotografias do pai de Gregory e da me de Ivy".
Lacey pulou fora da cabeceira da cama e comeou a andar pela sala em um crculo.
"Eu suponho que algum poderia ter configur-lo para parecer um suicdio." Tristan disse
lentamente. "E Ivy estava nas redondezas, naquela noite. Ela poderia ter visto algo. Lacey! E se ela
viu algo que no deveria ter"
"Eu j te disse que eu estava em Perry Mason?" Lacey interrompido.
"E que se ela nem sequer percebeu isso?" Tristan exclamou.
 "Claro, Raymond Burr est morto agora", Lacey continuou.
"Eu preciso verificar o endereo da me de Gregory," Tristan disse a ela ", e o endereo onde Ivy
fez a entrega naquela noite."
"Assim que li o bito, procurei Raymond", disse Lacey.
 "Oua-me, Lacey."
 "Eu tinha certeza que iria ser atribudo algum tipo de misso."
"Lacey, por favor", implorou.
"Eu pensei que ns poderamos trabalhar junto."
"Lacey!" ele gritou.
"Quero dizer, Raymond faria um anjo maravilhoso.
" Tristan baixou a cabea em suas mos. Ele precisava de tempo para pensar sobre o que estava
acontecendo e como ele poderia manter Ivy segura.
"Mas ele deve ter direto direito", disse Lacey.
"Deve ter," Tristan resmungou. Ele podia sentir sua mente se apagando. Ele precisava de descanso
antes que ele pudesse entender as coisas.
 "Eu no posso te dizer como fiquei decepcionado!"
"Voc acabou de fazer", observou Tristan cansado.
"Raymond disse que nunca ia esquecer o episdio que eu fiz com ele."
No poderia haver um monte de razes para isso, Tristan pensou.
"Raymond sempre apreciou o meu talento.
" Ivy estava em perigo, e ele no sabia como avis-la ou quem podia avis-la, e Lacey seguia e
seguia falando sobre um ator morto.
"Ento o que eu estou dizendo  que eu provavelmente posso ajud-lo sobre este assunto", disse
Lacey.
 Tristan olhou para ela. "Porque voc teve um papel coadjuvante em um episdio com outro ator
que fingi que ele era um advogado que de alguma forma acabou resolvendo crimes de televiso?"
"Bem, se voc estiver indo para coloc-lo dessa forma, no espere minha ajuda!"
Ela observou toda a sala, depois parou teatralmente e olhou sobre seu ombro.
Tristan desejou que ela ficaria bem em ir. A sala estava lavada na plida luz da manh agora, e os
primeiros pssaros comearam a despertar, sua cintilante cano sendo repassados de uma rvore
para outra. Ele queria ter seu ltimo momento a ss com Ivy. ele virou para ela, anseio toc-la.
"Eu no faria isso se eu fosse voc".
"Voc no sabe o que vou fazer", respondeu Tristan.
 "Oh, eu posso adivinhar", disse ela atras dele. "E voc est muito cansado."
"Deixe-me sozinho, Lacey."
"Apenas pensei em o avisar."
"Deixe-me sozinho!"
 Ela o fez.
Assim que ela saiu, ele estendeu a sua mo. Ivy dormia tranquilamente abaixo dele. Ele queria tanto
toc-la, sentir seu calor, para saber sua suavidade s mais uma vez. Reunindo todas as suas foras,
Tristan focado nas pontas dos dedos. Ele sabia que ele estava cansado, muito cansado, mas ainda
assim ele se concentrou com a sua ltima gota de energia. As extremidades dos dedos pararam de
brilhar. Eles eram slidas agora.
 Lentamente, suavemente, ele correu os dedos pelo seu rosto, sentindo a pele dela, se maravilhando
com ela. Ele traou a boca de Ivy.
Se pudesse beijar aqueles lbios! Se pudesse realizar Ivy, todas as outras vezes em seus braos ...
Ento ele comeou a perder o toque dela.
Ele chegou de novo, mas ele foi perdendo o contato.
"No!" ele gritou. Parecia que ele estava morrendo de novo. A dor de perd-la foi to intensa, to
insuportvel, que, quando as trevas vieram sem sonhos, ele se entregou a ele de bom grado.
Captulo 5

"Bem, ol, dorminhoco", disse a garota sentada no banco do shopping.
Tristan pulou, assustado pelo pensamento profundo.
 Ele surgiu das trevas uns quinze minutos antes e imediatamente seguio Ivy para seu trabalho na
"Tis the season".
Para os ltimos minutos que ele estava tentando juntar as peas do fragmentos de sonho Ivy e o que
significa essas peas, mas sua mente ainda se sentia escura e confusa. Lacey ria dele. "Sabe que dia
 hoje?"
 "Uh, segunda-feira."
"Brrtt". Ela fez a sua imitao desagradvel de uma campainha game show, ento gesticulou
para o assento ao lado dela.
 Tristan sentou-se. " segunda-feira," ele insistiu. "Quando eu entrei no shopping, eu verifiquei um
jornal, assim como voc me disse para fazer ",
"Talvez voc deveria ter verificado o mais recente", observou Lacey. " tera-feira,
e quase uma hora. Ivy deve sair em breve.
 "Ele olhou o shopping em direo  loja. Ivy estava ocupado com dois clientes, um velho careca
experimentando uma capa do Superman e um tipo de av segurando uma cesta de rosas e
usando orelhas de coelho. Ele sabia que na " Tis the Season" se vendiam roupas e itens para
feriados, a maioria dos quais fora de poca.. Mas a escurido recentes, os dois clientes em suas
roupas estranhas, e a presena de uma mulher muito grande carregando um po e caf, que tinha
acabado de sentar justo sobre Tristan fez tudo muito confuso. Lacey o tocou no brao. "Eu disse que
voc estava muito cansado. Avisei voc ".
" Chega para l ", ele resmungou. Ele no podia sentir o peso da mulher, mas parecia um pouco
estranho ter o vestido largo listrado que fluia sobre ele.
Lacey escorregou um pouco e disse: "Tenho algo a te dizer. Enquanto voc estava na escurido, eu
estive ocupada. "
" Eu j sei. "
O trabalho segunda-feira tinha travado sua ateno por causa de um artigo sobre pessoas reunidas
para orar em Times Square e atrs de uma imagem de Barbra Streisand, projetada em um outdoor
eletrnico, apareceu um gordinho e rosado anjo esvoaando ao redor.
 "Isso tem alguma coisa a ver com os engarrafamentos na Rua Quarenta e Dois ?", questionou.
 Ela indeferiu o evento com um aceno de sua mo.
"Eu li algo sobre Streisand considerar um processo, contra os taxistas de Nova York "
" Barbra nunca devetia ter dito que eu grasnava como um ganso quando cantava. No que eu no
poderia ter feito um pouco mais aulas de voz .
"Lacey, como voc est vai, alguma vez para completar a sua misso?"
 Minha misso? Hoje eu estou te ajudando com a sua ", disse ela, em seguida, se levantou do
banco.
Tristan sacudiu a cabea e seguiu.
"Eu fui ao cemitrio domingo para visitar a me de Gregory", disse Lacey . "Enquanto eu estava l,
algum veio, um cara alto, magro, de cabelos escuros. Cerca de quarenta anos , eu acho. Ele deixou
algumas flores para Caroline . "
" Ele havia ido l antes ", disse Tristan." Eu o vi no dia em que fomos na capela. "Me lembro de
observar o visitante por trs, o confundindo com Gregory at que ele virou. Ele ainda podia ver o
rosto do homem, cheio de angstia.
"Qual  seu nome?" , perguntou ela.
"Eu no sei."
Eles estavam saindo da "Tis the Season". Tristan olhou para trs com saudade de Ivy, mas Lacey
seguiu caminhando.
 "Ns devemos descobrir. Ele pode ser capaz de nos ajudar."
 "Ajudar no qu?" Tristan perguntou.
"A descobrir o que aconteceu na noite Caroline morreu."
Eles pararam pela fonte para ver as cascatas de gua cair em gotas de rosa e azul. Um dia, quando
ningum estava olhando, Tristan tinha feito aqui um desejo, um desejo que Ivy seria
dele.
"Eu olhei o endereo de Caroline na lista telefnica", Lacey continuou. " na rua Willow, 528. Sua
data de bito foi escrito em sua lpide. Eu vim aqui esta manh para verificar os registros de
compras para esse dia. "Fez uma pausa e Tristan olhou com expectativa.
Quando ele no disse nada, ela disse: "Que anjo que voc , Lacey, me ajudando assim. "
" O que voc descobriu? ", ele perguntou, ignorando o seu sarcasmo.
"Por um lado, que Lillian e sua irm no tm a menor ideia sobre como manter os livros de
negcios. Mas, depois, de buscar e buscar eu achei: a entrega em 28 de maio a uma senhora
Abromaitis em rua Willow, sem nenhum nmero da casa. Eu olhei no livro de telefones. Adivinha o
qu?  na rua Willow, 530. "
" Na porta ao lado ", disse Tristan, sua voz um sussurro, sua mente zumbia com medo. "Eu sabia.
Ivy viu alguma coisa."
"Parece que sim", concordou Lacey. Ela pegou uma moeda que uma mulher havia jogado
em direo  fonte e atirou-a de volta para ela. A mulher olhou para ela, em seguida, enfiou a moeda
de um centavo do azar em um vaso de samambaias.
 "Ivy viu algo na casa de Caroline, "Tristan disse," e no foi um suicdio. "
" Ns no podemos supor isso, " Lacey respondeu. "Caroline ainda poderia ter se matado, e algum
poderia ter estado l depois, levado algo ou escondido algo. Quero dizer, so um monte de coisas
Ivy poderia ter visto... "
" Que ela no deveria ter visto", Tristan terminou a frase de Lacey. "Eu tenho que chegar at ela,
Lacey!"
 "Eu pensei que ns deveramos ir para a casa hoje. "
" Tenho de avis-la agora! "
"Eu me lembro como ns fizemos uma pesquisa sobre Perry Mason", disse Lacey. Ela comeou
Tristan puxando em direo  sada shopping, mas ele estava decidido a voltar para
'Tis the season", e ele era mais forte. "Tristan, oua-me! No h nada voc pode fazer para proteger
a Ivy. Voc e eu no recebemos esse tipo de poder. O melhor que podemos fazer  combinar os
poderes que voc tem com outra pessoa e fazer que a pessoa mais forte. Mas voc no pode parar
qualquer pessoa que queira prejudicar ela "
Tristan parou. Nunca tinha temido por sua vida do jeito que ele agora temia por Ivy.
"Enquanto ela est em uma multido, ela est segura", acrescentou Lacey. "Ento,
vamos ver a casa e... "
" Assim que ela chega em seu carro esta noite, ela vai ficar sozinha ", Tristan apontou." Assim que
ela sai para caminhar, assim como que ela vai at sua sala de msica, ela estar em perigo "
" H outras pessoas em casa com ela ", destacou Lacey." Provavelmente est seguroa l.
Ento, vamos descobrir quem ela tem que prestar ateno e em seguida...
 "Mas Lacey ficou falando sozinha. Beth e Suzanne tinha acabado de entrar no shopping. Tristan as
viu, virou-se rapidamente e comeou a caminhar com elas. Ele achou que elas iam almoar com
Ivy . Desta vez, conseguiria comunicar se com ela.
 Ivy estava junto ao entrada da loja, e por um momento Tristan esqueceu que ela estava vendo
apenas as meninas. Quando ele viu o olhar de boas vindas em seu rosto, ele correu na direo dela,
s para achar que ela estava agora procurando por ele em Suzana e Beth. Ela nunca ficou mais fcil,
a dor de estar perto dela, mas muito longe, nunca parecia diminuir.
 "Agora, v almoar. ", Lillian estava dizendo para as meninas."  um dia tranquilo, por isso
podem fazer compras. Certifique-se de dar uma olhada na loja que nova. Aposto
eles no tem vento que brilham no escuro, sinos. "
" No com forma de duendes e fadas ", disse Beth. Toda vez que ela veio para a loja, ela tem um
olhar de espanto total no rosto. Suzanne tinha que voltar e tir-la a porta.
Tristan seguiu as meninas atravs do shpping. Elas pararam em uma vitrine de loja aps a outra, e
ele comeou a ficar impaciente. Ele queria que a Beth senta-se imediatamente e comeasse a
rabiscar no seu caderno. Ele pensou que elas nunca sairiam da loja "Beautiful You", com todos os
frascos e tubos e potes pequenos de coloridos.
Ele comeou a andar de um lado para a outro da loja e deu de cara em Lacey. Ele no tinha
percebido que ela tinha vindo junto.
"Se acalme, Tristan ", disse Lacey." Ivy est segura, por agora, a menos que algum corra atraz dela
com uma lixa de unha.
"Ento ela se apoiou em um canto, como que hipnotizada como as outras por centenas de cores,
tudo parecia muito com vermelho e rosa para ele. Tristan se perguntou se, alguma vez, na prxima
vida, entenderia alguns dos mistrios sobre as meninas que deveriam ser explicados.
Suzanne, agora experimentando batom em seu brao, estava falando de um casamento na
Filadlfia, que ia no fim de semana.
"Eu queria que voc viesse com a gente. Ivy ", disse ela." Mostrei o meu primo a sua foto. Ele est
definitivamente interessado, e ele  to perfeito para voc.
"timo, pensou Tristan.
"Ento, voc decidiu ir para o lago, afinal?" Beth perguntou. Ela estava provando uma
touca de banho que mais parecia um cogumelo de prata.
 "O lago!" Suzana disse, surpreendida. "Ela vai ficar em casa, e voc vai ficar com ela, Beth."
Beth franziu a testa. "Suzanne, voc sabe que eu no posso perder a minha reunio de famlia.
Achei que ela ia para Filadlfia com voc.
"Ivy tinha se afastado delas.
" Ivy! " Suzanne demandou.
"O qu?" Ela comeou a olhar para uma caixa de grampos de cabelo e no olhou para cima.
"O que voc far neste fim de semana?"
"Ficar em casa".
Suzanne levantou suas sobrancelhas negras. "Sua me est deixando voc ficar sozinha?
 "Ela acha que voc e Beth vo ficar comigo. E eu estou contando com voc duas para me cobrir",
Ivy acrescentou.
Lacey olhou para Tristan.
" Eu no sei qual  o grande problema ", Ivy continuou." Eu gostaria de ter a casa s pra mim,
uma vezes. Eu vou ter muito tempo para ensaiar para o festival, e Ella ir me far companhia. "
" Mas Ella no pode proteg-la ", Tristan protestou.
" Eu s no gosto da ideia de estar deprimida e sozinha todo fim de semana "Suzanne
afirmou.
"Aquela casa  muito grande, muito solitria", Beth acrescentou.
"Oua elas. Ivy", Tristan falou.
"Eu disse a vocs duas, eu no vou ir para o Lago Jumper, eu no posso!"
"Isso tem a ver com Tristan, no ? ", disse Suzanne."
Eu no quero falar sobre isso ", respondeu Ivy.
Tristan lembrou os planos que tinha feito na noite em que morreu. Ivy contou como ela ia flutuar na
luz do sol na parte mais profunda da Lago Jumper. "Eu vou nadar sob o luar, tambm."
"O luar? "ele disse." Voc nadaria no escuro?
"Com voc eu faria."
Lacey tocou no brao de Tristan. "Voc tem que chegar at ela desta vez."
Ele assentiu.
Eles seguiram as meninas fora da loja. Tristan foi tentado escorregar para dentro da mente de Beth ,
ento encaminh-la para uma mesa onde pudesse tirar seu bloco de escrita, mas ele no queria dar
muitas instrues. Ela poderia comear a resistir.
Beth parou de repente na frente da "Electronic Wizard", e Tristan seguiu olhos delas para onde
estavam as tela de computadores.
"Olhe, olhe!" disse Suzanne, cutucando Ivy. "Voc pensa que Beth est olhando os caras."
"H um notebook que eu quero ", disse Beth.
Lacey Ento veio rapidamente atrs dela. Tristan viu que as pontas de seus dedos pararam
cintilante. Ela deu um empurro rpido. Beth tropeou na porta e olhou para trs com surpresa para
Suzana e Ivy. Elas seguiram Beth para dentro, com Tristan e Lacey bem atrs delas.
"Posso ajud-la? ", perguntou um vendedor."
Uh, eu estou apenas olhando ", disse Beth, corando." Posso experimentar seus modelos de tela? "
Ele apontou sua mo em sua direo e afastou-se.
"Prepare -se , Tristan", disse Lacey.
No demorou muito para Beth encontrar o programa de texto. Tristan no teve que se esforar para
acompanh-la, nem saber qual seria seu prximo pensamento, que era a maneira Lacey tinha
ensinado ele a escorregar nas mentes dos outros.
Quando um escritor v uma tela do computador vazia, o quev? Tristan perguntou. Uma tela de
cinema pronta para ser iluminada em seu rosto? Um cu com uma pequena estrela piscando no
topo, um universo pronto para ser descrito? Infinitas possibilidades. O amor da voltas e voltas sem
parar e todo amor tem obstculos.
Beth comeou a digitar:
Obstculos
O que ela via quando olhava todas as noites na tela negra solitria cu? Possibilidades. O amor da
voltas e voltas sem para e, oh, corao amargurado, todo amor tem obstculos.
 Ufa! Tristan pensou.
"Ufa!" Beth digitado, em seguida, piscou na tela.
"Fique com ela, Tristan", disse Lacey. "Mantenha a seufoco.
"Retrocede. Excluir a palavra. Oh, corao amargurado, Tristan inspirou Beth."
 Oh, corao amargurado, solitrio corao ", Beth digitado, ento parou.
 Ambos estavam presos, Tristan ento viu a conexo: Voc no deve ficar sozinha em casa.
"Voc no deve ficar em casa sozinho, "Beth digitou.
No  seguro por si s, pensou ele."
 No  seguro sozinha ", ela escreveu.
 Ento, antes que ele pudesse enviar-lhe uma mensagem sobre qualquer outra coisa, ela escreveu:
"Mas meu corao est segura sozinha com ele?"
 No, pensou ele.
"Sim", respondeu Beth.
No!
"Sim!"
No!
"Sim!" Beth fez uma careta.
Tristan suspirou. Claro, ela queria que o romance funcionasse e ser a menina que estava olhando
para o cu noturno  solitria.. Mas Tristan queria emitir uma advertncia. Se Ivy estava sozinha
com o cara errado ...
"O que h de errado?" perguntou Ivy.
"Eu tenho esse sensao estranha de novo ", disse Beth."  realmente estranho, como se houvesse
algum dentro da minha cabea, dizendo as coisas. "
" Oh, voc escritores. "Suzanne bufou.
 Ivy se inclinou para olhar da tela. "'No! Sim, no! Sim!'", Ela leu, depois riu um pouco triste.
 " parece-me quando eu conheci Tristan. "
"  Tristan, "Beth digitou rapidamente.
Ivy parou de sorrir.
Tristan pressionou e Beth digitado to rpido como ele pensou:
"Tenha cuidado. Ivy.  perigoso. Ivy. No fique sozinha. Te amo. Tristan".
Ivy se endireitou. "Isso no  engraado, Beth! Isso  estpido, e cruel!"
 Beth olhou para a tela, a boca aberta sem acreditar. Suzanne inclinou-se para ler. "Beth!" disse ela.
"Como voc pde? Ivy, espere!"
Mas Ivy j estava a meio caminho fora da loja. Suzanne correu atrs dela. Beth olhou para a tela,
todo o seu corpo tremeu. Tristan saiu da mente de Beth, exausto.
"Gostaria da impresso disso agora? "o vendedor perguntou, caminhando em sua direo.
Beth sacudiu a cabea lentamente e pressionando a tecla delete. "No desta vez", disse ela com
lgrimas nos seus olhos.
                                         ***

Todo o esforo que Tristan tinha feito para alcanar Ivy essa semana, falhou. O que era pior, as suas
tentativas de alert-la a tinha empurrado para longe dele e daqueles que cuidaram dela. Ela estava
evitando Beth e, agora, Philip tambm, depois que o menino disse-lhe que o anjo disse que ela no
devia ficar sozinha. Tristan poderia tentar mais uma vez atravs de Will, mas ele sabia que Ivy
apenas construiria uma outra parede, uma mais alta.
Quinta-feira ele foi para o Cemitrio Riverstone Rise, planejando descansar um pouco, na esperana
de afastar as trevas sem sonhos, para que ele podesse vigiar Ivy no fim de semana longo.
No caminho para sua prpria tumba, Tristan resolveu ir ao mausolu de Caroline e ver se tinha rosas
frescas sido deixada l. Ele pensou que Lacey estava certa: eles tinham que descobrir quem
era o visitante de Caroline e o que ele sabia sobre sua morte.
Tristan arrastou ao longo da estrada do cemitrio, como se ainda fosse de carne e sangue,
medo de despertar os mortos em paz. No luar, as pedras brancas fizeram uma paisagem urbana:
obeliscos imponentes como arranha-cus, mausolus como manses, as pedras de baixo
arredondada e brilhante blocos retangulares como bairros das pessoas comuns. Era uma cidade
estranha e ainda, a cidade de os mortos, minha cidade, pensou sombriamente. Em seguida, ele
reconheceu a pedra que marcavam uma das esquinas da famlia Baines.
Era um mausolu bem cuidado com algumas estatuas ornamentadas, figuras que pareciam assistir
Tristan quando ele se aproximou por trs da tumba Caroline. Quando passou o marcador, ele virou-
se com surpresa. Sentado na grama de Caroline, deitado de costas contra a sua pedra, como se ele
estivesse descansando na cama, estava Eric. Seus braos e pernas estavam moles, e sua cabea
estava voltada para o lado, sua bochecha apoiava contra a pedra. Por um momento Tristan no tinha
certeza se Eric estava respirando. Chegando mais perto, viu que os plidos olhos de Eric estavam
abertos, suas pupilas to dilatadas que parecia como se tivesse bebido duas piscinas de noite.
Ele estava respirando suavemente, e ele estava murmurando algo, algo que faz sentido apenas para
a mente sob efeito de drogas. Tristan questionou se Eric era capaz de determinadas aes neste
estado. Ele poderia ficar de p, ele poderia andar? Com a sua mente confusa como estava, ser que
ele poderia fazer algo que ele desejaria mais tarde no ter feito? Materializando seus dedos, Tristan
os correu atravs palma virada para cima de Eric.
Eric agarrou dedos de Tristan por um momento Tristan foi capturado. Ento, ele deixou os dedos e
moveu livremente.
"J faz um bom tempo", disse Eric, flexionando a mo que agarrou Tristan." J faz muito tempo,
Caroline, desculpe por isso. Muito vem acontecendo, muito mais do que ningum sabe. "Ele riu
baixinho e apontou, como se ele pudesse v-la diretamente na frente dele. "Claro, voc sabe."
"Eu no sei", Tristan respondeu. "O que est acontecendo? Diga-me."
 Eric levantou a cabea, e por um momento Tristan pensou que ele tivesse ouvido a pergunta.
"Sim ... provavelmente", disse Eric, respondendo a alguma outra pergunta. "Mas poderia ser, voc
sabe, confuso. Eu no gosto coisas ... confusas.
"Confuso? Tristan questionou. O que isso significa? Complicado? Sangue?
 Eric se levantou, piscando os olhos, atentos  voz que ele ouvia em sua cabea. O cabelo dele era
quase branco ao luar, e seus olhos pareciam buracos que olhavam fixamente, perfurandoTristan.
"Voc quer dizer Ivy. O nome dela  Ivy", Eric disse, acenando com a mo ossuda no ar. Passou
diretamente atravs Tristan, esfriando ele como o toque de um esqueleto.
"Bem, o que posso fazer?" Eric disse. "Voc sabe onde eu estou, Caroline. No me empurre! Deixe
estar!"
 Ele ficou em p e ficou ali, balanando.
Ento ele comeou a rir baixo. "Sim, sim", disse ele. "Esta semana todos esto indo para o lago
exceto Ivy. "Eric sorriu como se tivesse acabado de ouvir algo engraado." Agora, isso no 
uma coisa muito amavel para dizer!
"O que, em sua mente, alucinado pelas drogas, que ele achava Caroline tinha dito?
"Ei!" Eric gritou. "Eu disse" no me empurre. " Ele andou dois passos para o lado. "Cai fora,
Caroline. Eu no quero mais ouvir voc. Cai fora!
"Eric comeou a correr, ento, tropeando nas placas e cambaleando de lado para o outro, gritando
com uma voz estranha, estridente, "Cai fora, Caroline!
Cai fora! Cai fora!
"Tristan observou at que ele desapareceu no caminho. Ele tentou imaginar a outra metade da
conversa de Eric. O que Eric pensou que Caroline queria que ele fizesse?
Horripilante pensamentos inundaram mente Tristan. Ento ele se acalmou e, concentrando toda a
sua energia, gritou: "Caroline, voc est ai? "Ele chamou trs vezes, esperando que cada vez que ela
respondesse. Mas seus sentidos de anjo j lhe haviam dito que o silncio: No tinha nada l, apenas
um corpo frio, e suas respostas estavam apodrecendo com ele.
Captulo 6

Sexta feira pela manh, Gregory agitou um pedao de papel com um nmero de telefone, para
Ivy. "Prometa-me", disse ele.
Ela encolheu os ombros, em seguida, assentiu com a cabea meio sem vontade.
"O Lago Jumper  uma hora e meia de distncia, e a forma como eu dirijo, apenas uma hora ",
acrescentou com um sorriso. "Prometa-me. Ivy".
"Eu posso cuidar de mim", disse ela, e reorganizados a comida na caixa termica, pela quarta vez.
Maggie estava alimentando Andrew, Gregory, Philip e a si mesma esse fim de semana, mas tinha
embalado o suficiente de alimentos para uma famlia de ursos.
"Eu sei que voc pode cuidar de si mesma", Gregory disse, "mas voc ainda pode ficar triste ou se
assustar. Este lugar pode ser muito assustador quando voc est sozinho. "Ele sacudiu o papel." Se
voc precisar de mim, eu no me importo se  no meio da noite, me ligue.
"Ivy deu um ligeiro aceno com a cabea, o que no significa que ela iria ou no, em seguida
comeou a embalar a variedade de biscoitos e batatas fritas que a me tinha deixado na bancada da
cozinha . "Eu espero que voc esteja pronto para comer 24 horas por dia", disse ela a Gregory.
 Ele riu e abriu um dos sacos que estava segurando, pegando dois biscoitos. Ele coloco na boca e
mordeu.
 "Eu disse a voc, Ivy. No vou me queixar por voc estar sozinho aqui ", disse Gregory," mas o
negcio  que voc tem que me ligar uma vez por dia. "Ele a segurou com os olhos." Ok? "
Ela assentiu.
 "Prometa", disse ele, seu rosto perto do dela. Ele segurou com um dedo enganchado atravs de seu
cinto. "Prometa".
"Ok, ok, eu prometo", ela disse, rindo. Ele a deixou ir. Por um momento ela desejou que Gregory
ficasse em casa.
 "Eu sei que voc est realmente fazendo", brincou ele. "Assim que sairmos daqui, voc estar
chamando todo mundo e comeando uma grande festa. "
" isso", disse Ivy, lanando um pacote de guardanapos em cima do saco de lanche.
"Voc me descobriu."
 "Voc j pensou em chamar Will?" Gregory ainda estava sorrindo, mas sua sugesto era seria.
"No," ela disse com firmeza.
"Por voc no gosta dele? ", perguntou." No  por causa desses desenhos anjos... "
" No, no  isso. "Ivy verificou os pacotes de pratos e copos. Eles eram da "Tis the season" e eram
decorados com perus de ao de graas e os coraes dos namorados. "Eu gosto dele, s me deixa
desconfortvel. Eu no consigo explicar. Quando eu olho para ele, h algo em seus olhos ...."
Gregory riu alto. "O amor? Ou  apenas fria de hormnios?
"Certo, certo", disse Ivy. "Deve ser isso."
"Eu acho que sim." Ele colocou as mos sobre os ombros e no deixou que ela se afaste. "Um
desses dias voc vai perceber que h pessoas que nem sequer suspeita que esto olhando para
voc. . .com algo em seus olhos. "
Ivy olhou para seus ps. Ele riu de novo e deixou cair as mos. "Seja legal com Will", disse ele.
"Ele teve alguns momentos difceis no passado "
Antes de Ivy podesse perguntar que tipo de momentos difceis, Maggie e Philip entraram na
cozinha. Philip estava usando o bon dos Yankees e uma camiseta que Gregory tinha comprado no
jogo.
Pouco a pouco, Philip estava sendo amavel com Gregory, e Gregory parecia contente por ele. O
falatrio de Philip sobre os anjos ainda incomodava, mas isso foi provavelmente porque perturbava
Ivy.
Philip deu um pequeno soco no brao de Ivy. Ela havia notado ultimamente que quando os outros
estavam ao redor, seu pequeno irmo no iria abra-la. Maggie, que estava vestida para a vida ao
ar livre a partir do pescoo para baixo e pronta para uma sesso de fotos do pescoo para cima, deu
um abrao e um beijo em Ivy.
 Gregory e Philip imediatamente esfregaram seus rostos no mesmo local. Ivy sorriu para eles, mas
deixou a impresso de lbios vermelhos frescos em sua bochecha.
"Essa  a minha menina", disse Maggie. "Tens tudo embalado. Eu juro, acreddito que voc ser uma
me melhor do que eu.
"Ivy riu.
 Gregory levou a caixa trmica, e os outros seguiram com sacolas e malas, os colocando no
carro de Maggie. Gregory planejava levar seu prprio carro, e Andrew, que havia estado em uma
reunio a tarde, iria dirigir at o lago depois.
Havia um monte de carros batendo porta e tocando msica alta. Philip, que queria ir com Gregory,
estava brincando com seu som. Quando os ltimos carros partiram, e Ivy ficou sozinho, apreciando
o silncio. A tarde era quente e tranquila, e s as copas das rvores sussurravam secamente. Era um
dos poucos momentos de verdadeira paz que ela sentia desde a morte de Tristan.
Ela entrou e pegou um livro, que Beth lhe dera, por isso tinha certeza de ser um romance trrido.
Beth tinha enviado atravs de Suzanne com uma nota de pedido de desculpas, com medo de encarar
Ivy e com medo de ligar pra ela. Ivy tinha telefonado Beth para que ela saiba que ela no estava
mais com raiva.
 Porm, ela ainda estava perplexa. Era uma coisa to estranha o que Beth tinha feito, criar
mensagens no computador com o nome do "Tristan". Beth era geralmente to sensvel aos
sentimentos das outras pessoas. Bem, ela pensava que Will era sensvel tambm, e olha o que ele
tinha feito: colocado um par de asas em Tristan.
Apesar da dor dessa memria, Ivy sorriu um pouco. O que Tristan teria pensado sobre Will
transform-lo em um anjo?
Ela leu por mais de uma hora e meia dentro da casa da rvore, ocasionalmente olhando para fora
atravs dos ramos a tira brilhante distante que era o rio. Ento ela colocou o livro no cs da cala
jeans e desprendeu a corda. Com animo para um passeio, Ivy circulou em torno da frente da casa
e foi para um caminho sinuoso. Ela apressou o passo e manteve assim at subir o morro novamente,
retornando do topo suada e alegre.
Talvez ela possa finalmente tocar "Liebestraum", pensou. Com todo este silncio em torno dela,
talvez poderia jogar acima de uma tempestade, e trabalhar todo o caminho da cano de amor. Ela
vinha praticando para o festival todos os dias, mas no tinha conseguido chegar ao final da pea.
Em algum momento as lembranas sempre voltavam para ela, como uma onda lentamente voltando
para ela e a refgando de toda a msica. Talvez esse dia ela poderia segurar as notas.

Ivy pegou um refrigerante na cozinha e correu para cima tomar um banho. No meio, ela se
perguntava se ela havia trancado a porta dos fundos. No seja tola, disse a si mesma. Ningum
nunca aparece nesta colina. Ela desejava apreciar estes dias de paz e no iria deixar a preocupao
de Suzanne, Beth, e Gregory a colocasse a margem..

Quando Ivy subiu a escada para sua sala de msica, Ella deslizou em frente dela e saltou para cima
do banco do piano.

Ivy sorriu. "Voc est praticando para o festival, tambm?"

Ela pensou sobre os trio de notas que Ella tinha "tocado" na semana anterior, logo tirou da sua
mente, a msica fazia com que ela comeasse a pensar em Tristan.

Ivy comeou seu aquecimento, em seguida, tocou as melodias que eram favoritas de Philip
 e, finalmente, comeou a "Liebestraum". Ela estava satisfeita com estava tocando, os dedos voando
sobre as teclas, acompanhando completamente a cadncia vibrante. Pouco antes dela voltar para o
tema de abertura, no momento em que ela fez uma pausa voltar a pgina, ela ouviu um barulho.

Imediatamente ela pensou em vidro estilhaado. Sua pele ficou toda arrepiada, mas ela lutou contra
o medo. Ela lembrou que o estilhaar de vidro era um som de seus pesadelos. Se algum realmente
queria entrar, tudo que a pessoa tinha que fazer era abrir a porta traseira. O barulho no foi uma
quebra de vidro, disse a si mesma. Um galho de rvore caiu na casa, ou alguma coisa tinha
caido escada abaixo.

Ainda assim, ela sentia desconfortvel. Ela olhou ao redor da sala e viu que Ella tinha ido embora.
Talvez a gata tinha batido mais alguma coisa. A melhor coisa a fazer seria investigar e provar a si
mesma que no era nada. Ivy foi para o topo da escada do sto e escutou.

Ela pensou que o barulho tinha vindo da ala oeste, do escritrio Andrew. Talvez fosse Andrew, saiu
de sua reunio mais cedo, parando na casa para pegar alguma coisa.

Ivy desceu os degraus para seu quarto e parou na porta que dava para o corredor. Ela desejou que
Ella estivesse com ela, a gata poderia avis-la com uma ponta de suas orelhas ou uma contrao de
sua cauda.

A casa de repente parecia enorme, o dobro do seu tamanho real, crivado de uma centena de
esconderijos e longe de qualquer um que podia ouvi-la gritar. Ivy recuou e pegou o telefone em seu
quarto, logo decidiu observar.

Pensou consigo mesma. Voc no pode arrastar a polcia por todo o caminho at aqui para nada.

"Andrew?" ela chamou. "Andrew,  voc?"

Nenhuma resposta.

"Ella, venha aqui. Onde est voc, Ella? "

A casa era ensurdecedoramente silenciosa..

 Ivy na ponta dos ps para o salo e resolveu descer as escadas ao invs do centro mais estreito
que levou para a ala oeste. Havia um telefone sobre a mesa do salo inferior. Se ela percebesse que
algo havia sido alterado, ela imediatamente podia fazer uma chamada a partir de l.

Na parte inferior da escada Ivy olhou rapidamente  esquerda edireita. Talvez ela deve apenas correr
pela porta da frente, ela pensou.

E depois o qu? Deixar algum roubar o que ele queria? Ou melhor ainda, deix-lo encontrar um
lugar confortvel para esperar por ela?

No deixe sua imaginao mexer com voc, ela se repreendeu.

Os quartos no lado leste da casa  a sala , a biblioteca, e o solrio - estavam fechados, ainda
fechadas contra do sol. Ivy foi por outro caminho, olhando em torno para a sala de jantar. Ela
atravessou ele, tencionando e rangendo de tbuas velhas, e abriu a porta para a cozinha. Atravs
dela estava a porta que ela havia deixado destravado, ainda fechada. Aps uma rpida verificao de
dois armrios, ela trancou a porta de fora.
 Mas e quanto ao poro? Ela trancou a porta do lado da cozinha. Ela pode verificar
a entrada exterior mais a diante, ela pensou, ento dirigiu para o quarto famliar. Nada tinha sido
mexido.
Assim que ela entrou na galeria que levava para o escritrio de Andrew, Ella veio trotando em sua
direo.

"Ella!" Ivy respirou alviada. "O que voc anda fazendo?"

Ella abanou seu rabo ferozmente frente e para trs.

"Primeiro foi sua cadeira", disse Ivy, balanando o dedo na gata, que ela estava ofegante de alvio.
"Agora, o que, um vaso de Waterford?"

Ella caminhou para a sala e parou.

A vidraa foi quebtada e a porta ao lado estava entre aberta. Ivy recuou.

Ela pisou nele. "O qu?"

Antes que ela pudesse virar, um saco foi enfiado na sua cabea. Ivy gritou e lutou para conseguir se
livrar, rasgando o saco com as unhas, agarrando-o como um gato. Quanto mais ela
puxou o pano, mais apertado ficou . Ela sentiu como se estivesse sufocando.

Ela lutou para manter-se sem pnico, lutando contra algum mais forte do que ela. Pense! Pense!
disse a si mesma.

Seus ps ainda estavam livres. Mas ela sabia que se chutasse perderia o equilbrio, ele a capturaria.
Ela comeou a usar seu peso, balanando o corpo todo de um lado para o outro. Ela balanou
fortemente. Ele perdeu o controle, e Ivy girou se afastando.

 Ento ele agarrou ela novamente. Ele a empurrando agora para uma parede ou um canto, ela
pensou. Ela no podia ver nada atravs do saco escuro e tinha perdido a noo de onde estava.
Mesmo que ela pudesse se livrar dele, no sabia qual o caminho tomar. O saco era to spero que
cada vez que ele puxava, os fios queimavam seu rosto. Ela queria levantar as mos e rasgar o saco
assim veria rosto do atacante.

Ele no fez nenhum som. Ela sentiu o modo dele a agarrar diferente, segurando agora por apenas
um brao. Ento ela sentiu algo pressionado contra sua cabea, algo duro e redondo como o cano de
uma arma.

Ela comeou a chutar e chutar, e a gritar.

 Ento ouviu um som de varias batidas em outra parte da casa. Algum estava batendo e chamando ,
"Ivy! Ivy!"

Ela tentou responder.

Ela foi arremessada para a frente e no conseguiu evitar cair. Ela bateu contra algo to duro como
rocha e deslizou para baixo dele. Metal e as coisas caram ruidosamente ao seu redor. Ento tudo
ficou escuro.

                                              ***
"Ivy! Ivy!" Tristan chamou.

 "Ivy! Ivy! "Will gritou, batendo na porta da frente. Em seguida, ele correu ao redor da casa, 
procura de alguma outra forma entrar.

Ele viu o carro Gregory estacionado atrs.

Ele parou, Tristan parou - na janela quebrada e a porta que tinha sido aberta, que dava para o
escritrio de Andrew.

"Ivy, o que... Quem fez isso?" Gregory estava dizendo, curvado sobre ela, delicadamente
retirar o saco. "Voc est bem? Calma. Voc est segura agora."

As ferramentas da lareira foram espalhadas pelo cho. Ivy esfregou a cabea e olhou para
Gregory. Ento eles se viraram para olhar Will, o qual estava na porta. Tristan tinha sado dele, mas
ele viu o medo e a desconfiana no rosto de Ivy e da raiva em Gregory.

"O que voc est fazendo aqui?" Gregory perguntou.

Will estava sem fala, e mesmo que Tristan estivesse ficado dentro, ele no poderia ter dado uma
resposta satisfatria a Gregory ou a Ivy.

"Eu no sei," Will disse. "Eu s pensei... eu s sabia que tinha de estar aqui. Eu senti que algo
estava errado e que eu tinha que vir.

"Com a raiva saindo do rosto de Gregory, sua pele parecia mais plida do que o normal. Ele parecia
quase to agitado como Ivy.

"Est tudo bem. Ivy?" Will perguntou.

Ela assentiu e se virou, descansando a cabea no peito de Gregory.

"H algo que eu posso fazer? "Will perguntou.

" No. "

"  melhor eu chamar a polcia ", disse ele.

"  melhor fazer isso ", disse Gregory, sua voz fria e hostil.

Quando Will fez a chamada, ele falou com calma, mas Tristan sabia que seu parceiro estava to
agitado e perplexo quanto ele. Tristan sabia um pouco mais sobre a sensao de Ivy estar em perigo.

 Ela precisa de voc. A mensagem tinha chegado a Tristan, porm se ele tinha ouvido ou
simplesmente entendido, ele no poderia dizer. Mas sabia que algo estava para acontecer, e
lembrando que Lacey tinha dito que ele no podia salv-la ele mesmo, que ele tinha que combinar
seus poderes com outra pessoa, ele havia corrido direito para Will, o instruindo a ir at Ivy, para
ajud-la.

Tinha sido uma luta, especialmente no incio. Tristan teve que aprender a canalizar a sua energia, e
gradualmente Will se entregou a seu controle. Tristan se questionou se Will percebeu que ele estava
sendo levado pela colina a oitenta quilmetros por hora, apesar da ladeira e das curvas. Ser que vai
se lembrar de corrida em torno da casa mais rpido do que era humanamente possvel?

Mas ainda no foi rpido o suficiente para pegar atacante Ivy, pensou Tristan. At que ele sabia
quem era o atacante, no havia como adivinhar quando atacaria de novo, ou como Will e ele poderia
proteger Ivy.

Will e ele. Ele e Will. No havia como negar que Will agora cuidadava de Ivy e que Tristan
precisava dele tambm.

Tristan assistiu como Gregory pegou Ivy e levou-a para o sof. Ella estava agachada sob a mesa de
Andrew, com os olhos brilhantes como brasas.

"Quem foi, Ella?" Tristan perguntou. "Voc  a nica que viu. Quem fez isso? "

Will saiu da sala e voltou com um saco de gelo.

 Gregory segurou delicadamente contra a cabea de Ivy. "Eu estou aqui. Tudo vai dar certo", disse
uma e outra vez, sempre esfregando as costas dela e para acalmar.

 Em pouco tempo eles ouviram o som de uma sirene. Um carro da polcia estacionou na calada,
seguido por outro carro. Era Andrew.

"O que aconteceu?" gemeu Andrew, correndo para dentro da casa com os oficiais. "Ivy, voc est
bem?"

Ele olhou para o janela quebrada, em seguida a Will, e, finalmente voltou sua ateno para
Gregory. "Por voc est aqui? ", perguntou." Voc deveria estar com Maggie e Philip. "

" Por que voc est aqui? "Gregory perguntou tambm.

Andrew olhou rapidamente para a polcia, em seguida, apontou para a mesa. "Deixei para trs
alguns papis, alguns relatrios que eu queria trabalhar no lago. "

" Vim porque Ivy me ligou ", disse Gregory." Eu disse a ela hoje antes de ir que ela deveria me
chamar se precisasse de alguma coisa. "Olhou para ela. Ivy encontrou seus olhos com uma
expresso confusa.

"Foi voc quem me chamou, no foi? ", perguntou.

" No. "

Gregory olhou surpreso, apertou as mos e depois as soltou. "Uau", ele disse suavemente. "Voc
deve algum um favor.

 Ele se virou para os outros. Quando chegamos ao lago, eu tive que parar em uma loja. Maggie tinha
lembrado de tudo para a nossa viagem, exceto papel higinico.

"Quando voltei, o homem na pousada disse que algum tinha ligado trs vezes, perguntando por
mim, mas no deixou recado. Achei que era Ivy. Tem sido difcil para ela ultimamente, voc sabe
disso ", disse, apelando ao seu pai." Eu no perdi tempo. Voltei para casa.
"Garota de sorte", comentou um dos policiais.

A polcia comeou a fazer perguntas. Tristan se movia lentamente ao redor da sala, estudando os
rostos e lendo o que a polcia estava anotando.

Sentia cime toda vez que ele via Gregory tocar Ivy? Ou foi  uma espcie de intuio? ele se
perguntou. Ivy estava realmente segura nos braos de Gregory?

Gregory disse a Eric que Ivy estaria sozinha todo fim de semana? Se Eric foi responsvel por isso,
poderia Gregory estar encombrindo?

E por que Gregory questionou seu pai? Ser que ele achava que a desculpa de Andrew para retornar
para a casa era muito conveniente?

A polcia ficou um longo tempo naquela tarde e fez muitas perguntas, mas para Tristan parecia que
todas estavam de erradas.
Captulo 7


Quando Ivy atendeu a porta na manh de tera-feira, ela sabia que Beth tinha lido o jornal local. Sua
amiga entrou com um rpido e tmido "Como voc est?" Ela abraou Ivy, quase espremendo o ar
para fora dela, em seguida, recuou, corando.

"Eu estou bem." disse Ivy. "Estou muito bem."

 "Voc esta?" Beth olhou como uma me coruja preocupado, com os olhos arregalados, os cabelos
caindo para fora de seu n. Ela olhou para rosto machucado de Ivy.

" a ltima novidade em tatuagens", Ivy disse, sorrindo e tocando o rosto levemente.

"Seu rosto parece... um amor perfeito."

Ivy ri. "Roxo e amarelo. Eu vou usar para o festival. Tem alguma coisa para cobrir?"

Beth tentou sorrir, mas acabou mordendo o lbio .

"Vamos entrar", disse Ivy, a levando para a cozinha. "Vamos beber alguma coisa. Temos que ficar
por aqui por alguns minutos. Vou ser entrevistada pela terceira vez."

"Por um jornal? "

"Pela polcia. "

" A polcia! Ivy, tem que contar a eles... "Beth hesitou."

Contar a eles o que? "Sobre as mensagens do computador", Beth disse calmamente.

"No." Ivy puxou uma banqueta para Beth para sentar. "Por que devia contar? No era nada mais
que uma coincidncia estranha. Voc estava apenas brincando e..."

O olhar nos olhos de Beth parou. "Eu no estava brincando.

" Ivy encolheu um pouco os ombros, mexendo em alguns gros de caf. Desde sexta-feira  noite
ela tinha agido como se nada mais tivesse acontecido, como se ela j tivesse superado o susto. Ela
se sentiu mal sobre arrunar o fim de semana de todos e tentou impedi-los de se preocupar e lastimar
por ela. Mas a verdade era que ela estava contente de ter sua casa de famlia com ela. Ela estava
comeando a ficar assustada.

 Philip estava convencido de um anjo mandou Gregory para salv-la... o mesmo anjo impediu de
cair da casa da rvore, ele afirmou. Recentemente, ele havia encontrado uma esttua de um jogador
de beisebol angelical e alegou que tinha sido entregue a ele por um amigo brilhante seu prprio
guardio.

 Ivy sabia que seu irmo estava falando assim porque estava com medo. Talvez, pensou Ivy, tendo
perdido Tristan, Philip estava com medo de perd-la tambm. Talvez tenha sido por isso que ele
tinha avisado vrias vezes sobre o trem subindo dolina para pega  la.

Como ela poderia culp-lo? Com o acidente de carro, em seguida, logo a chamada da sexta. Ivy
imaginava perigos escondidos onde quer que ela olhova. E se h uma coisa que ela no precisava
naquele momento, era Beth olhando para ela como se tivesse visto algo muito mais assustador.

 "Beth, voc  minha amiga, e voc estava preocupada comigo por ficar sozinha, da mesma forma
que Suzanne e Gregory estavam preocupados. A diferena  que voc  uma escritora e voc tem
uma imaginao muito ativa", Ivy acrescentou, sorrindo. " natural que quando voc se preocupa,
isso sai em uma histria."

Beth no parecia convencida.

"Em qualquer caso, voc no  responsvel. Mesmo se voc fosse vidente, os videntes s sabem
sobre as coisas, eles no as fazem acontecer."

A campainha tocou, e Ivy rapidamente secou as mos. "Portanto, no h razo para dizer  polcia".

"Dizer o qu?" Gregory perguntou, entrando em cozinha.

Ele levantou mais cedo que o habitual, vestido para um dia em Nova York com Suzanne.

"Diga a Gregory sobre isso, Beth, se isso te fizer sentir melhor", aconselhou Ivy, em seguida, foi
atender a porta.

Um homem ruivo com alito de bala menta estava passeando na varanda da frente como se ele
estivesse esperando por horas. Ele se identificou como tenente Donnelly e perguntou se ele poderia
falar com ela no escritrio onde o ataque ocorreu.

"Vou ver", Ivy respondeu: "Meu padrasto no foi para a faculdade hoje, e se ele est trabalhando..."

"Ele est aqui? Bom", o detetive disse rapidamente. "Ele est na minha lista tambm."

 Poucos minutos depois eles se juntaram no escritrio de Andrew com Gregory. O detetive tinha
perguntas para todos eles, mas a maioria do que se falou era de fatos que tinham acontecido.

Quando acabaram, o tenente disse: "Nossa razo para questionar de novo  que ns tivemos um
incidente semelhante na noite passada em Ridgefield. Mesmo modus operanti, a vtima, uma
menina da escola secundaria, com um saco puxado sobre sua cabea. Se o nosso amigo est fazendo
uma srie de ataques, ns queremos encontrar as semelhanas quanto possvel. Desta forma,
podemos estabelecer um padro, prever ...e peg-lo. "

"Ento voc j concluiu que o ataque a Ivy foi um ato aleatrio", disse Andrew, "ao invs de algo
feito por algum que conhece ela?"

 "Ns no temos nada concludo", respondeu o detetive, inclinando-se e levantando "sua espessas
sobrancelhas vermelhas", e eu estou sempre interessado em teorias de outras pessoas. "

" Eu no tenho teorias ", Andrew disse secamente." Eu s quero saber se ela est segura agora. "

" Existe algum motivo pelo qual pense que ela no est? Existe algum que voc sabe que gostaria
de ferir um membro da sua famlia? "
" No ", respondeu Andrew. Ento ele virou para Gregory." No que eu saiba ", disse ele
lentamente." Voc sabe de algum, Gregory? "
Gregory deixou a questo suspensa no ar por um momento." No ".

Andrew voltou para o detetive. "Ns s queremos saber se podemos assumir que Ivy est segura."

"Claro. Compreendo, senhor", disse Donnelly. "E  claro que voc entende que eu no posso
assegurar isso." Ele entregou seu carto a Ivy. "Se voc se lembrar algo mais, me ligue."

"Sobre a garota em Ridgefield," Ivy disse, pegando a manga do detetive. "Ela est bem?"

A boca do homem, formou uma linha sombria. Ele balanou a cabea duas vezes. "Est morta", ele
disse calmamente, ento abriu a porta com vidro novo. "Tenho que ir."

 Assim que ele deixou a casa. Ivy saiu correndo do quarto, no querendo que os outros vissem suas
lgrimas. Gregory a alcanou na metade do caminho para as escadas. Ela se afastou para longe dele
e caiu de joelhos. Ele a puxou para ele.

"Ivy. Fala comigo. O que est acontecendo?"

Ela afastou-se dele e apertou os lbios.

"O que est acontecendo?"

"Poderia ter acontecido comigo!" ela deixou escapar. "Se voc no tivesse aparecido naquele
momento, se voc no o tivesse assustado..." Lgrimas caram-lhe pelo rosto.

"Isso no aconteceu", disse ele gentilmente mas com firmeza, e se sentou com ela na escada.

No deixe agora. Ivy implorou silenciosamente. No saia com Suzanne hoje. Eu preciso de voc
mais do que ela.

Imediatamente ela se sentia culpada por esses pensamentos.

Gregory enxugou as lgrimas.

"Desculpe", disse Ivy.

"Desculpe por qu?"

"Para agir to... to..."

"Humana"?

Ela descansou nele.

Ele tirou o cabelo do rosto e deixou que seus dedos ficassem enrolados nele.

 "Meu pai estava certo, voc sabe. Pela primeira vez, o velho Andrew acertou. Tenho pena da
famlia da outra garota, mas estou bastante aliviado. Agora sabemos que no havia algum atrs de
voc." Ele puxou a cabea dela para trs para a olhar. "E isso permite que Will fique fora disso",
brincou.

 Ivy no riu.
"A menos que Will tem uma carreira que no conhecemos. ...." Ele pode ser muito silencioso e
misterioso...

 Ivy ainda no sorriu. Ela respirava o mais uniformemente possvel, tentando sufocar os soluos. "
melhor voc ir, Gregory", ela aconselhou. "Voc percebe que hora ? Suzanne no gosta que seus
acompanhantes atrasem."

"Eu sei", disse ele, e manteve-se Ivy longe dele, para estud-la.

Ser que ele olha para Suzanne dessa forma, ela se perguntou, to intensamente, como se ele
estivesse procurando seus pensamentos? Ser que ele olha em seus olhos da maneira como ele olha
para mim? Ser que ele se importa com ela tanto quanto ele se preocupa comigo?

Outra onda de culpa tomou conta de Ivy; seu rosto deve ter revelado isso.

"O qu?" ele perguntou. "O que voc est pensando?"

"Nada.  melhor voc ir."

Ele continuou a olhar para ela, hesitante.

"Quando sair, pode parar e dizer Beth eu estarei l em um minuto?"

Ele deu de ombros, em seguida a soltou. "Claro."

Ivy apressou para subir. Ela estava feliz por passar boa parte do dia com a Beth. Se ela dizia que no
queria falar sobre algo, Beth deixava passar o assunto. Infelizmente, ela j tinha combinado jantar
com Suzanne naquela noite, depois que Gregory e ela voltassem de Nova York. Ivy no tinha
vontade de recordar todos os detalhes sobre o salvamento herico de Gregory e cada " ele disse, eu
disse" no encontro com Suzanne.

 Ivy tinha acabado passar pelo quarto de Gregory, quando seu telefone tocou. Ela se perguntava se
ela deveria atender para ele ou que deixassem uma mensagem na secretria eletrnica.
Provavelmente era Suzanne, Ivy pensou, ligando para descobrir onde ele estava. Ela parou para
ouvir; e se ela era amiga dela, ela ia pegar o telefone e dizer a ela que Gregory estava a caminho.

A secretria eletrnica apitou. Houve um momento de silncio, em seguida, uma voz disse: "Sou
eu. Preciso do dinheiro, Gregory. Voc sabe que eu no gosto de ir ao seu velho. E voc sabe o que
vai acontecer se eu no tiver o dinheiro. Preciso de dinheiro, Gregory, agora. "

A pessoa desligou sem se identificar, mas ela reconheceu sua voz. Eric.

 Ivy tamborilou os dedos na cadeira de vime, olhou para a lagoa atrs da casa dos Goldsteins, e
consultou o relgio mais uma vez. Obviamente Suzanne tinha esquecido os seus planos. Eles
tinham que se encontrar l pelas seis e meia. Era agora 07:25.

Ivy estava irritada por que tinha esperado tanto tempo, especialmente porque ela no queria nem ver
Suzanne naquela noite. Mas ela pensou que, como uma leal amiga, ela devia esperar. "Sua melhor
amiga para sempre ", ela murmurou. Em casa, ela tinha uma grande caixa de cartas rasgadas,
observa que Suzanne comeou a escrever na quarta srie, quando ela ficou entediada na sala de
aula. Todas as cartas foram assinadas, "Sua melhor amiga para sempre."

Para sempre, mas a verdade era, com Gregory ao redor, as coisas estavam mudando entre as duas. E
Suzanne era to culpado quanto ela. Ivy se levantou da cadeira bruscamente e comeou a descer os
degraus da varanda.

 Do outro lado da casa, veio o som de um carro na garagem. Uma porta bateu. Ivy circulou ao redor
da casa, ento parou. Gregory e Suzanne estavam caminhando lentamente em direo  casa, os
seus braos um em volta do outro, Suzanne com a cabea em seu ombro. Ivy queria ter sado mais
antes, muito antes.

Gregory viu o primeiro a ve-la e parou de andar. Ento, Suzanne olhou para cima. "Oi, Ivy!" ela
disse com surpresa. Um momento depois, sua mo voou at a cabea. "Oh, no, eu esqueci
completamente! Sinto muito. Espero que voc no esteja esperando muito tempo."

 Desde s seis e meia, e voc sabe disso, e eu estou morrendo de fome, ela queria dizer, mas no o
fez. Mas ela tambm no jogo o jogo de Suzanne para tranquiliz-la de alguma maneira: No, no,
eu acabei de chegar. Isso  o que ela deveria dizer, no era? Ivy apenas olhou para a amiga e deixou
que ela descobrisse.

Talvez Gregory percebesse algumas das tenses entre elas. Ele interviu rapidamente. "Ns
decidimos na ltima hora comer uma pizza na Celentano. Eu sinto muito, no sabia que voc estava
aqui. Ivy. Teria sido timo se voc viesse conosco."

Ele foi recompensado com dois olhares: Suzanne, por implicar que o jantar teria sido timo se Ivy
tivesse ido, Ivy, por sugerir que ela gostaria de estar em um encontro deles. Ele no tinha ouvido
falar que trs  demais?

Gregory se soltou de Suzanne, em seguida, retirou se em direo ao carro. Deslizando uma mo no
bolso, e a outra ele apoiou na porta aberta, tentando parecer casual.

"Eu posso ver que tem algumas coisas para falar essa noite, alguma sujeira para limpar. Talvez eu
deva sair antes de eu seja arrastado pela novela."

Voc  j est na novela. Ivy pensou.

"Provalvemente se sairia bem," Suzanne respondeu. "A maioria dos caras so amadores."

Gregory riu, no tanto  vontade como ele fingiu. Ivy pensou, em seguida, sacudiu as chaves e foi
embora.

"Estou cansada", disse Suzanne, sentou na escada da frente e puxou Ivy com ela. "Manhattan no
vero- Eu te disse, que traz as loucuras. Voc devia ter visto todas as pessoas na Times Square,
esperando por uma outra viso de..."

Ela se interrompeu, mas Ivy sabia o que estava prestes a dizer. Ela j tinha lido sobre a angelical
Barbra Streisand.

Suzanne estendeu a mo e, em seguida, tocou o rosto de Ivy  muito, muito suavemente. "No
esto cansados de ver voc na sala de emergncia?"
Ivy riu um pouco.

 "Como voc est se sentindo?" Suzanne perguntou.
"Bem ... realmente," ela acrescentou, quando viu a dvida nos olhos de Suzanne.

"Voc est sonhando com isso agora, tambm?"

"Eu no tenho at agora", disse Ivy.

"Voc  jovem, forte," Suzanne disse, abanando a cabea. "E eu aposto que voc est com fome e
pronto para me matar."

"Muita fome e quase pronta", respondeu Ivy enquanto Suzanne se levantou da escada e procurou na
bolsa as chaves de sua casa. Peppermint, o lulu da Pomerania de Suzanne, a recebeu com latidos de
alegria, antecipando o jantar. Elas seguiram direto para a cozinha.

Enquanto Suzanne alimentava Peppermint, Ivy explorou a geladeira dos Goldstein, que sempre foi
bem abastecida. Ela se contentou com uma grande tigela de sopa caseira. Suzanne colocou uma
bandeja de bolinhos e alguns biscoitos de limo frescos na mesa entre elas. Ela cortou um brownie,
ento virou e sentou em sua cadeira. "Eu tenho ele, Ivy", disse ela. "Gregory  definitivamente
fisgado. Agora tudo que tenho pescar ele"

 "Eu pensei que voc tivesse pescado ele na semana passada, ou talvez uma semana antes",
recordou Ivy. "

 por isso que eu preciso de sua ajuda", disse Suzanne rapidamente. "Eu nunca tenho certeza, com
Gregory. Tenho que saber. Ivy, ele saiu com outras meninas este fim de semana? Quero dizer,
comigo estando longe e ele tendo que voltar para casa por causa de voc, eu queria saber se pegou
seu livro de encontros e ...

" Ivy buscou o macarro ao redor do prato com sua colher de sopa. "Eu no sei", disse ela.

"Como no sabe? Voc vive com ele!"

"Ele estava em casa sbado de manh.  tarde, jogava tnis e foi s compras.  noite, ele foi para
um filme com o Philip e eu. Ele ficou fora por um tempo no domingo  tarde, mas o resto do tempo
ele estava com Phipip e eu ".

"E voc.  uma coisa boa voc ser minha melhor amiga e meia-irm de Gregory", afirmou
Suzanne ", ou ento eu estaria louca de cimes e suspeitas. Sorte para ns duas, no ?"

"Sim", Ivy respondeu sem entusiasmo.

"Que tal segunda-feira? Ele sai, ento?"

 "Por um tempo na parte da manh, e noite passada chegou tarde Suzanne, eu no me sinto bem
informar sobre ele para voc."

"Bem, de que lado voc est?" a amiga perguntou.

Ivy quebrou um biscoito em sua sopa. "Eu no sabia que existiam os lados."
"Quem voc acha mais leal, eu ou Gregory?" Suzanne persistiu. "Sabe, no comeo eu pensei que
voc no gostava dele. Na verdade, eu pensei que voc no podia suport-lo, mas no disse nada
porque no queria ferir meus sentimentos."
 Ivy balanou a cabea. "Eu no conhecia muito bem, ento. Mas eu conheo agora, e desde ento
eu me preocupo com ele e me preocupo com voc, e desde que voc est pegando..."

"Eu o peguei. Ivy".

"J que voc o pegou, e voc me ganhou anos atrs, como pode haver os lados?"

"No seja to ingnuo," Suzanne respondeu. " H sempre os lados no amor." Ela cortou pequenos
pedaos de brownies na forma. "O amor  uma guerra."

"No, Suzanne".

Ela parou de cortar. "No o qu?"

"No faa o que voc est fazendo com ele."

Suzanne sentou em sua cadeira. "De que est falando?" Havia um frio notvel em sua voz.

"Eu estou dizendo para no brincar com ele. No o magoe da maneira que voc magoo os outros
caras. Ele merece um tratamento melhor, muito melhor."

Suzanne ficou em silncio por um momento. "Voc sabe o que voc precisa. Ivy? Um Namorado
seu."
 Ivy encarou sua sopa.

"E Gregory concorda comigo sobre isso." Ivy olhou para cima rapidamente. "Ele acha que Will 
perfeito para voc."

"Tristan foi perfeito para mim."

"Foi", disse Suzanne. "Foi. A vida continua, e tem que ir a diante!"

"Eu vou quando eu estiver pronta", respondeu Ivy.

"Voc tem que deixar o passado para trs." Suzanne colocou a mo no pulso de Ivy. "Voc tem que
parar de agir como uma menina, segurando a mo do irmo mais velho Gregory".

Ivy desviou o olhar. "Voc tem que comear a sair e ver outros caras. Will  um comeo."

"Fique fora disso, Suzanne".

"Gregory e eu podemos organizar."

"Eu disse, fique fora disso!"

"Tudo bem!"

Suzanne cortou um pedao de brownie ultrafinos, depois apontou a faca no Ivy. "Mas voc fique de
fora, tambm, e no me diga o que fazer. Estou avisando agora, no interfira comigo e Gregory."
O que ela quis dizer com interferir? Ivy se perguntou. No lhe dar conselhos ou parar de segurar a
mo de Gregory?
 Ambas olharam para a suas comidas em silncio. Peppermint sentou-se entre suas cadeiras,
olhando de um para o outro. Ento, de alguma forma, aps o que pareceu um silncio interminvel,
elas encontraram um caminho em terreno mais seguro, falando sobre o casamento que Suzanne
tinha ido. Mas enquanto Suzanne falava e Ivy balanava a cabea, todos o que Ivy conseguia
pensar era que uma forma ou de outra, ela ia perder algum que significava muito para ela.
Captulo 8


"Ns d mais alguns minutos, Philip", disse Ivy. "Queremos olhar o resto de suas pinturas."

"Eu acho que vou encontrar Gregory".

Ivy estendeu rapidamente e pegou seu irmo pela parte de trs da sua camiseta. "Hoje no. Voc
est preso comigo e Beth ."

Durante os ltimos quatro dias Ivy passou pouco tempo com Gregory, vendo-o apenas nas refeies
da famlia ocasional de passagem no corredor. Quando seus caminhos se cruzam, ela tinha era
cuidadosa para no iniciar uma conversa longa com ele. Quando ele a procurou, - e quanto mais ela
o evitou mais a procurou, - ela tinha dito que estava a caminhoda sala de msica para ensaiar.
Gregory olhou surpreso e um pouco irritado com a distncia que ela estava colocando entre eles.
Mas o que mais ela poderia fazer? Eles haviam crescido muito perto. Sem querer, Ivy tinha ficado
dependente dele. Se ela no recuar agora, ela pode perder Suzanne como amiga.

 Suzanne e Beth tinham se encontrado com Gregory, Philip, Ivy e na cidade, naquela tarde, no final
da Main Street, onde comeava festival. Suzanne imediatamente colocou seu brao nas costas de
Gregory e enfiou a mo no bolso de trs, andando para longe de Ivy e Philip. Ivy tinha respondido
dirgindo Philip em outra direo. Beth ficou de p na esquina da rua.

"Venha com a gente", Ivy chamou por ela. "Ns estamos indo ver a arte." A exposio foi colocaada
ao longo de uma rua estreita de lojas antigas que ia de volta da rua principal. Uma variedade de
moradores, mulheres empurrando carrinhos de beb, senhoras de idade em chapus de palha, as
crianas com suas caras pintadas, e dois rapazes vestidos como palhaos, caminhavam olhando para
os quadros, tentando adivinhar quem eram os artistas. Cada quadro estava intitulado e numerado,
mas os nomes dos artistas foram cobertos para o julgamento que ocorreria mais tarde naquele dia.

Ivy, Beth, e Philip estavam quase no final da exibio, quando Philip tinha comeado a neura de
encontrar Gregory. Agora Ivy apontava para uma pintura estranha, tentando distra-lo.

"O que voc acha que ?" , perguntou ela.

"Coisas". Ele leu o ttulo com cara fechada.

 " Me parece uma linha de batons", Beth disse, "ou rvores no outono ou velas de Natal ou garrafas
de ketchup ou msseis ao pr do sol..."

Philip franzio seu rosto.

"Me parece que ele  estpido", disse ele em voz alta.

"Shh! Philip, fale baixo", advertiu Ivy. "Pelo que sabemos, o artista poderia estar atrs de ns."

Philip virou para olhar. De repente, a carranca tinha desaparecido. Seu rosto se iluminou.

"No", ele disse, "mas h um" ele hesitou.
"O qu?" Beth perguntou.

Ivy olhou rapidamente para trs. Ningum estava l. Philip deu de ombros.

"No importa." Ele suspirou.

Eles avanaram para a ltima entrada, um painel com quatro aquarelas.

"Uau!" Beth disse. "Estes so fabulosos! Nmero trinta e trs, quem voc , voc  meu vencedor."

"Meu tambm", Ivy concordou. As cores do artista foram quase transparente, e infundido com uma
luz prpria.

Ivy apontou para uma pintura de um jardim.

"Desejaria puder sentar l, por horas e horas. Me faz sentir traquila."

"Eu gosto da cobra", observou Philip.

Apenas um garoto teria encontrado a cobra, Ivy pensou, pintada em to astutamente.

"Eu quero falar com a mulher na ltimo quadro", disse Beth.

 A mulher estava sentada debaixo de uma rvore com seu rosto afastado do pintor. Flores estavam
caindo sobre ela, luminosas flores de ma, mas elas fizeram Ivy pensar em neve. Ela olhou para o
ttulo: Muito cedo.

"H uma histria atrs desse", Beth disse suavemente.

Ivy balanou a cabea. Ela conhecia a histria, ou uma parecida, sobre a perda de algum antes de
voc ter a chance de...

Por um momento os olhos piscaram. Ento ela piscou e disse: "Bem, j vimos de tudo na exposio.
Vamos gastar o dinheiro."

"Yeah!" Philip gritou. "Onde esto os brinquedos?

"No existem brinquedos, no em um festival como este."

Philip parou. "No tem brinquedos?" Ele no podia acreditar. "No tem brinquedos!"

"Eu acho que teremos uma longa tarde", Ivy disse Beth.

"Ns vamos continuar a aliment-lo", respondeu Beth.

"Eu quero ir para casa."

"Vamos caminhar de volta para a Main Street", sugeriu Ivy ", e ver o que todo mundo est
vendendo."

"Isso  chato." Seu irmo estava dando aquele olhar de queixo duro que significava problemas. "Eu
vou encontrar Gregory".

"No!" Ela disse to drasticamente que Beth olhou para ela. "Ele est em um encontro, Philip," Ivy
lembrou-lhe baixinho: "e ns no podemos incomod-lo."

 Philip comeou a arrastar os ps, como se tivesse andado por milhas. Beth estava andando devagar,
tambm, estudando Ivy.

" apenas que no  justo para Gregory," Ivy disse a Beth, como se ela tivesse perguntado por uma
explicao. "Ele no est acostumado a uma marcao de nove anos de idade junto em todos os
lugares."

"Oh". A forma como Beth desviou o olhar Ivy disse que a amiga sabia que no era toda a verdade.

"E, claro, Suzanne no est acostumada a isso."

"Acho que no," Beth respondeu suavemente.

Isso  chato, chato, chato", reclamou Philip. "Eu quero ir para casa."

"Ento anda!" Ivy agarrou. Beth olhou ao redor.

"Que tal tirarmos uma foto? ela sugeriu.

 "Todos os anos h um stand chamado Fotos do Velhos Oeste . Eles tm fantasias diferentes que
voc pode vestir.  divertido."

 "tima idia!" Ivy respondeu. "Ns vamos ter o suficiente para um lbum", acrescentou ela em voz
baixa, "se o manter ocupado."

 O stand do local foi colocado na frente da loja de fotografia e parecia um cenrio de pequeno
porte. Havia vrios cenrios para escolher, bas de roupas que as crianas e adultos estavam
vasculhando e adereos espalhados, pistolas, canecas de madeira, uma cabea de bfalo com pele
falsa. Tilintante piano deu a loja uma atmosfera de saloon.

O prprio fotgrafo estava vestido com um colete de vaqueiro, chapu, e calas de couro apertadas.
Beth olhou para ele por trs.

"Bonito", observou ela. "Muito bonito".

Ivy sorriu.

"Eu gosto de qualquer coisa com botas", disse Beth, um pouco alto demais.

O cowboy se virou.

"Will!"

Will riu para Beth, que corou de vergonha. Ele colocou uma mo tranquilizadora em seu brao, em
seguida, acenou para Ivy. Philip j havia desviado em direo ao ba com roupas.

"Como vai voc?" Will perguntou.
Beth bateu-se na cabea.

"Eu esqueci completamente que com seu trabalho, voc estaria fazendo isso."

 Ele sorriu, um sorriso grande e fcil. Era impossvel ver os olhos de Will, sob a sombra de seu
chapu, mas Ivy poderia dizer quando ele olhou de Beth para ela, porque o sorriso no se tornou to
grande, e no to fcil.

"Pensando em tirar uma foto?" ele perguntou.

Philip j estava metido at os cotovelos de roupas.

"Parece que o nosso encontro acabou", Beth disse Ivy.

"Seu encontro?"

"Meu irmo, Philip, Ivy explicou. Ele tinha se encaixado entre dois caras grandes o suficiente para
jogar futebol profissional. "O baixinho."

Will assentiu com a cabea.

"Talvez eu deveria os levar para outro ba. Roupas das melheres esto l", adicionou sobre o
ombro, apontando para os bas onde um bando de meninas estavam reunidas.

Algumas das meninas maiores que Ivy e Beth. Outros pareciam dois ou trs anos mais jovem.
Todos elas dando voltaas, olhando para Will e rindo bobamente.

 "Ei cowboy," Beth chamou suavemente atrs dele. "Eu aposto que gostaria de sua ajuda, ainda mais
que Philip."

"Eles esto se virando bem", disse ele, e continuou.

"Ame essa bunda."

Will parou. Ivy olhou para Beth, Beth e olhou para Ivy. Ela sabia que ela no tinha dito isso, mas
Beth agiu como se no tivesse, tambm. Seus olhos azuis estavam cheios de riso e surpresa.

"Eu no disse isso."

"Nem eu"

Will apenas balanou a cabea e seguiu em frente.

"Mas voc estava pensando isso", disse algum. Ivy olhou ao redor.

"Bem, talvez eu tenha, Ivy," Beth admitiu, "mas..."

Will virou-se.

"Eu no disse isso!" Ivy insistiu.
"Dizer o qu?" Will perguntou, inclinando a cabea.

Ivy estava certa de que ele tinha ouvido.
"Voc sabe... que eu pensei... Que..." Ivy olhou de soslaio para Beth. "Oh, no importa."

"O que ela est falando?" Will perguntou Beth. "

Algo sobre sua bunda", disse Beth.

Ivy ergueu as mos.

"Eu no me importo sobre sua bunda!"

O burburinho de vozes do stand parou. Todos olharam para Will, em seguida, para Ivy.

"Gostaria de ver o meu?" , perguntou um dos caras que pareciam jogadores.

"Oh, caramba", disse Ivy.

Will riu alto.

"Seu rosto est vermelho", Beth disse a Ivy.

Ivy colocou as mos no rosto. Beth as tirou.

" uma cor muito melhor para voc do que roxo e amarelo.

"Quinze minutos mais tarde. Ivy fez uma careta enquanto Beth fechava o ziper na frente do espelho
do provador.

"Se eu me inclino para frente. Ser que vai conseguir uma boa foto".

"Ele vai tirar uma boa foto mesmo com voc se endireitar," Beth observou.

Elas haviam decidido se vestir como meninas de saloon idnticas com vestidos vermelho e preto ",
"vestidos de puta", como Beth chamou. Ela alisou suas mos sobre seus quadris amplos.

"Eu no me importo que meu homem no cumpra a lei", disse ela com um sotaque do oeste ",
enquanto cumpra as minhas."

Ivy riu, em seguida, deu uma olhada para trs de si mesma no espelho. Beth lhe dera o menor
vestido, no havia uma curva que no aparecesse. Ivy estava relutante para sair das cortinas
provador, embora Beth a informou que os dois caras do futebol tinham ido. Ivy poderia lidar com o
irmo maches, que era com Will ao redor que sentia tmida. Talvez ele sentiu isso. Ele estendeu a
mo para Beth, quando ela e Ivy sairam do provador.

"Oh, senhorita Lizzie", disse ele, "est muito bem hoje. Voc tambm. Miss Ivy", acrescentou ele
em voz baixa.

 "E quanto a mim?" Philip perguntou. Ele saiu com calas de franjas e um colete que quase se
serviu nele. Mas o chapu ficou muito grande cerca de nove numeros maior.
"Temvel", disse Will. "Temvel e terrvel, se eu pudesse ver o seu queixo."

Ivy riu, sentindo-se mais confortvel novamente.
"Que tal se ns tentarmos um tamanho diferente?"

"Em preto", disse Philip.

"Certo. pequeno."

Will encontrou um chapu e juntou os trs se na frente da cmera, os orientou um pouco para a
direita. Em seguida, ele empurrou o chapu para trs e foi para trs da cmera. Era uma cmera
nova com fachada de antiga, manipulada at sair fumaa, que fazia parte do show. Mas depois do
flash e da fumaa, a cabea de Will saiu de trs do equipamento. Parecia quase cmico, e a
principio Ivy pensou, que tambm fazia parte do show. Mas a maneira como Will estava olhando
fixamente fez os trs olharem para trs.

"Eu... uh... vou tirar outra", disse ele. "Vocs podem ficar como antes?"

Eles fizeram, e uma segunda emanao de fumaa saiu da mquina.

"O que deu errado na primeira vez?" Beth perguntou.

"Eu no tenho certeza." Um olhar Ivy no pode interpretar passou entre ele e Beth. Ele balanou a
cabea. Em seguida, o chapu foi para trs sobre seus olhos novamente. "Isso vai demorar alguns
minutos para imprimir a foto. Vocs querem duas ou trs cpias?" Will perguntou.

"Duas est bom," Ivy respondeu. "Um para Beth e outra para ns."

"Eu quero a minha prpria cpia", disse Philip.

"Eu tambm", disse outra voz.

Todos se voltaram.

 "Ol, amigo", disse Gregory, segurando a mo de Philip. "Senhoras". Seus olhos pousaram em Ivy,
percorrendo-a lentamente.

Suzanne deu-lhe um rpido olhar.

"Claro que voc se colocou ai dentro a fora", comentou. " de se admirar que uma multido no se
reuniram."

Will tirou suas calas apertadas.

"Voc est falando de mim ou dela?" ele perguntou levemente.

Gregory riu. Beth riu depois de Gregory, logo olham incmodamente para Suzanne. Suzanne no
estava rindo. Will colocou dois rolos de filme na mquina de revelao e se preparo para o seu
prximo grupo de clientes.

 "Suzanne, havia apenas dois vestidos iguais", disse Ivy rapidamente ", e Beth e eu queriamos
combinar, ento ala pegou este e eu peguei... contou Beth."
 Mas enquanto Beth repetia a explicao. Ivy disse para si mesma. Por que se preocupar? At que
Gregory aprenda a evitar que seus os olhos percorram outras meninas,  irremedivel. Embora, eu
gostaria que ele percorresse Beth. Ela se virou para ir ao provador. Gregory pegou pelo brao.

"Vamos esperar por voc", disse ele. "Ns vamos fazer uma visita as pinturas de Will."

Ivy viu Suzanne pelo canto do olho, batucando os dedos na parte superior do ba, seu anel pinky
brilhava.

"Ns j vimos eles", Ivy disse ele.

"Embora ns no sabamos que eram dele", disse Beth. "Os nomes dos artistas ainda esto
cobertos."

"Eles so aquarelas," Gregory disse.

"Aguarelas"? Ivy e Beth repetida ao mesmo tempo.

"Will", chamou Gregory. "Qual  o seu nmero de inscrio?"

"Trinta e trs ," ele respondeu.

Beth e Ivy trocaram olhares.

"Voc pintou o jardim onde Ivy quer se sentar durante horas", disse Beth.

"E a cobra", disse Philip.

"E a mulher com flores caindo ao seu redor como a neve" acrescentou Ivy.

"Isso  certo." Will continuou a trabalhar, organizando seus clientes na frente da cmera.

"Foi incrivel!" Beth disse.

"Eu gosto da cobra." , disse Philip.

Ivy olhou Will sem dizer nada. Ele estava sendo o frio Will O'Leary outra vez, agindo como se as
suas pinturas e que eles disseram sobre elas no importava para ele. Ento ela viu o rpido giro da
cabea, como se estivesse checando para ver se ela ainda estava l. Ento ela percebeu que ele
queria que ela fizesse um comentrio.

"Suas pinturas so realmente ... uh ..." Todas as palavras que ela podia pensar sovam triviais.

 "Tudo bem", disse ele, a interrompendo pouco antes que ela pudesse vir a pensar em uma descrio
correta.

"Voc vai vir para dar uma segunda olhada?" Gregory perguntou impacientemente.

"Estarei pronta em um minuto", respondeu Beth, correndo em direo ao provador.

Philip estava caminhando para o provador e se despindo ao mesmo tempo.
"No posso", Ivy disse Gregory. "Eu toco as cinco horas e eu preciso..."

"Ensaiar?" Seus olhos brilharam.

"Preciso de tempo para me recompor, pensar no que eu vou tocar, isso  tudo. Eu no posso fazer
isso com todos ao redor."

"Lamento que voc no possa vir", disse Suzanne, e Ivy sabia que ela estava a fazer progressos.
Ainda assim, doia ver Gregory se afastar.

Ela demorou no provador tempo suficiente para que os outros fossem embora. Quando ela saiu,
havia apenas dois clientes, experimentando chapus e rindo. Will estava relaxadamente em uma
cadeira de lona com um p apoiado em um ba, estudando a fotografia em suas mos. Virou para
baixo quando a viu.

"Obrigado por vir aqui", disse ele.

 "Will, voc no me deu a chance de dizer o que eu gostei sobre suas pinturas. Eu no conseguia
encontrar as palavras certas na primeira vez"

"Eu no estava buscando elogios. Ivy".

"Eu no me importo se buscava ou no", disse ela, e se sentou na cadeira em frente a ele. "Eu tenho
algo para dizer."

"Tudo bem". Sua boca curvou ligeiramente para cima. "Diga".

" sobre o que chama Muito Cedo".

 Will tirou o chapu. Ela desejava que ele tivesse mantido. De alguma forma, mais e mais, pareceu
mais difcil olhar em seus olhos, era difcil para ela falar. Ela disse a si mesma que eles eram apenas
profundos olhos castanhos, mas sempre que olhava para eles se sentia como se estivesse entrando
em queda livre. Os olhos so janelas para a alma, ela tinha lido uma vez. E deles estavam bem
abertos. Ela se concentrou em suas mos.

"s vezes, quando alguma coisa toca que voc,  difcil encontrar as palavras. Voc pode dizer
coisas como" belo "," fabuloso", "impressionante", mas as palavras no descrevem como voc se
sente, especialmente se estamos sentindo tudo isso, mas a pintura fez... faz doer um pouco, tambm.
E a sua pintura fez .- Ela flexionou os dedos. - "Isso  tudo."

"Obrigado", disse Will.

Ela olhou para ele, o que foi um erro.

"Ivy..."

Ela tentou desviar o olhar, mas no conseguiu.

..."Como voc est?"

"Eu estou bem. Realmente, estou." Por que ela tinha que continuar dizendo isso as pessoas? E
porque, quando dizia para Will, sentia como se ele pudesse ver atravs da mentira?

 "Eu tenho algo para dizer, tambm," disse ele. "Cuide de si mesma."
Podia senti-lo olhando para sua bochecha, aquela que tinha sido ferida durante o assalto. Havia
ainda uma plida cor ali, que ela tivesse feito o seu melhor para disfarar com maquiagem.

"Por favor, cuide de si mesmo."

"Por que no faria?" ela retrucou.

"s vezes as pessoas no fazem."

Ivy queria dizer: Voc no sabe que voc est falando, voc nunca perdi algum que amou. Mas
ento ela se lembrou das palavras de Gregory sobre Will ter passado por um momento difcil.
Talvez Will tenha entendido.

"Quem  a pessoa na sua pintura?" Ivy perguntou. " algum que voc conhace?"

"Minha me. Meu pai ainda no viu a pintura." Em seguida rejeitou o pensamento com um gesto e
se inclinou para a frente. "Tenha cuidado. Ivy. No se esquea que existem outras pessoas que
sentem que perderiam tudo se perdesse voc."

 Ivy desviou o olhar. Ele estendeu a mo para seu rosto. Ela recuou instintivamente quando ele
tocou o lado machucado. Mas ele no a machucou, e ele no a soltou. Ele colocou uma mo em
torno da parte de trs de sua cabea. No havia forma de escapar dele. Talvez ela no queria
escapar.

"Tenha cuidado, Ivy. Tenha cuidado!" Seus olhos brilhavam com uma estranha intensidade. "Eu
estou dizendo a voc, tenha cuidado!"

Ivy piscou. Ento ela se afastou de Will e correu.
Captulo 9


Tristan deitou na grama, exausto. O parque no final da rua principal foi enchendo de gente. Suas
toalhas de piquenique parecia jangadas de cores vivas sobre um mar verde. Crianas corriam em
volta esbarando umas nas outras. Ces sem coleira , bricavam. Dois adolescentes se beijavam. Um
casal de idosos abriam o seu guarda sol, a mulher sorria.

 Lacey voltou de sua explorao ao palco do parque, que estva pronto para a apresentao das cinco
horas. Ela sentou ao lado de Tristan. "Foi uma coisa tola de se fazer", criticou ela.

Ele esperava que ela dissesse algo assim.

"Qual parte?" ele perguntou. Afinal, a tarde tinha sido longa e agitada.

"Tentando entrar na cabea de Gregory." Ela bufou. " um milagre ele ter ido at Manhattan.

"Eu estava desesperado, Lacey! Eu tenho que saber que tipo de jogo que ele est brincando com Ivy
e Suzanne".

 "E voc achava que precisava de uma viagem dentro de sua cabea para descobrir isso?" ela
perguntou, incrdula. "Voc deveria ter me perguntado. Seu jogo no  diferente do tipo que eu vi
um monte de caras brincam outras com meninas. Ele est pegando a mais fcil para um passeio e
perseguindo senhorita difceis de obter." Ela moveu seu rosto para perto de Tristan. "Estou certa?"

Tristan no respondeu. No era apenas com um jogo romntico que estava preocupando. Desde que
ele tinha feito a ligao entre a morte de Caroline e entrega de Ivy na casa do vizinho, ele se
perguntava sobre o propsito oculto por trs nova proximidade entre Gregory e Ivy.

"Bem, eu espero que voc tenha aprendido a lio de hoje", disse Lacey.

"Eu tenho uma dor de cabea", ele respondeu. "Voc est satisfeita?"

Ela colocou a mo levemente em sua testa e disse em voz mais calma: "Se isso te faz sentir melhor,
Gregory provavelmente tem uma tambm."

Tristan piscou para ela, surpreendido por este pequeno gesto de doura.

Ela tirou a mo e piscou de volta. "E por que voc estava perseguindo Philip?" ela exigiu. "Parece-
me que outro desperdcio de energia. Ele j nos v brilhar... e se mete em encrenca toda vez que ele
menciona. Aquela pequena conversa com Gregory colocou um clima muito bom, esta tarde."

 "Eu tive que dizer a Philip que era eu. Beth assinou o meu nome sobre na mensagem do
computador. Se Philip diz a ela que me v, ou a minha luz, cedo ou tarde ela vai ter que acreditar."

Lacey balanou a cabea em dvida.

"E por falar em Philip," Tristan disse, se apoiando sobre um cotovelo ", eu percebi como o humor
de Gregory ficou melhor quando Philip parou de falar sobre os anjos. Tirou uma fotografia real um.
Que misso voc estava trabalhando hoje, quando voc saltou para essa foto? "

Lacey no lhe respondeu logo em seguida. Ela ficou olhando parada para as trs mulheres que
acabara de entrar no palco."O que voc acha que elas vo fazer?"

"Dana ou aerbica. Responda  minha pergunta."

"Se eu fosse elas, eu ia usar um vu."

"Tente novamente", disse Tristan.

"Eu estava trabalhando no meu processo de semi materializao", disse ela, " me solidificando o
suficiente para mostrar uma forma geral, mas no tornar um corpo real. Voc nunca sabe... talvez
seja necessrio fazer algo assim em algum momento no futuro. Para completar a minha misso, 
claro. "

"Claro que sim. E projetar sua voz, para que todos no "Fotos no Velho Oeste" pudessem ouvir, eu
acho que voc precisava praticar isso tambm."

"Oh, bem, isso", disse ela com um movimento de mo. "Eu estava trabalhando em sua misso."

"Minha misso?"

"Da minha prpria maneira." , respondeu ela. "Voc e eu temos estilos muito diferentes."

" verdade. Eu nunca teria pensado de dizer A Will que ele tinha um lindo traseiro."

"Uma bunda excelente", Lacey corrigiu. "A melhor que j vi em muito tempo..." Ela olhou para
Tristan intensamente. "Esquea isso".

"De jeito nenhum."

Ela riu e disse: "Essa sua garota, usa sua pele como uma armadura. Poderia fazer ela enfraquecer
um pouco, deixando o caminho livre para Will. Pensei tinha uma chance, Mas no conseguia ver
seus olhos atravs do chapu. Acho que so seus olhos que entraram nela, que a faz se dar conta. "

"Ela me v neles", disse Tristan.

 "Alguns caras fazem isso", Lacey continuou. "Eles tm olhos que uma garota pode se afogar
dentro"

"Ela no sabe, mas ela me v neles."

Quando Lacey no confirmou isso, se sentou completamente reto. "A Ivy me v olhando para ela
atravs dos olhos Will?"

"No", disse Lacey. "Ela v um outro cara que est apaixonado por ela, e isso a assusta".

"Eu no acredito!" Tristan disse. "Voc entendeu tudo errado, Lacey."

"No estou."
"Will pode ter uma paixo, e ela pode achar ele atraente, mas..."

 Lacey deitou na grama. "Ok, ok. Voc vai acreditar apenas no que voc quer acreditar, no importa
o qu." - Ela colocou um brao atrs da cabea, levantando um pouco.- "O que no  muito
diferente do que est na frente dos olhos dela".

"Ivy nunca poderia amar ningum mais," Tristan insistiu. "Eu no sabia que antes do acidente, mas
eu sei que agora. Ivy ama apenas a mim. Tenho certeza disso agora".

Lacey enfiou as umas no brao dele. "Desculpe-me por apontar que agora voc est morto."

Tristan puxou os joelhos e descansou um brao em cada um. Ele se concentrou bastante para
materializar as pontas dos dedos, em seguida, arrancou pedaos de grama.

"Voc est ficando bom", observou Lacey. "No fez muito esforo."

Ele estava zangado demais para reconhecer o elogio.

 "Tristan, voc est certo. Ivy o ama mais do que ela ama qualquer outra pessoa. Mas o mundo
continua, e se voc quiser que ela fique viva, ela no pode permanecer amando algum morto. A
vida precisa de vida.  assim que o mundo funciona ".

Tristan no respondeu. Ele assistiu a trs mulheres de collant, saltitando no palco, brilhando de
suor. Ele ouviu uma menina vestida como Annie meia cantar, gritar meia "Amanh", uma ou outra
vez.

 "Realmente no importa quem est certo", disse ele finalmente. "Preciso do Will. Eu no posso
ajudar Ivy sem ele."

 Lacey assentiu. "Ele acabou de chegar. Eu acho que ele est fazendo uma pausa do trabalho,... ele
est sentado sozinho, no muito longe do porto do parque."

"Os outros esto l", Tristan disse, apontando na direo oposta.

Beth e Philip estavam deitados de bruos sobre uma grande manta, assistindo as apresentaes e
pegando o trevo, mexendo dentro de uma grande cesta. Suzanne sentou com Gregory sobre a
mesma manta, com os braos em volta dele. Ela recostada de costas, colocando o queixo em seu
ombro. Eric tinha se juntado a eles, mas estava sentado na grama um pouco alm da ponta da
manta, mexendo com a ponta. Ele olhava continuamente para multido, seu corpo se contorcia em
momentos estranhos, sua cabea virando para olhar rapidamente para trs dele.

Eles assistiram vrias apresentaes mais, ento Ivy foi apresentada. Philip imediatamente se
levantou e aplaudiu. Todo mundo comeou a rir, incluindo Ivy, que olhou em sua direo.

"Isso vai ajud-la", disse Lacey. "Isso quebra o gelo. Eu gosto desse garoto."

 Ivy comeou a tocar, no a msica que ela tinha programado para tocar, mas" Sonata ao Luar ", a
msica que ela tinha tocado para Tristan uma noite, uma noite que parecia como se tivesse sido
veres e veres atrs.

Isto  para mim, Tristan pensou. Isto  o que ela tocou para mim, ele queria dizer a todos eles, a
noite ela se transformou trevas em luz, a noite ela danou comigo. Ivy est tocando para mim, ele
queria dizer a Will e a Gregory.

Gregory estava sentado completamente imvel, sem se dar conta dos pequenos movimentos de
Suzanne, seus olhos focados em Ivy, como se estivesse enfeitiado.

Will tambm estava sentado na grama, um joelho para cima, o brao descansando casualmente nele.
Mas no havia nada de casual sobre o jeito que ele ouviu e do jeito que ele olhava. Ele estava
bebendo cada gota cintilante. Tristan se levantou e caminhou em direo Will.

Do ponto de vista de Will, Tristan assistiu Ivy, as mos fortes, seu rabo de cavalo cor de ouro sob o
sol de fim de tarde, a expresso em seu rosto. Ela estava em um mundo diferente do dele, e ele
desejava com toda sua alma puder ser parte dele. Mas ela no sabia, ele temia que ela nunca iria
saber.

Num piscar de olhos, Tristan encontrou os pensamentos de Will e deslizou dentro dele. Ele ouviu a
msica de Ivy atravs dos ouvidos de Will agora. Quando ela terminou de tocar, ele se levantou com
Will. Ele bateu palmas, aplaudindo com as mos acima da cabea, acima da cabea de Will. Ivy se
curvou e acenou com a cabea e olhou para ele.

Ento ela se virou para os outros. Suzanne, Beth, e Eric aplaudiram. Philip pulava para cima e para
baixo, tentando ver por cima das cabeas da plateia de p. Gregory ficou parado. Gregory e Ivy
eram as duas nicas pessoas do parque parados e em silncio, olhando um para o outro como se
tivessem esquecido todos os outros.

 Will se virou abruptamente e caminhou de volta para a rua. Tristan saiu dele, e caiu sobre a grama.
Alguns momentos depois ele sentiu Lacey ao lado dele. Ela no disse nada, apenas se sentou com
ele, ficando ombro a ombro, como um antigo membro da equipe de natao.

"Eu estava errado, Lacey", disse Tristan. "E voc tambm. Ivy no me v. Ivy tambm no v
Will."

"Ela v Gregory", disse Lacey.

"Gregory", ele repetiu amargamente. "Eu no sei como eu posso salvar ela agora!"

                                                 ***


De certa forma, lidar com Suzanne aps da realizao tinha sido mais fcil do que Ivy esperava.
Conforme planejado anteriormente. Ivy encontrou Philip e seus amigos no porto do parque. Antes
que ela tivesse a oportunidade de agradecer, Suzanne se virou.

Ivy estendeu a mo e tocou no brao do amiga. "Do que voc gosta nas pinturas deo Will?" ,
perguntou ela.

Suzanne agiu como se no tivesse ouvido.

"Suzanne, Ivy estava perguntando o que voc achou das pinturas de Will," Beth disse suavemente.

A resposta veio lentamente. "Sinto muito, Beth, o que voc acabou de dizer?"

Beth olhou inquieta de Suzanne para Ivy. Eric riu, apreciando a tenso entre as meninas. Gregory
parecia preocupado e distante das duas.

 "Ns estvamos falando sobre pinturas de Will," Beth voltou a falar.
"So timas", disse Suzanne. Ela tinha seus ombros e cabea virada em um ngulo que mantinha
Ivy fora de sua vista.

Ivy esperou para algumas crianas com bales para passassem, em seguida, mudou sua posio e
fez outra tentativa de conversar com Suzanne. Desta vez, ela ficou de frente para Suzanne. Beth
estava entre as duas meninas e comeou a falar, como se palavras pudessem encher o silncio e a
distncia entre elas.

 Logo que Beth fez uma pausa para respirar. Ivy disse que ela tinha de ir, de modo que ela pudesse
levar Philip  casa de seu amigo na hora certa. Talvez Philip viu e compreendeu mais de Ivy tinha
percebido. Ele esperou at que eles estivessem a um quarteiro de distncia dos outros antes que
ele dissesse, "Sammy acabou de voltar do acampamento e disse para no ir, at depois das sete
horas."

Ivy colocou a mo em seu ombro. "Eu sei. Obrigado por no mencionar."

Em seu caminho para o carro. Ivy parou em uma barraquinha e comprou dois ramalhetes de
papoulas. Philip no perguntou por que ela comprou, ou ainda aonde eles estavam indo. Talvez ele
tivesse descoberto isso, tambm.

 Quando Ivy saiu do festival sentiu surpreendentemente leve. Ela se esforou para tranquilizar
Suzanne, para agradar seus amigos, mantendo sua distncia Gregory. Ela estendeu a mo para
Suzanne vrias vezes, mas cada vez sua mo havia sido empurrada de volta. No havia nenhuma
razo para continuar tentando, agora, para manter nas ponta dos ps cerca de Suzanne e Gregory.
Sua raiva se transformou em alvio, sentiu de repente livre de um fardo que ela no queria levar.

"Porque ns temos dois ramos?" Philip perguntou enquanto Ivy diriga cantarolando. "Ser que um
deles vai ser de mim?"

Ele tinha adivinhado.

"Na verdade os dois so para ns. Pensei que seria bom deixar algumas flores sobre o tmulo de
Caroline."

"Porqu?"

Ivy encolheu os ombros. "Porque ela era a me de Gregory, e Gregory tem sido bom para ns dois."

"Mas ela era uma mulher horrvel."

Ivy olhou para ele. Horrvel no era uma das palavras no vocabulrio de Philip. "O qu?"

"A me do Sammy disse que ela era horrvel."

"Bem, me de Sammy no sabe tudo", respondeu Ivy, passando atravs dos portes de ferro.

"Ela sabia de Caroline, disse Philip teimosamente.

Ivy estava consciente de que muita gente no gostava de Caroline. Gregory mesmo nunca havia
falado bem de sua me.

 "Tudo bem, isso  o que vamos fazer", ela disse enquanto estacionava. "Ns vamos colocar um
buqu, o laranja, de mim para Caroline, e do outro, o roxo, de mim e de voc para Tristan."

Eles caminharam em silncio para a rea rica de Rise Riverstone.

Quando Ivy foi colocar flores no tmulo de Caroline, ela percebeu que Philip ficou atrs.

"Est frio?" ele a falou.

"Frio?"

"A irm do Sammy disse que as tumbas tmulos so frias."

 "Est bem quente. E olhe, algum deixou para Caroline uma rosa vermelha de haste longa, algum
que deve ter a amava muito."

Philip no se convenceu e parecia ansioso para ir. Ivy se perguntou se ele agiria de forma estranha
ao redor do tmulo de Tristan, tambm. Mas quando eles caminhavam em direo, ele comeou a
pular sobre as pedras e voltou a ser o mesmo tagarela e alegre.

"Lembra como Tristan colocou salada em seu cabelo no casamento da mame", Philip perguntou: "e
tudo ficou escorrendo? E lembra o aipo que colocou nos ouvidos?"

"E os rabos de camares em seu nariz", disse Ivy.

"E essas coisas pretas nos dentes."

"Azeitonas. Eu me lembro".

 Foi a primeira vez desde o funeral que Philip tinha falado com ela sobre Tristan, o Tristan ele havia
brincado. Ela se perguntou por que seu irmo foi subitamente capaz de faz-lo.

"E me lembro como eu o venci nas damas?

"Dois dos trs jogos", disse ela.

"Sim". Philip sorriu para si mesmo.

Ele correu at o mausolu passado em uma fileira de lapides elegante e bateu na porta. "Abram a
porta!" ele gritou, ento moveu seus braos e chamando Ivy  frente, esperando por ela. "Tristan era
bom em Sega Genesis", disse Philip.

"Ele te ensinou alguns truques, no foi?"

"Yep. Sinto falta dele."

"Eu tambm", disse Ivy, mordendo o lbio. Ela estava contente que Philip havia corrido na frente
novamente. Ela no queria estragar suas memrias felizes com lgrimas. Na tumba de Tristan, ao se
ajoelhar Ivy percorreu com os dedos as letras no nome na pedra... as palavras Tristan e as datas. Ela
no podia dizer a pequena orao que havia sido esculpida na pedra, uma orao que colocou nas
mos dos anjos, de modo que seus dedos lessem silenciosamente. Philip tambm tocou a pedra,
ento ele arranjou as flores. Ele queria dar-lhes a forma em um T.

Ele est sarando. Ivy pensou enquanto o observava. Se ele pode, talvez eu tambm possa.

"Tristan vai gostar destas flores quando voltar", disse Philip, de p admirar o seu prprio trabalho.

Ela achava que ela tinha entendido mal o seu irmo.

"Eu espero que ele volte antes das flores morrem", continuou ele.

"O qu?"

"Talvez ele vai volte, quando estiver escuro."

 Ivy colocou a mo sobre sua boca. Ela no queria lidar com isso, mas algum tinha de fazer, e ela
sabia que no podia contar com sua me.

"Onde voc acha que Tristan est agora?" Ivy perguntou com cautela.

"Eu sei onde ele est. No festival."

"E como voc sabe disso?"

"Ele me disse. Ele  meu anjo, Ivy. Eu sei que voc disse para nunca dizer anjo de novo", Philip
estava falando muito rpido, como se pudesse evitar a raiva, dizendo a palavra rapidamente, "mas 
o que ele . No saiba que era ele, at que me disse hoje. "

Ivy esfregou as mos sobre os braos nus.

"Ele ainda deve estar l com aquele outro", disse Philip.

"Aquele outros?" ela repetiu.

"O outro anjo", disse ele baixinho. Ento ele enfiou a mo no bolso e tirou uma fotografia dobrada.
Era a foto que eles haviam tirado no Fotos do Velho Oeste, mas no a mesma que tinha sido dada.
Algo estava errado com a revelao, ou talvez o prprio filme. Houve uma nebulosidade atrs dele.

Philip apontou para ela. " ela. O outro anjo". Sua forma lembrava vagamente uma menina, ento
Ivy podia ver por que ele poderia dizer isso.

"Onde voc conseguiu isso?"

 "Will que deu para mim. Perguntei para ela porque ela no entrou na foto que ele te deu. Acho que
ela  uma amiga de Tristan."

Ivy s podia imaginar o que a mente ativa Philip iria criar a prxima vez... uma comunidade inteira
de amigos e parentes anjos.

"Tristan est morto", disse ela. "Morto. Voc entendeu?"

"Sim". Seu rosto era sombrio e sabendo como um adulto, mas sua pele parecia de beb, suave e
dourada no sol da tarde. Naquele momento ele lembrou Ivy de uma pintura de um anjo. "Tenho
saudades de Tristan a maneira como ele costumava ser", Philip disse a ela. "Eu gostaria que ele
ainda pudesse brincar comigo. s vezes ainda sinto vontade de chorar. Mas eu estou feliz que ele 
o meu anjo agora, Ivy. Ele vai te ajudar tambm."

Ela no discutiu. Ela no conseguia raciocinar com um garoto acredita to fortemente como Philip.

"Ns precisamos ir," disse ela finalmente.

Ele balanou a cabea, em seguida, jogou a cabea para trs e gritou: "Eu espero que voc goste,
Tristan."

Ivy foi a sua frente. Ela estava feliz por o deixar no Sammy's para uma festa do pijama. Com o
Sammy de volta, talvez Philip passaria mais tempo no mundo real.

Quando Ivy chegou em casa encontrou um bilhete de sua me lembrando que ela e Andrew foram
ao jantar de gala que fez parte do festival de artes.

"Bom", Ivy disse em voz alta. Ela tinha tido bastante conversas tensas por um dia. Uma noite com
Ella e apenas um bom livro era exatamente o que ela precisava. Ela correu para cima, tirou os
sapatos, e colocou o sua camiseta favorita, que estava cheia de buracos e to grande que poderia
usar como um vestido curto. " s voc e eu, gata", Ivy disse a Ella, que tinha perseguido os aeus
calcanhares ao descer novamente para a cozinha. "Mademoiselle est pronta para jantar?" Ivy tirou
duas latas do balco. "Para voc, nuggets de frutos do mar. Para mim, o atum. Espero que eu no te
confundas."

Ella se esfregou para frente e para trs de encontro aos ps de Ivy. enquanto preparava a comida.
Ento o gata miou baixinho.

 "Por que os pratos caros, voc pergunta?" Ivy desceu um conjunto combinado de potes de vidro de
cristal, juntamente com um copo de cristal e uma taa de cristal. "Ns estamos comemorando.
Toquei a pea, Ella, eu toquei o movimento durante todo o tempo!"

Ella miou novamente.

 "No, no a que eu tenho praticado e no o que voc est praticando, tambm. Sonata ao Luar. 
essa. " Ivy suspirou. "Eu acho que tinha que tocar para ele uma ltima vez antes que eu pudesse
tocar para mim novamente. Eu acho que eu poderia tocar qualquer coisa agora! Venha, gata".

 Ella seguiu at a sala da famlia e observou com curiosidade enquanto Ivy acendia uma vela e
colocou no cho entre elas. "Isso  classe, ou o qu?"

A gata soltou um outro miau macio.

Ivy abriu as grandes portas francesas que dava para o ptio de trs da casa, em seguida, colocou um
CD de jazz suave.

"Alguns gatos no tm noites de sbado como este, voc sabe."

 Ella ronronou durante o jantar. Ivy se sentiu to contente enquanto via Ella limpar a si mesma, logo
sentou-se entre as portas para captar todos os cheiros e pequenos sons do crepsculo.
Depois de alguns minutos de manter viglia com Ella, Ivy agarrou um livro debaixo da almofada da
cadeira, uma coleo de histrias que Gregory estava lendo. Movendo a vela para longe do livro,
ela virou de bruos e comeou a ler.
Foi s ento que ela percebeu o quanto estava cansada. As palavras continuaram indefinidas diante
de seus olhos e a vela fazia um lampejo hipntico atravs da pgina. A histria era algum tipo de
mistrio, e ela tentou se concentrar, no querendo perder nenhum detalhe. Mas antes que o
assassino aparecesse uma segunda vez, os olhos fecharam.

Ivy no sabia quanto tempo ela estava dormindo. Tinha sido um sono sem sonhos. Sua mente tinha
acordado de repente estremecendo, alertada por algum som.

Antes que ela abrir os olhos, ela sabia que estava tarde. O CD tinha acabado e ela podia ouvir os
grilos l fora, um coro cheio deles. Da sala de jantar, veio um tic tac do velho relgio. Ela perdeu a
conta das horas... onze? Doze?

Sem levantar a cabea, ela abriu os olhos na sala escura, e viu que a vela, embora ainda ardesse, era
s um fio. Ella tinha ido embora, e uma porta de tela estava aberta, prateada sob o luar.

Uma brisa fresca soprou. Os pelos finos ao longo dos braos de Ivy arrepiaram a sua pele, de
repente sentiu frio. Foi Ella que tinham escapado pela porta, ela disse a si mesma. Provavelmente, a
tela tinha sido desengatado. Mas vento era forte, passava atravs da sala at a porta atrs de Ivy.
Essa porta, que levava ao corredor, tinha sido fechada quando por Ivy antes de adormecer.

 Estava aberta agora, sem se virar, ela sabia disso. E ela sabia que havia algum ali olhando para ela.
Uma placa na porta rangeu, depois outra, muito mais perto dela. Ela podia sentir a sua presena
negra pairando sobre ela.

Ivy respirou profundamente, ento abriu a boca e gritou.
Captulo 10


Ivy gritou e lutou com ele, chutando com toda sua fora. Ele a segurou no cho, colocou sua mo
sobre o nariz e a boca. Ela gritou em sua mo, ento ela tentou morder, mas ele era muito rpido
para ela. Ela comeou a rolar seu corpo de um lado para outro. Ela rolaria em cima da chama da
vela se ela tivesse que fazer.

"Ivy! Ivy! Sou eu! Fique quieta. Ivy! Voc vai assustar Philip. Sou apenas eu."

Ela ficou mole por baixo dele. "Gregory".

Ele se levantou lentamente. Eles ficaram se olharando fixamente um ao outro, suando e sem ar.

"Eu pensei que voc estava dormindo", disse ele. "Eu estava tentando ver se voc estava bem, sem
acord-la."

"Eu... eu s... no sabia quem era voc. Philip no est. Ele vai passar a noite na casa de Sammy, e
mame e Andrew esto no jartar de gala".

"Todo mundo est fora?" Gregory perguntou bruscamente.

"Sim, e eu pensei..."

Gregory bateu o punho na palma da mo vrias vezes, depois parou quando viu o jeito que ela
estava olhando para ele.

"O que h de errado com voc?" , perguntou ele. "O que h de errado com voc, Ivy?" Ele a
segurou pelos dois braos. "Como voc pode ser to estpida?"

"O que voc quer dizer?" , perguntou ela.

Ele olhou profundamente em seus olhos. "Por que voc est me evitando?"

Ivy desviou o olhar.

"Olhe para mim! Me responda!"

Ela balanou a cabea para trs. "Pergunte a Suzanne, se voc quiser saber o porqu."

 Ela viu a cintilao em seus olhos ento, como se de repente ele compreendesse. Era difcil
acreditar que ele no tinha adivinhado o que estava acontecendo. Por que mais ela evitaria?

Ele afrouxou o aperto. "Ivy". Sua voz era suave agora, oscilando. "Voc est sozinho em casa, tarde
da noite, numa casa onde fora atacada na semana passada, com a porta aberta. Voc deixou a porta
aberta! Por que voc iria fazer algo to estpido?"

Ivy engoliu em seco. "Eu pensei que a tela estava trancada. Mas no estava. Eu acho, que Ella deve
ter aberto."
Gregory encostou-se no sof, esfregando a cabea.

"Sinto muito. Lamento incomod-lo", disse ela.

Ele respirou fundo e colocou uma mo sobre a dela. Ele estava muito mais calmo agora. "No, eu
que te assustei. Eu que deveria pedindo desculpa."

Mesmo na luz bruxuleante das velas. Ivy podia ver o cansao em seus dos olhos. Ela estendeu a
mo e tocou sua testa que tinha estado franzida. "Dor de cabea?"

"No  to ruim como foi hoje cedo."

 "Mas ainda di. Deite-se", disse ela. Ela colocou um travesseiro no cho para a cabea. "Eu vou te
dar um pouco de ch e aspirina."

"Eu posso fazer isso sozinho."

"Me deixe fazer." Ela colocou a mo levemente em seu ombro. "Voc fez tanto por mim, Gregory.
Por favor, deixe-me fazer isso por voc."

"Eu no fiz nada que eu no queria."

"Por favor".

Ele se deitou.

Ivy levantou-se e colocou em um disco com msica de piano e sax. " muito alto? Suave demais?"

"Perfeito", disse ele, fechando os olhos.

Ela fez um bule de ch, colocou alguns biscoitos no bandeja juntamente com a aspirina, e trouxe de
volta para a sala  luz de velas.

Beberam um pouco em silncio e comeram os biscoitos. Ento Gregory tilintou alegremente sua
taa contra a dela em um brinde silencioso.

"O que  isto? Eu sinto que eu estou bebendo um jardim."

Ela riu. "Isso  bom para voc."

Ele tomou outro gole e olhou para ela atravs do vapor fino. "Voc  boa para mim", disse ele.

"Voc gostaria de ter as costas esfregadas?" Ivy perguntou. "Philip ama."

"Que me arranhe as costas?"

"Esfregar. Quando voc era um menino, sua me nunca massagear suas costas, tentando fazer voc
dormir?"

"Minha me?"
"Vire".

Ele olhou para ela, um pouco divertido, ento colocou o seu ch no cho e ficou de barriga para
baixo.

 Ivy comeou a esfregar as suas costas, passando a mo sobre ela em crculos pequenos e grandes,
do jeito que ela faz com Philip. Ela podia sentir a tenso nele, cada msculo foi apertado. Gregory
realmente precisava era de uma massagem, e ela faria melhor se ele tirasse a camisa, mas ela estava
com medo de sugerir isso.

 Por qu? Ele  apenas o meu meio-irmo. Ivy lembrou a si mesma. No  um encontro. Ele  um
bom amigo e uma espcie de irmo.

"Ivy?"

"Sim?"

"Estaria tudo bem com voc, se eu tirasse a minha camisa?"

"Seria melhor", disse ela.

A tirou e deitou-se novamente. Suas costas era grande, bronzeada e forte de jogar tnis. Ela
comeou a massagear novamente, fazendo movimentos dessa vez mais fortes, movendo suas mos
para cima na coluna e nos musculos dos ombros. Ivy amassou a parte de trs de seu pescoo, e com
os dedos trabalhou em seu cabelos escuros, ento ela passou as mos para baixo a sua parte inferior
da coluna. Lentamente, mas certamente o sentiu relaxar sob seus dedos.

Sem aviso, ele se virou e olhou para ela.

 luz de velas, suas feies captavam acentuadas sombras. A luz dourada preencheu um pouco o
concavo de seu pescoo. Ela estava tentado tocar esse vazio, para colocar a mo em seu pescoo e
sentir seu pulso.

 "Voc sabe", disse Gregory, "no ltimo inverno, quando meu pai me disse que estava se casando
com Maggie, a ltima coisa que eu queria era voc em minha casa."

"Eu sei", Ivy respondeu, sorrindo para ele.

Ele estendeu a mo e tocou seu rosto.

 "Agora..." disse ele, abrindo os dedos, deixando emaranhar em seus cabelos. "Agora..." Ele puxou
a cabea para baixo mais perto dele.

Se ns nos beijamos, pensei Ivy, se ns nos beijamos e Suzanne ...

"Agora?" ele sussurrou.

Ela no poderia lutar mais. Ela fechou os olhos.

Com as duas mos, puxou o rosto rapidamente at ele. Em seguida, as mos duras se relaxaram, e o
beijo foi longo, leve e delicioso. Ele levantou o rosto e beijou-a suavemente sobre a garganta.
Ivy mudou a boca para baixo e eles comearam a se beijar novamente. Ento ambos congelaram,
surpreendidos pelo som de um motor e os faris que varreram a calada de fora. O carro de Andrew.

Gregory rolou a cabea para trs e riu um pouco. "Inacreditvel". Ele suspirou. "Nossos
acompanhantes chegaram."

 Ivy sentiu que lentamente e relutantemente seus dedos deixaram ela ir. Depois, ela apagou a vela,
acendeu a luz e tentou no pensar em Suzanne.


                                            ***


Tristan desejou saber de alguma forma para tranquizar Ivy. Suas roupas estavam amarrotadas e os
cabelos num emaranhado de ouro que parecia que tinha passado um vendaval. Ser que ela tinha
sonhando novamente? Tinha acontecido alguma coisa desde que ele a deixou no festival?

Aps a observao, Tristan sabia que tinha de descobrir quem queria machucar Ivy. Ele tambm
sabia que ele estava correndo contra o tempo. Se Ivy se apaixonar por Gregory, logo, Tristan
perderia Will como forma de a alcanar e a advertir.

Ivy se agitou. "Quem est a? Quem est a?" ela murmurou.

Tristan reconheceu o comeo do sonho. A sensao de pavor tomou conta dele, como se ele prprio
estavesse sendo arrastado para o pesadelo. Ele no aguentava ver ela se assustando novamente. Se
pudesse segur-la, se ele poderia a pegar em seus braos...

Ella, onde est Ella?

A gata sentou ronronando na janela. Tristan moveu-se rapidamente em sua direo, materializando
os dedos. Ficou maravilhado com sua fora crescente, como ele poderia pegar o gato pela nuca por
alguns segundos e carreg-la para a cama. A desceu e, pouco antes de fora sar dele, usou as pontas
de seus dedos para acordar Ivy.

"Ella", disse ela baixinho. "Oh, Ella." Seus braos envolveram a gata.

Tristan afastou-se da cama. Era assim que ele tinha que amar ela agora, um passo afastado, ajudar
os outros a confortar e cuidar dela em seu lugar.

Com Ella aconchegada ao lado dela. Ivy entrou em um sono mais tranquilo. O sonho se foi,
empurrou mais profundamente nos recessos de sua mente, a uma profundidade suficiente para no
perturb-la por um tempo. Se pudesse chegar a esse sonho. Tristan estava certo de que ela tinha
visto algo que ela no deveria ter visto na noite que Caroline morreu ou que algum achava que ela
tinha visto alguma coisa. Se ele soubesse o que era, ele saberia quem estava atrs dela. Mas ele no
podia entrar dentro dela mais do que ele podia entrar dentro de Gregory.

Ele a deixou dormir l. Ele j tinha decidido o que fazer, e pretendia faz-lo, apesar de todos os
avisos Lacey: voltar no tempo na mente de Eric. Ele tinha que descobrir se Eric estava em sua moto
com no sonho de Ivy, e se ele tinha ido a casa de Caroline na noite que ela morreu. Enquanto Tristan
se movia para casa de Eric tentou recordar todos os detalhes que ele tinha visto mais cedo naquela
noite. Aps o festival, Lacey tinha acompanhado a casa de Caroline.
 Enquanto ela abria armrios, olhava para trs dos quadros, e bisbilhotava as coisas que estavam em
vias de ser empacoatadas, ele estudou os detalhes da casa, fora e dentro. Essas seriam as chaves, os
objetos que ele podia meditar sobre uma vez dentro da cabea de algum, dando a ele a chance de
desencadear a sequncias de memrias.

"Se vai continuar com esse plano idiota seu", disse Lacey cavando entre as almofadas do sof ", v
preparado. Descanse um pouco primeiro."

"Estou pronto agora", ele argumentou, com seu olhar varrendo a sala onde Caroline tinha morrido.

"Escute, meu anjo atleta", Lacey respondeu: "voc est comeando a sentir a sua fora agora. Isso 
bom, mas no se deixe levar. Voc no est pronto para as Olimpadas celeste, ainda no. Se voc
insistir em tentar deslizar para dentro Eric, ento fique algumas horas na escurido esta noite. Voc
vai precisar. "

Tristan no tinha respondido de imediato. Em p ao lado da janela, ele notou que havia uma clara
viso da rua e de qualquer um subindo a p. "Talvez voc esteja certa", ele disse finalmente.

"No h duvida disso. Alm disso, Eric ser mais vulnervel a voc ao amanhecer ou logo depois,
quando ele estiver dormindo levemente," ela lhe disse. "Tentar fazer com ele suficientemente
consciente para seguir sua sugesto, mas no to acordado que ele perceba que est fazendo."

 Tinha soado como um bom conselho. Agora, com o cu comeando a brilhar no leste, Tristan
encontrou Eric dormindo no cho do seu quarto. A cama ainda estava feita, e Eric ainda estava
vestido com sua roupa do dia anterior, deitado de lado, amontoado em um canto ao lado de seu
estreo. Revistas estavam espalhadas nas proximidades. Tristan se ajoelhou ao lado dele.
Materializando seus dedos, ele folheou uma revista de moto, at que encontrei uma foto de uma
mquina semelhante  de Eric. Ele se concentrou nela e cutucou ligeiramente Eric para o acordar.

Tristan estava admirando com as linhas curvas, imaginando o seu poder, e de repente ele sabia que
estava vendo atravs dos olhos de Eric. Tinha sido to fcil como deslizar para dentro Will. Talvez
Lacey estavesse errada, ele pensou. Talvez ela no percebeu o quo bem ele tinha desenvolvido seus
poderes. Em seguida, a imagem suavizada nas bordas.

 Eric fechou os olhos. Por um momento no havia nada mais que escurido em torno Tristan. Agora
era a hora de ele pensar em rua de Caroline, levar Eric para um passeio lento at a casa dela, para
trazer uma memria.

Mas, subitamente, a escurido se abriu, como se uma parede escura tivesse descido, e Tristan foi
arremessado para a frente. O caminho veio at ele do nada e seguia indo como um caminho de
corridas de vdeo game. Ele estava se movendo muito rapidamente para responder, rpido demais
para adivinhar onde estava indo.

 Ele estava em uma motocicleta, correndo por uma estrada atravs de flashes de luz brilhante e
escura. Ele levantou os olhos da estrada e vi as rvores e muros de pedras e casas. As rvores eram
to intensamente verdes que que quemavam os olhos de Tristan. O cu azul era como luz neon. O
vermelho era como sentir calor.

 Eles estavam correndo por uma estrada, subindo mais e mais. Tristan tentou diminur a velocidade,
para orientar o caminho para um lado, depois outro, para exercer algum controle, mas ele era
incapaz de fazer.
De repente, eles pararam num giro. Tristan olhou para cima e viu a casa dos Baines.

Casa de Gregory, que era e no era. Ele olhou para a casa enquanto eles caminhavam em direo a
ela. Era como olhar para um quarto refletido em um enfeite de Natal, viu os objetos que ele
conhecia bem esticados por uma perspectiva estranha, ao mesmo tempo familiar e estranho.

 Estaria ele em um sonho, ou foi uma lembrana cujas bordas foram queimados e encurvados por
drogas?

Bateram, em seguida, entraram pela porta da frente. No havia teto, sem teto. Na verdade, no havia
um quarto mobiliado, mas um parque enorme, cuja cerca era o esqueleto da casa. Gregory estava l,
olhando para eles de cima de escorregador muito alto, um tobog prateado que no parava ao nvel
do solo, mas se convertia em um tnel dentro dele.

Havia uma mulher tambm. Caroline, Tristan percebeu de repente.

Quando os viu ela viu ela sorriu e acenou de forma calorosa e simptica. Gregory ficou em cima de
seu tobog, olhando para eles com frieza, mas Caroline os chamou para um carrossel, e no podiam
resistir.

Ela estava de um lado, eles estavam em outro. Eles correram e empurram, empurram e correram,
pularam em seguida. Eles giravam ao redor e ao redor, mas em vez ir diminuindo, como Tristan
esperava, foi mais e mais rpido. E ainda mais e mais rpido os fazendo ficar pendurados enquanto
eles giravam. Tristan pensou que sua cabea ia sair voando. Em seguida, seus dedos deslizaram e
eles foram arremessado para o espao.

Quando Tristan olhou para cima, o mundo ainda girava por um momento, depois parou. O parque
tinham desaparecido, mas o esqueleto da casa manteve-se, juntando um cemitrio.

Ele viu a sua prpria sepultura. Viu Caroline. Ento ele viu uma terceira sepultura aberta, com um
monte de terra recm cavada ao lado dela.

 Foi Eric que comeou a tremer ou foi ele mesmo? Tristan no sabia e ele no podia parar, ele
tremeu violentamente e caiu no cho. O cho fez um rudo surdo e inclinou. Lpides rolaram em
torno dele, rolaram como dentes saindo de um crnio. Ele estava do seu lado, tremendo, enrolado
como uma bola, esperando que a terra se abrisse, que se dividisse como uma boca e trag-lo.

Ento ele parou. Tudo estava quieto. Ele viu na frente dele um retrato brilhante de uma motocicleta.
Eric havia despertado.

Foi um sonho, Tristan pensou. Ele ainda estava l dentro, mas Eric no parecia notar. Talvez ele
estivesse muito cansado, ou talvez seu crebro de amendoim era muito usado e estava acostumado
estranhos sentimentos e pensamentos para responder a Tristan.

Ser que os acontecimentos bizarros do sonho significam alguma coisa? Havia alguma verdade
oculta neles, ou eram as excurses da mente de um drogado?

Caroline era uma figura misteriosa. Ele se lembrava de como eles no tinham vontade de resistir ao
seu convite para um passeio no carrossel. O rosto dela era to acolhedor.

 Ele viu isso de novo, o rosto acolhedor. Ele era mais velho agora. Imaginou-a em p na porta de
sua prpria casa. Ento, ele passou por aquela porta com ela. Desta vez ele estava na memria de
Eric!

 Caroline olhou ao redor, e eles tambm. As cortinas estavam abertas na grande janela, ele podia ver
as nuvens escuras reunidas no lado ocidental do cu. Em um vaso tinha uma rosa de cabo longo,
ainda estava em boto. Caroline estava sentada a sua frente, sorrindo para ele. Agora ela estava
franzindo a testa.

 A memria saltou, como um filme mal emendados, faltando pedaos dele. Sorrindo, franzindo a
testa, sorrindo novamente. Tristan mal conseguia ouvir as palavras ditas, elas foram afogadas por
ondas de emoo.

Caroline jogou a cabea para trs e riu. Ela riu quase histericamente, e Tristan sentiu uma imensa
sensao de medo e frustrao. Ela riu e riu, e Tristan pensou que ele ia explodir com a fora da
frustrao de Eric.

Ele agarrou os braos de Caroline e sacudiu, o fez com tanta fora que sua cabea balanou para
trs e para frente como a de uma boneca de pano. De repente, ouviu as palavras que gritou para ela:
"Oua-me. Estou falando serio! No  uma piada. A nica que ri  voc. No  uma piada!"

Ento Tristan sentiu uma presso apertando a cabea, comprimindo sua mente de forma to intensa
que pensou que ele iria se dissolver. Caroline e o quarto se dissolveram, como uma cena de um
filme se desintegrando diante de seus olhos, a tela ficou preta. Eric tinha apagado a memria. Seu
prprio quarto, de repente, voltou  ribalta.

 Tristan se levantou e movimentou com Eric pelo quarto. Ele observou os dedos abrirem uma
mochila e retirar um envelope. Eric balanou as plulas coloridas na mo trmula, levando a boca e
engoliu.

Agora, Tristan pensou, era o momento de levar a srio as advertncias de Lacey sobre uma mente
envenenada por drogas. Ele saiu rapidamente dali.
Captulo 11


"As capas e os dentes esto vendendo muito", disse Beth, olhando as notas fiscais de vendas da
" Tis the Season". "Existe uma conveno para os vampiros do Hilton esta semana?"

"No sei", murmurou Ivy, contando a troca de um cliente, pela terceira vez.

"Eu acho que voc precisa de uma pausa, querida", observou Lilian.

Ivy olhou para o relgio. "Eu jantei s h uma hora."

"Eu sei", disse Lillian, "mas j que voc vai fechar para a Bet e eu, e j que voc acabou de vender a
esse doce jovem, que comprou a capa de Drcula um par de lbios de cera ..."

"Os lbios de cera? Voc tem certeza?"

"O vermelho rubi", disse Lillian. "No se preocupe, eu peguei ele na porta e os troquei por um bom
conjunto de dentes. Mas eu acho que voc deve fazer uma pequena pausa."

 Ivy olhou para a caixa registadora, envergonhada. Ela estava cometendo erros h trs dias, embora
as irms tinham graciosamente fingido no notar. Ela questionou se o dinheiro do caixa tinha sado
correto no domingo e na segunda-feira. Ela ficou espantada que iriam confiar nela para fechar essa
noite.

"A ltima vez que te vi assim", disse Beth ", estava caindo de amor."

Lillian lanou um olhar para a irm.

 "Eu no estou neste momento", Ivy disse com firmeza. "Mas talvez eu pudesse aproveitar o
descano."

"Ento v", disse Lillian. "Leve o tempo que voc precisa."

Ela deu um empurro suave Ivy.

 Ivy caminhou no piso superior do shopping, de um lado para o outro, tentando uma vez mais
entender as coisas. Desde sbado, ela e Gregory vinha fazendo uma espcie de dana tmida ao
redor um do outro: mos se roando, olhos se entreolhando, cumprimentando um ao outro
delicadamente, para depois se afastar. Domingo  noite, a me dela tinha colocado uma mesa de
jantar em famlia e acendeu duas velas. Gregory olhou Ivy do outro lado da mesa, como ele tinha
feito muitas vezes antes, mas desta vez Ivy viu a dana da chama em seus olhos. Segunda-feira
Gregory tinha escapado sem falar com ningum. Ivy no sabia onde ele tinha ido e no se atreveu a
perguntar. Talvez a casa de Suzanne. Talvez no sbado  noite tinha sido apenas um momento de
intimidade, um momento nico, um nico beijo, depois de todos os tempos difceis que tinham
partilhado.

Ivy sentiu-se culpada.
Mas estava to errado assim, cuidar de algum que cuidou dela? Era errado, querer tocar em algum
que a tocava amavelmente? O que  errado, mudando de idia sobre Gregory?
Ivy nunca se sentiu to confusa. S uma coisa era clara: ela ia ter que ter mais ateno as suas aes
e se concentrar no que ela estava fazendo, ela disse a si mesma, justo quando se chocou com um
carrinho de beb.

"Oops. Desculpe."

A mulher que empurrava o carrinho sorriu, e Ivy devolveu o sorriso, ento novamente se chocou
em um carrinho que vende brincos e correntes. Tudo tilintava.

"Desculpe. Desculpe."

Por pouco, ela evitou uma lixeira, ento foi direto para o Caf Mill.

Ivy tomou sua xcara de cappuccino no lugar mais afastando do shopping. As duas grandes lojas
que estavam l estavam fechadas, e vrias luzes tinham queimado. Ela se sentou em um banco vazio
no crepsculo artificial, tomando sua bebida. Vozes dos compradores do outro lado do shopping a
envolvia em ondas suaves que nunca a tocavam completamente.

Ivy fechou os olhos por um momento, aproveitando a solido. Ento ela abriu, virando a cabea
rapidamente, surpreendida por trs vozes distintas para a direita dela. Uma delas era muito familiar.

"Est tudo l", disse ele.

"Eu vou contar."

"Voc no confia em mim?"

"Eu disse que vou contar. Verifica com isso se confio em voc."

Em um tnel mal iluminado que levava para a garagem, Gregory, Eric, e uma terceira pessoa
estavam falando, sem perceber que algum estava prestando ateno. Quando a terceira pessoa
virou a cabea para a luz. Ivy mal podia acreditar em seus olhos. Ela o tinha visto fora da escola e
sabia que ele era traficante de drogas. Mas quando ela viu Gregory dar um saco ao vendedor, o que
ela realmente no podia acreditar era como ela tinha esquecido do outro lado de Gregory.

Como tinha chegado to perto de um rapaz cujos amigos eram ricos e arrojados? Como tinha vindo
a confiar em algum que, entediado com o que ele tinha, assumia riscos estpidos? Por que ela
confiava em uma pessoa que jogava jogos perigosos com seus amigos, sem importar em quem ia
doer?

Tristan tinha avisado uma vez, antes que a noite na ponte dos trens, antes que a noite que Will quase
foi morto. Mas Ivy pensei que Gregory havia mudado desde ento. Nas ltimas quatro semanas ele
tinha... Bem, obviamente, ela estava errada.

Ela levantou bruscamente do banco, respingando cappuccino na parte da frente de sua roupa.

Tristan! Ela grito silenciosamente. Me ajuda, Tristan! Me ajude a manter minha cabea clara!

Ela correu pelo corredor at a rea mais clara do shopping. Ela foi correndo para a escada rolante
quando ela bateu em Will.

 A menina com ele, uma menina ruiva que Ivy reconhecida da festa de Eric, praguejou baixinho.
Will olhou para Ivy, e ela parou olhando. Ela mal podia resistir, o jeito que ele olhava para ela, o
jeito que ele podia manter cativa com seus olhos.

"O que voc est fazendo aqui?" Ivy exigiu.

"E quanto a voc?" explodiu a menina.

 Ivy ignorou. "No me diga", disse ela a Will ", voc s tive uma sensao, s um pensamento, de
alguma forma voc soube."

Ela viu um lampejo de luz em seus olhos, e ela desviou o olhar rapidamente.

 A menina com ele fez careta, olhando para Ivy como se estivesse louca, Ivy se sentia um pouco
louca. "Eu... eu... tenho que ir trabalhar", disse ela, mas ele a manteve imvel em seus olhos.


 "Se voc precisar de mim," Will disse ela, "me ligue". Ento ele virou ligeiramente a cabea, como
se algum tivesse falado sobre seu ombro.

Ivy passou raspando por ele e correu at a escada rolante, subindo mais rpido do que as escadas se
moviam, e correu para a loja.

"Oh, querida", disse Lillian quando viu Ivy irrompeu pela porta.

"Oh, meu Deus!" , diz Beth.

Ivy estava ofegante, tanto pela de raiva, quanto pela corrida. Agora, ela parou para olhar para a
frente de seu vestido verde-claro. Era da cor de barro.

"Devemos lavar isso imediatamente."

 "No, est tudo bem", disse ela, tentando recuperar o flego, respirando lenta e profundamente se
acalmando. "Vou apenas passar uma esponja." Ela foi at o banheiro traseiro, mas Beth j estava
passando por uma estante de fantasias, e Lillian estava olhando pensativamente para o outra.

"Vou apenas passar uma esponja", Ivy repetido. "Eu estarei aqui em um minuto."

Lillian e Beth cantarolavam para si mesmas.

" um velho vestido de qualquer maneira", acrescentou Ivy.

s vezes, as senhoras de idade se julgavam ser surdas.

"Algo simples," ela finalmente implorou. A ltima vez ela tinha acabado vestida como um
aliengena realado com baterias que faziam piscar e dar apitos.

As irms mantiveram a simplicidade, dando a ela uma blusa de soft branca, amassada e gasta nos
ombros, e uma saia colorida.
"Oh, que cigana encantadora que ela faz", Lillian disse Beth.

"Ns devemos vesti-la todos os dias," Beth concordou.
Elas sorriram para ela como dois tias avs caducas.

 "No se esquea de apagar a luz na parte de trs, querida", disse Beth, em seguida, as irms
voltaram para casa com seus sete gatos.

Ivy deu um suspiro de alvio. Ela estava feliz de ter que conduzir a loja s nas prximas duas horas.
Ela manteve ocupada o suficiente para manter sua mente fora o que ela tinha acabado de ver.

Ela estava com raiva mas mais de si mesma do que de Gregory. Ele era quem ele era. Ele no
mudou seus caminhos. Foi ela quem tinha feito dele o cara perfeito.

s 9:25, Ivy estava terminando com seu ltimo cliente. O shopping testava praticamente vazio.
Cinco minutos depois ela diminuiu as luzes da loja, trancou a porta por dentro, e comeou a contar
o dinheiro e somando os recibos.

Ela foi surpreendida por algum batendo no vidro. "Cigana", ele chamou.

"Gregory".

Por um momento, ela considerou deix-lo l fora, colocando de volta a parede de vidro que ele
tinha erguido entre eles em janeiro passado. Ela caminhou lentamente em direo a ele, destrancou
a porta da loja, e a abriu alguns centimentros.

"Estou incomodando?" ele perguntou.

"Tenho que fazer a soma do dinheiro e fecha."

"Vou esperar calado", prometeu.

Ivy abriu a porta alguns centmetros a mais e ele entrou.

Ela encaminhou-se para a caixa registadora, depois voltou rapidamente. "Poderia tambm esclarecer
as coisas agora", disse ela.

Gregory esperou, ele olhou como se soubesse que algo grande estava por vir.

"Eu vi voc e Eric e o outro cara, o vendedor, fazer uma troca."

"Oh, isso", disse ele, como se fosse nada.

"Oh, isso?" ela repetiu.

"Eu pensei que voc ia me dizer algo como, a partir de agora, no ns veremos mais sozinhos."

Ivy olhou para baixo, puxar e torcendo uma borda da saia. Provavelmente seria melhor se eles no o
fizessem.

"Oh," ele disse, "J vejo. Voc ia dizer isso tambm".
Ivy no lhe respondeu. Ela honestamente no sabia.

 Gregory se aproximou dela e colocou a mo em cima dela, evitando ela de arrancar fora a borda.
"Eric usa drogas", disse ele, "voc sabe disso. E ele est ficando depenado, est muito endividado
com nosso amigvel fornecedor vizinhana. Eu o tirei de uma roubada."

 Ivy olhou nos olhos de Gregory. Contra o seu bronzeado, eles pareciam mais claros, como um mar
de prata em um dia de nvoa.

"Eu no te culpo. Ivy, por pensar que eu estou fazendo a coisa errada. Se eu achasse que Eric iria
parar quando ele ficou sem dinheiro, eu no pagaria por ele. Mas ele no vai parar, e eles vo atrs
dele. "

Ele soltou a mo dela. "Eric  meu amigo. Ele tem sido meu amigo desde a escola primria. Eu no
sei mais o que fazer."

Ivy virou-se, pensando em como Gregory era leal com Eric e como ela tinha sido desleal com
Suzanne.

"V em frente. Diga", de Gregory desafiou ela. "Voc no gosta do que eu estou fazendo. Voc acha
que eu deveria encontrar amigos melhores."

 Ela balanou a cabea. "Eu no culpo voc por que voc est fazendo", disse ela. "Eric tem sorte de
ter voc como amigo, to afortunado como eu sou. To afortunado como  Suzanne".

 Ele virou o rosto em direo a ele com apenas um dedo. "Termine o seu trabalho", disse ele, "e
podemos conversar um pouco mais. Ns vamos ir para algum lugar, no em casa, ok?"

"Ok".

"Voc vai usar isso?" , ele perguntou, sorrindo.

"Ah, eu esqueci. Derramei cappuccino eu meu vestido. E est imerso na bacia."

Ele riu. "Eu no me importo. Voc parece ... uh, extica", disse ele, seus olhos caindo sobre os
ombros nus.

Ela vibrou um pouco.

"Eu acho que eu vou ter que encontrar uma fantasia para mim." Ele comeou a olhar por cima do
muro de chapus e perucas. Poucos minutos depois, ele gritou para ela: "Como tal isso?"

Ivy ergueu os olhos por detrs da registradora e riu alto. Ele estava usando uma peruca vermelha
crespa, uma cartola e uma gravata borboleta de bolinhas.

"Aposto nesse", disse ela.

Gregory tentou em um traje aps o outro: uma mscara de Klingon. cabea e de peito King Kong,
um enorme chapu de flor grande e uma jiboia.

"Palhao!" disse Ivy.
Ele sorriu e acenou com a estola de penas.

"Se voc quiser experimentar uma roupa completa, h salas de prova l atrs. A da esquerda 
maior, com espelhos por toda parte. Voc tem todos os ngulos", lhe disse. "Eu realmente sinto
muito Philip no est aqui para brincar com voc."

"Quando estiver pronta, voc pode brincar comigo", respondeu Gregory.

Ivy trabalhou um pouco mais. Quando ela finalmente fechou o livro, ela viu que ele tinha
desaparecido.

"Gregory?" ela chamou.

"Sim, meu duce", respondeu ele com um acento.

"O que voc est fazendo?"

"Vem c, meu duce", respondeu ele. "Eu estou aqui te esperando."

Ela sorriu para si mesma. "O que voc est tramando?"

 Ivy foi na ponta dos ps para o provador e lentamente abriu a porta de vaivm. Gregory estava
contra a parede. Virou-se rapidamente, saltando na frente dela.

 "Oh!" ela ofegou. Ela no estava fingindo; Gregory estava disfarado de um, surpreendentemente
bonito, vampiro com uma camisa branca com um profundo decote em V e uma capa de gola alta
preta. Seus cabelos escuros estavam penteados para trs, e seus olhos danaram com travessuras.

"Ol, meu duce".

"Diga-me, disse ela, recuperada da surpresa", se voc colocar em suas presas, voc ser capaz de
pronunciar a letra o? "

"De jeito nenhum. Esta  a maneira como eu falo." Ele puxou-a para o provador. "E posso dizer,
minha duce, que pescoo lindo voc tem!"

Ivy riu. Ele colocou em seus dentes longos e comeou a acariciar seu pescoo, fazendo ccegas
nela.

"Onde devo enterrar a estaca de madeira?" , perguntou ela, empurrando-o um pouco para trs.
"Aqui?" Ele apontou ligeiramente justo onde sua camisa se abria.

Gregory pegou a mo dela e segurou-a por um longo momento. Ento ele tirou os dentes e ergueu a
mo  boca, beijando-o suavemente. Ele a puxou para perto dele. "Acho que voc j o fez, a
lanaste diretamente atravs do meu corao", disse .

Ivy olhou para ele, mal respirando. Seus olhos ardiam como cinzas brasas sob seus clios inferiores.

"Que lindo pescoo", disse ele, inclinando a cabea, o cabelo escuro caindo para a frente. Ele
beijou-a suavemente sobre a garganta. Ele a beijou de novo e de novo, movendo-se lentamente at a
boca dela. Seus beijos se tornaram mais insistentes. Ivy respondeu com beijos suaves. Ele apertou-a
contra si, segurou-a firmemente, ento, de repente a soltou, agachando diante dela. Ele se ajoelhou
na frente dela, chegando at ela, suas mos fortes e acariciando movendo-se lentamente sobre seu
corpo, puxando-a para baixo para ele. "Est tudo bem", disse ele baixinho. "Est tudo bem".

 Eles se abraavam e balanavam. Ento Ivy abriu os olhos.  esquerda,  direita, refletida na frente
dela, refletido por trs dela, de todos os ngulos no espelho camarim ela pudesse ver a si mesma e
Gregory envolto em torno de si.

Ela se afastou dele. "No!" Suas mos subiram ao rosto, cobrindo os olhos.

Gregory tentou puxar as mos dela longe do rosto. Ela se virou para a parede, encolhida no canto,
mas ela no conseguia afastar do reflexo da menina que tinha beijado Gregory.

"Isso no est certo", disse ela.

"No  certo?"

"No  uma coisa boa. Para voc, ou eu, ou Suzanne".

"Esquea Suzanne! O que importa  voc e eu."

 "No se esquea de Suzanne," Ivy suplicou baixinho. "Ela queria voc por um longo tempo. E eu,
eu quero estar perto de voc, eu quero falar com voc, quero tocar em voc. E te beijar. Como eu
poderia ajud-la, quando voc tem sido to maravilhoso para mim? Mas, Gregory, eu sei "Ela
respirou fundo. "Eu sei que ainda estou apaixonada por Tristan."

"E voc acha que eu no sei ?" Ele riu. "Voc fez isso um pouco bvio. Ivy".

Ele deu um passo mais perto dela e estendeu a mo. "Eu sei que voc ainda est apaixonada por ele
e ainda sofrendo por ele. Deixe-me ajudar a aliviar a dor."

Ele segurou sua mo suavemente entre a suas.

"Pense nisso, Ivy. Basta pensar nisso", disse ele.

 Ela assentiu com a cabea em silncio, a mo livre brincando com a borla na saia. "Vou mudar a
minha roupa agora", disse ela, "e ns vamos para casa, em nossos prprios carros. Vou fazer um
longo percurso para no chegarmos ao mesmo tempo. Ns no vamos sequer ver o outro, subindo
para nossos quartos. Assim: "Ele ergueu a mo  boca. "Este  o meu beijo de boa noite", disse ele,
tocando suavemente seus lbios nos seus dedos.


                                              ***


Quando Tristan despertou, apenas uma luz suave iluminava o provador, brilhando de volta para ele
de cada um dos espelhos. Mas a escurido que ele sentia ao seu redor na sala vazia foi mais do que
a ausncia de luz. A escurido parecia algo real em si, uma forma suave e sinistra, uma presena que
irritava e assustava Tristan.

"Gregory", disse ele em voz alta, e as cenas que tinha presenciado horas antes passou pela sua
mente. Por um momento ele pensou que o quarto estava aceso. Gregory tinha realmente se
apaixonado por Ivy? Tristan se perguntou. E ele estava dizendo a verdade sobre Eric e o vendedor?
Tristan tinha que saber, tinha que entrar dentro de sua cabea. "Voc  o prximo, Gregory," ele
disse. "Voc  o prximo."

"Quer parar de falar para si mesmo? Como uma garota pode ter seu sono de beleza?"

Tristan empurrou a porta do provador para a loja, que estava iluminada por duas tnues luzes e um
sinal de sada. Lacey estava estendida aos ps do King Kong.

"Esperei por voc em seu condomnio Riverstone Rise", disse ela, enquanto levantava uma flor
morta. "Te trouxe isto. Havia outras, igualmente mortas, formando um T no seu tmulo. Percebi que
voc no passava por l a um tempo."

"Eu no tenho."

 "Eu confirmei o Eric", continuou ela, "apenas no caso de voc se perdeu naquela casa de diverso
tambm conhecida como sua mente. Ento, eu chequei a Ivy, que no est tendo uma boa noite, de
modo que h de novo?"

"Ela est bem?" Tristan pediu. Ele queria a seguir para sua casa e fazer seu descanso l. Ento ele
poderia ter a certeza que Ella estava por perto, ele poderia ter chamado Philip se ela precisava dele.
Mas ele sabia que se ele tivesse ido com ela, ele teria ficado acordado a noite toda a assistindo. "Ela
est bem?"

"Ela  Ivy", respondeu Lacey, afofando o cabelo. "Ento me diga, o que eu sinto falta nesta novela?
Gregory est to agitado como ela . O que o consome por dentro?"

Tristan disse a Lacey o que tinha acontecido mais cedo naquela noite, assim como o que ele tinha
experimentado dentro da cabea de Eric, a memria da cena na casa de Caroline, com os seus
sentimentos avassaladores de frustrao e medo. Lacey escutou um pouco e depois passeou pela
loja. Ela materializa os dedos, e experimentou uma mscara, virando-se para Tristan por um
momento, em seguida, provou em outra.

 "Talvez esta no seja a primeira vez que Eric se meti em perigo", disse Lacey. "E se Eric procurava
Caroline para pedir dinheiro das drogas, do jeito que ele agora pede para Gregory? E se naquela
noite, quando ele precisava de dinheiro, Caroline no o recebeu?

"No, no  assim to simples", respondeu Tristan, um pouco rpido demais. "Eu sei que no  to
simples assim."

Ela levantou uma sobrancelha para ele. "Voc sabe que, ou voc s quer acreditar nisso?" ,
perguntou ela.

"O que voc quer dizer?"

 "Me parece que encontraria um pouquinho de satisfao ao provar a culpa de Gregory. O pobre,
inocente, bonito Gregory", disse ela, instigando Tristan. "Talvez as nicas coisas que ele  culpado
de brincar com meninas e se apaixonar por sua menina e sua menina apaixonar por ele",acrescentou
maliciosamente.

"Voc realmente no pode acreditar nisso!" Tristan disse.

Ela encolheu os ombros. "Eu no estou dizendo que Gregory no  um idiota s vezes, mas outras
vezes, pelo menos uma vez, ele teve um bom corao o suficiente para salvar o pescoo de seu
amigo em problemas." Ela passou a lngua sobre os dentes e sorriu. "Eu acho que ele  rico, bonito,
e inocente".
"Se ele  inocente, sua memria vai provar isso", disse Tristan.

Lacey sacudiu a cabea, subitamente sria. "Desta vez, ele pode jog-lo ta longe como na lua."

"Eu vou me arriscar e eu vou conseguir, Lacey. Afinal de contas, eu tive um professor excelente."
Ela piscou para ele.

"Voc estava certa. Eric era mais fcil de deslizar em quando ele estava dormindo levemente. Eu
vou tentar a mesma coisa com Gregory."

"Isso vai me ensinar a no ensinar-lhe!"

 Tristan ergueu a cabea. "Devia te dar alguns pontos, Lacey, pontos de anjo por me ajudar a
completar a minha misso".

Ela se virou.

"E estes pontos podem ajud-la a terminar a sua. No  isso que voc quer?"

Lacey deu de ombros, mantendo as costas para ele.

Tristan olhou para ela intrigado. "Existe algo que eu no entendo?"

"Muito, Tristan,". Ela suspirou. "O que voc quer que eu faa com esta flor?"

"Deix-la, eu acho. Foi bom de voc a trouce, mas vou usar de muita fora tentando lev-la.
Escute, eu tenho que ir."

Ela assentiu com a cabea.

"Obrigado, Lacey."

Ela ainda no virou.

"Voc  um anjo!" disse ele.

"Mmm".

Tristan correu e chegou em quarto Ivy justo quando o cu estava comeando a clarear. Era to
tentador materializar um dedo e acariciar sua bochecha.

Eu te amo. Ivy. Eu nunca deixei de te amar.

S um toque suave, era tudo que ele queria. Qual seria o custo, um toque suave?

Ele a deixou, antes de ceder  tentao e usar a energia que precisava para Gregory.]

Gregory estava dormindo tranquilamente. Tristan olhou rapidamente atravs de sua coleo de
msicas e encontrou um CD que ele estava acostumado. Materializando dois dedos, ele colocou o
disco no leitor e colocou o volume baixo. Ele cutucou Gregory, ento ele comeou a seguir a
msica, dizendo as palavras, concentrando-se nas imagens da msica.

 Mas por alguma razo, Tristan seguia sem se concentrar. Ele achava que sabia a letra de cor. Ele
reorientou, ento percebeu suas imagens foram misturar com outras imagens, de Gregory.

Eu estou dentro! Lacey, estou dentro!

De repente, ele podia sentir Gregory procurando por ele, estendendo a mo s cegas,
desesperadamente, da maneira como uma pessoa adormecida apalpa a cama quando um alarme de
relgio dispara. Tristan ficou muito quieto, absolutamente imvel, e a msica levou Gregory longe
dele.

Tristan ficou alviado. At que ponto Gregory poderia explosa-lo de sua mente? Ele se perguntou.

Mas cada pensamento como esse era um pensamento diferente do Gregory e s o alertaria
novamente. Tristan no conseguia pensar no que ele estava fazendo, mas simplesmente tinha que
faz-lo.

 Ele tinha escolhido para concentrar-se na luz da sala de Caroline. O dia em que ele e Lacey
revistaram a casa, ele tinha notado em p ao lado da cadeira onde a polcia encontrou o corpo de
Caroline. A lmpada de halogneo, com sua base comprida e disco de metal na parte superior, era
to comum que no levantaria suspeitas, mas que poder desencadear uma memria visual de
Caroline sentada na cadeira naquela tarde de maio.

Tristan focou nela. Ele circulou com sua mente. Ele estendeu a mo para ela como se fosse lig-lo.

E ele se viu em p na sala de Caroline. Ela estava sentada na cadeira, olhando para ele, um pouco
divertida. Ento de repente ela se levantou. A cor era mais forte em suas bochechas, dedos longos e
vermelhos dela, que se parecia com o rosto de Gregory quando ele estava irritado. Mas tambm
havia um brilho vitorioso em seus olhos.

 Ela caminhou em direo a uma mesa. Tristan, dentro da memria de Gregory, ficou onde estava,
perto da lmpada. Caroline pegou um pedao de papel e acenou para ele, como se ela estivesse
zombando dele. Ele sentiu as mos de Gregory se apertando em punhos.

Ento ela caminhou em sua direo. Ele pensou que ela estava dizendo tinha no papel, mas ele no
podia ouvir as palavras claramente. Sua ira tinha crescido to rapidamente, a fria dele era to
grande, que seu corao batia forte, o seu sangue correu por ele, batendo em seus ouvidos.

 Ento sua mo se levantou. Ele bateu na lampada, virando em sua direo. Ele a viu cambaleando
para trs, voando para trs como um personagem de desenho animado para o quadrado azul
brilhante da janela.

 Ele gritou. Tristan, tambm, gritou quando viu Caroline caindo para trs, com um longo jorro de
sangue em seu rosto.

Gregory de repente se agitou, e Tristan sabia que Gregory tinha ouvido ele falar. Ele era o seguinte a
ser golpeado. Ele se esforou para sair. Mas as imagens estavam girando ao redor dele, como
pedaos de vidro afiado em um caleidoscpio. Ele se sentiu tonto e doente. Ele no poderia separar
sua prpria mente de Gregory. Ele correu por meio de um labirinto sem fim de pensamentos
doentios e insanos. Ele sabia que ele estava preso.
Ento de repente havia uma voz chamando Gregory, suplicando para acordar. Ivy.

A viu atravs dos olhos de Gregory, vestida em seu robe, inclinando-se sobre ele. Seu cabelo caiu
para baixo e tocou seu rosto. Seus braos a volta dele, confortando-o. Ento Gregory calou seus
pensamentos agitados, e Tristan saiu.
Captulo 12

"Isso  tudo, Philip!" Gregory disse, levantando a camisa, limpando o suor de seu rosto. "Eu no
estou lhe dando mais lies mais tnis. Voc vai me vencer o tempo todo."

"Ento eu vou ter que lhe dar lies", Philip respondeu, muito satisfeito consigo mesmo. Gregory
terminou tirar sua camisa mida e tapa levemente em Philip. "Fedelho".

Ivy e Maggie, que estava assistindo aula de quinta-feira pela manh, riam.

"Isto  como eu sempre esperava que fosse", disse Maggie.

Foi um dia de vero perfeito, o cu azul, os pinheiros mexendo com uma leve brisa. Eles estavam
sentados juntos pela quadra de tnis, Ivy tomando banho de sol, sua me ocupando a metade da
sombra de uma manta.

Maggie suspirou satisfeita. "Ns somos uma famlia afinal! E eu posso ir embora sabendo que
meus filhotes esto felizes e seguros em casa".

 "No gaste um momento pensando em ns, me", disse Ivy. "Voc e Andrew merecem algum
tempo sozinho no lago."

Maggie assentiu. "Andrew precisa do tempo longe, isso  certo. Alguma coisa tem estado em sua
mente ultimamente. Geralmente, antes de dormir, ele me diz tudo o que aconteceu naquele dia,
todos os detalhes de tudo.  assim que eu pego no sono."

Ivy riu.

"Mas eu posso dizer," Maggie continuou, " algo o preocupa, e ele est guardando para si mesmo."

Ivy colocou a mo sobre a de sua me. "Me vocs realmente precisam ficar longe de ns e da
faculdade. Espero que voc tenha um grande momento.".

A me beijou-a, em seguida, levantou-se para dizer tchau ao Philip.

Ela colocou o brao ao redor de seu ombro. "Voc ser bom, abbora."

Philip fez uma careta.

"Tudo bem", disse Gregory respondeu alegremente.

Maggie riu. Ela marcou uma grande beijo rosa em Philip, hesitou, e ento beijou timidamente
Gregory, tambm.

 "Cuide do meu beb", Ivy ouviu a me dizer em voz baixa. "Cuide do meu beb grande e minha
pequena."

Gregory sorriu. "Voc pode contar comigo, Maggie."
A me de Ivy saiu feliz, sua bolsa enorme balanando atrs dela. O carro j estava cheio, ela estava
indo pegar Andrew aps sua reunio matinal.

Gregory sorriu para Ivy, em seguida, se estendeu sobre a manta ao lado dela. "Para os prximos trs
dias", disse ele, "ns podemos comer o que quisermos, quando quisermos."

"Eu vou fazer um sanduche de agora", disse Philip a eles. "Quer um?"

Ivy balanou a cabea. "Eu tenho que ir trabalhar cedo. Vou pegar uma coisa no shopping."

"Que voc vai fazer?" Gregory perguntou.

" Creme de queijo, canela e acar."

"Acho que vou passar esse."

Philip se dirigiu para a casa, mas no antes de limpar o rosto na camisa, logo tirou ela e a golpeou
contra uma rvore.

Quando seu irmo tinha desaparecido atrs do bosque de pinheiros que separa a casa do campo de
tnis. Ivy disse: "Voc sabe, ele est imitando voc. Como voc se sente sendo um modelo a
seguir?"

"Eu no sei." Gregory sorriu um sorriso torto. "Eu acho que vou ter que melhorar meus atos."

Ivy riu e recostou-se na manta. "Obrigado por ser bom para a minha me", disse ela.

 "Com a promessa de cuidar do seu beb? Isso no vai ser duro para manter." Gregory deitou perto
de Ivy. Ele olhou para ela, ento, passou a mo sobre o umbigo  mostra. "Sua pele  to quente."

Ivy se sentiu aquecida. Ela colocou a mo em cima de Gregory.

"Por que voc no usar essee biquni na festa do Eric?" ele perguntou.

Ivy riu. "Eu s uso onde me sinto confortvel."

"E voc se senti confortvel comigo?" Ele se ergueu sobre um cotovelo e olhou em seus olhos, em
seguida, deixou o olhar passar devagar por ela.

"Sim e no," ela respondeu.

"Voc sempre to honesta", disse ele, se inclinando sobre ela, sorrindo.

Sem toc-la, ele baixou a boca para a dela. Ela o beijou. Ele parou por um instante, depois baixou a
boca de novo, ainda sem toc-la, exceto com os lbios.

Beijaram-se uma terceira vez. Ento Ivy estendeu a mo e colocou as mos em seu pescoo,
puxando-o para ela.

Ela no ouviu os passos suaves na grama.

"Eu estava esperando por voc no parque desde as dez."
A cabea de Gregory ergueu, e Ivy agarrou a borda da manta.

"Parece que voc encontrou algo melhor para fazer", disse Eric, e acenou para Ivy.

Gregory se levantou. Ivy puxou a manta em volta dela, como se Eric a tivesse pego sem roupa. A
maneira como ele olhou para ela, sentia-se nua. Sentia-se exposta.

Eric riu. "Eu vi um filme sobre uma irm que no conseguia manter suas mos fora seu irmo."

" meio-irmo," disse Gregory.

Ivy se encolheu dentro da manta.

"Tanto faz. Eu acho que voc superou Tristan, n?" Eric disse. "Gregory te curou?"

"Diga adeus, Eric", alertou Gregory.

 "Ele  melhor nisso do que Tristan?" Eric perguntou, sua voz baixa e suave. "Ele com certeza tem
todos os movimentos." Suas palavras eram como cobras trabalhando na mente de Ivy.

"Cala boco!" Gregory gritou, ficando em p.

 "Mas voc sabia, no ?" Eric continuou com uma voz sedosa. "Voc sabia sobre Gregory, porque
as meninas falam."

"Saia daqui!"

"Suzanne deve ter te dito," Eric prosseguiu.

"Estou avisando."

 Suzanne teria dito a seu melhor amiga o quo quente Gregory  ", disse Eric, contorcendo os
quadris.

"Saia da minha propriedade!"

 Eric virou-se para Gregory e riu. "Sua propriedade?" Ele esticou os lbios em um sorriso
exagerado. "Sua? Talvez um dia, se voc tiver sorte."

 Gregory ficou em silncio por um momento, depois falou com uma voz que era legal, mas
ameaadora. " melhor que eu seja, Eric. Porque se eu estou sem sorte, voc est, tambm." Ele deu
alguns passos mais perto de seu amigo.

 Eric se foi. Ele olhou por cima do ombro e riu, como uma criana pulando e os outros se atrevendo
a peg-lo, mas houve uma borda para o riso manaco que fez o sangue de Ivy gelar.

Philip, que tinha sado da casa quando ouviu os gritos, agora correu pelo gramado para eles.

 "O que h de errado?" ele perguntou. Ele olhou de Gregory para Ivy, que estava de p ao lado dele,
ainda embrulhada na manta. "O que aconteceu?"
"Nada", disse Gregory. "Nada para voc se preocupar."

Philip olhou para ele, com dvidas, em seguida, virou-se para Ivy. "Voc est bem?"
Ela concordou em silncio.

Gregory colocou o brao em torno de Ivy. "Eric disse que algumas coisas ms para ela."

"Coisas ms como o qu?"

"S disse coisas", respondeu Gregory.

"Como o qu?"

"Eu no quero falar sobre isso agora", disse Ivy.

Philip mordeu o lbio. Ento ele se virou e comeou a caminhar para longe deles.

Ela sabia que ele se sentiu deixado de fora. Ela saiu de debaixo do brao protetor de Gregory.
"Posso ter um abrao, Philip? Eu sei que voc est grande agora, mas estou me sentindo um pouco
mal. Posso ter um abrao?"

Seu irmo voltou e passou os braos em volta dela, apertando com fora.

"Vamos cuidar de voc", ele sussurrou.

"Voc?" ela sussurrou de volta.

"Gregory e eu", assegurou ele, "e o anjo Tristan".

Ivy rapidamente deix-lo ir. Ela se esforou para manter a boca sem tremor. "Obrigado", disse ela,
em seguida, correu para a casa.

Quando Tristan ouviu os gritos, correu para a janela para ver o que estava acontecendo. Gregory e
Eric estavam escondidos atrs das rvores. O som da sua voz era carregada, mas ele no conseguia
entender as palavras. O intercmbio com raiva acabou quase to depressa como tinha comeado.

Tristan debateu o que fazer. Ele queria saber se estava tudo bem com Ivy, mas ele no podia sair do
quarto de Gregory como estava agora. Ele passou a manh procurando, e gavetas estavam abertas,
papis espalhados, os bolsos de calas e jaquetas puxado de dentro para fora. Se Gregory descobrir
que algum tinha olhado suas coisas, ele se tornaria muito mais cauteloso, e que tornaria mais difcil
para descobrir o que estava acontecendo.

 A ltima vez que Ivy precisou de ajuda, ela havia chamado por Tristan  silenciosamente - , mas ele
tinha ouvido. Agora se manteve muito quieto por alguns momentos, escutado. Quando ele no
perceber que ela estava em perigo, ele decidiu ficar onde estava e comeou a arrumar.

Poucos minutos depois, ele ouviu Ivy correr para cima, ento Philip e Gregory falavam enquanto
eles se aproximavam da casa. Tristan comeou a trabalhar mais depressa, mas ele foi rapidamente
perdendo sua fora. Seus dedos, tendo materializado vrias vezes por curtos perodos de tempo,
estvamos cansados e desajeitados. Ele mal podia abrir e fechar a escrivaninha de Gregory.

Havia uma revista da velha escola em cima da mesa, artigos de jornal fixados que Gregory tinha
guardado. Mais cedo, Tristan tinha desempoeirado as notcias, tentando descobrir por que elas
interessavam Gregory. Agora eles estavam soprando ao redor. Ele apanhou uma delas e derrubou
uma pilha de caixas com fitas de vdeo.
 Vrias das fitas deslizaram para fora de suas caixas, e Tristan correu para recolher. Ele podia ouvir
Gregory falando com Philip, na parte inferior da casa na escada de trs, mas quanto mais ele se
apressou, mais ele enfraqueceu. Uma das fitas entrava na sua caixa tinha algo trancando.

 Tristan concentrou toda a sua energia e puxou-o para fora outra vez. Foi quando ele viu, a fita
adesiva ao longo do lado da caixa preta, com trs cpsulas vermelhas brilhantes l dentro.

Ele ouviu os passos rangerem. Gregory foi chegando. Tristan arrancou o plstico, deslizou a fita de
volta em sua caixa, e deixou no topo da pilha. Ele sabia que Gregory no seria capaz de v-lo, mas
veria as cpsulas vermelhas. Com sua ltima gota de energia, Tristan jogou atrs da mesa. Meio
segundo mais tarde Gregory entrou no quarto.

 Tristan se deixou cair, exausto. Ele viu que tudo estava no lugar, exceto um horrio de trem que
estava no cho, onde as caixas caram.

No tem problema, disse a si mesmo. Gregory iria pensar que tinha voado fora da mesa, uma vez
que no foi fixado em nada.

Na verdade, Gregory no percebeu o horrio, mas ele foi diretamente para sua mesa e sentou-se.
Havia gotas de suor na testa, e sua pele tinha uma cor estranha, empalidecendo sob seu bronzeado.
Ele baixou a cabea em suas mos. Por vrios minutos, ele esfregou as tmporas, ento ele se
sentou na cadeira.

 De repente sacudiu a cabea ao redor. Gregory olhou para os horrios dos trens no cho, depois
olhou lentamente, desconfiado ao redor da sala. Ele pegou a fita e puxou-o para fora da caixa. Seu
queixo caiu.

Ele conferiu a etiqueta, ento arrancou uma fita atrs da outra. Ele rasgou o celofane fora de um
cassete de segunda que continha trs cpsulas mais... e de novo olhou ao redor da sala.

 "Philip!" Ele levantou-se bruscamente, derrubando sua cadeira de costas no cho. Caminhou at
porta, depois parou e bateu com a mo contra a parede. Ele ficou ali, imvel, olhando a porta do
corredor, uma mo ainda segurando as drogas.

"Maldito seja, fedelho!"

Ele empurrou as cpsulas no fundo de seu bolso, em seguida, enfiou a carteira por cima. Voltando 
sua mesa, pegou a cadeira, sentou-se ento a leu os horrios dos trens.

 Tristan leu por cima do ombro e viu como Gregory circulou o horrio do ltimo trem em
funcionamento aps a meia-noite. Ele deixou Tusset em 1:45, mas no faz parada na estao
Stonehill. Gregory fez alguns clculos rpidos, anotou 02:04, circularam duas vezes, depois
deslizou a programao em um livro. Ele sentou-se por mais quinze minutos, com o queixo apoiado
nas mos.

Tristan perguntava o que estava passando pela mente de Gregory, mas ele estava muito fraco para
uma tentativa de entrada. Gregory parecia muito mais calmo agora to calma que era assustador.
Sentou-se lentamente para trs e acenou para ele mesmo como se ele tivesse feito alguma grande
deciso. Ento ele pegou as chaves do carro e se dirigiu para a porta. Na metade do caminho as
escadas, Gregory comeou a assobiar.


Captulo 13


"Eu acho que seus dias floridos se acabaram", disse Beth, olhando para a papoula morta que Ivy
tinha colocado no copo de gua sobre a mesa entre elas.

Quando Lillian e Betty abriram a loja de manh, elas encontraram a flor roxa na boca do King
Kong, brotando como uma rosa entre os dentes de um danarino. Mais tarde naquele dia Ivy
repetidamente negou ser a engraadinha que havia colocado l.

"Por que estamos tentando a reviver?" Beth perguntou. Ela rodopiava sua lngua em torno da
casquinha de sorvete. "Ns no podemos comprar outra para o King Kong?"

 "Eles estavam vendendo papoula no festival de sbado," Ivy respondeu. "Comprei algumas roxas
para Tristan. Philip e eu levamos ao cemitrio."

"Estou contente por Philip foi com voc", disse Beth. "Ele sente falta de Tristan, tambm."

"Ele fez um T com elas no tmulo", Ivy disse ela, sorrindo um pouco.

Beth inclinou a cabea, como se fosse perfeitamente claro agora por que Ivy se incomodaria com
uma papoula murchas deixada na loja.

"Eu estou ficando louca, no ?" Ivy disse de repente.

"Eu deveria estar ficando melhor! Eu deveria estar superando Tristan! E aqui estou eu, salvando
esta flor estpida como uma lembrana, s porque parece a que eu..."

Ela arrancou a papoula do vaso e jogou-a em uma bandeja cheia de pratos sujos que a garonete ia
levando.

Beth saiu da cabine, perseguiu a garonete, e voltou com a papoula.

"Talvez germine", disse ela, enfiando de volta no vaso com gua.

Ivy balanou a cabea e tomou um gole de ch em silncio. Beth mastigou seu cone por alguns
minutos.

"Sabe", Beth disse finalmente, "eu estou sempre preparado para ouvir."

Ivy balanou a cabea. "Sinto muito, Beth. Eu te chamo presa em pnico, s nove horas da noite, a
arrastando de tua escrita para fazer um lanche com mais de cinquenta pessoas da liga de boliche de
Howard Johnson..." , ela olhou ao redor da sala lotada de cor verde e laranja "...e agora parece que
eu no posso falar".

"Tudo bem", Beth disse, acenando com a cone para Ivy. "Estou comendo um soverte duplo de
caramelo... por isso, voc poderia ter me chamado s trs da manh. Mas, como sabia que eu estava
escrevendo?"
Ivy sorriu. Beth tinha se encontrado com ela no estacionamento vestida com shorts de jean, sem
maquiagem, e um velho par de culos, que ela usava s quando estava colada a uma tela do
computador. Um post-it amarelo rabiscado estava colado em sua camiseta e tinha o cabelo puxado
para trs em um clipe.

"S um palpite", disse Ivy. "O que est fazendo Suzanne esta noite?"

Ivy e Suzanne no tinha falado desde o festival.

"Ela saiu com algum".

 "Gregory?" Ivy perguntou, franzindo a testa. Ele havia prometido ficar com Philip at que ela
chegasse em casa naquela noite.

"No, um cara que se suponhe fazer Gregory incrivelmente ciumento."

"Oh".

"Ela no te disse?" Beth perguntou com surpresa.

"Isso  tudo Suzanne podia falar." Vendo o olhar no rosto de Ivy, ela acrescentou rapidamente,
"tenho certeza Suzanne pensou em te falar. Voc sabe como , voc diz algo a uma pessoa, e voc
acha que j disse isso para o outro."

Ivy balanou a cabea, mas ambos sabiam que no era o caso.

 "Gregory no passou muito tempo com Suzanne ultimamente", disse Beth, parando para perseguir
gotas de chocolate ao redor dela cone ", mas voc sabe disso."

Ivy encolheu os ombros. "Ele sai, mas no pergunto aonde."

"Bem, Suzanne tem certeza que ele est vendo outra pessoa."

Ivy comeou a rastrear as fotos individualmente.

 "A principio Suzanne achava que ele estava brincando. Ela no estava preocupada porque no era
uma pessoa especial. Mas agora ela acha que ele est vendo apenas uma pessoa. Ela acha que ele 
realmente viciado em algum."

 Ivy olhou para cima e viu Beth estudando-a. Beth pode realmente ler mentes, ela se perguntava, ou
 a minha cara que sempre me trai?

"Suzanne fica me perguntando o que eu acho que est acontecendo", Beth continuou, com a testa
ligeiramente enrugada.

"E o que diz a ela?" Ivy perguntou.

 Beth piscou vrias vezes, em seguida, desviou o olhar. Ela olhou uma garonete de cabelos
prateados, com dois homens calvos em camisas de boliche coloridas.

"Eu no sou uma boa pessoa para perguntar", disse ela finalmente.
 "Voc me conhece. Ivy, eu estou sempre observando as pessoas e acrescentando coisas ao que eu
vejo para fazer as histrias delas. s vezes eu esqueo que parte inventei e que parte  verdade."
 "O que voc acha que  realmente verdade sobre Gregory?" Ivy persistiu.

Beth acenou cone ao redor. "Eu acho que ele est saindo. Eu acho que, uh, com muitas meninas
como ele. Mas eu no posso adivinhar em quem ele realmente se interessa nem o que ele est
realmente pensando. Eu simplesmente no posso l-lo muito bem."

Beth deu uma mordida poderosa fora de seu cone e mastigou pensativamente. "Gregory  como um
espelho", disse ela. "Ele reflete como quem est com ele. Quando ele est com Eric, ele parece agir
como Eric. Quando ele est com voc, ele  atencioso e engraado como voc. O problema para
mim  que eu no posso realmente ver quem Gregory , mais que eu possa ver o que um espelho,
por si s parece, porque ele reflete quem est ao seu redor. Sabe o que eu quero dizer? "

"Eu acho que sim."

"O que devo dizer, Ivy?" Beth perguntou, com tom de voz mudando. Ela estava pedindo uma
resposta. "Vocs duas so minhas amigas. Quando Suzanne me pergunta o que est acontecendo, o
que devo dizer?"

"Eu no sei." Ivy comeou a examinar o seu cardapio, lendo todas as descries de sobremesas rede
Howard Johnson. "Eu vou te dizer quando souber, ok? Ento, como tua escrita est indo?"

 "A minha escrita?" Beth repetiu, esforando-se para mudar de assunto com a Ivy. "Bem, eu tenho
uma boa notcia."

"Sim? Diga-me."

 "Vo me publicar. Quero dizer, em uma revista de verdade." Os olhos azuis de Beth brilharam.
"Confisses de Corao Verdadeiro".

"Beth, isso  timo! Que histria?"

 "A que eu fiz para o clube de teatro. Voc sabe, esteve na revista literaria da escola na ltima
primavera."

Ivy tentou lembrar. "Eu tenho lido tantas agora."

 "Ela empunhou a arma em seu peito," Beth comeou. "'Cruel e triste, frio e inflexvel. Fotografias
dele. Frgil e fotos desbotadas dele... dele com ela... rasgadas, encharcadas de lagrimas, fotos de...
etc, etc."

Duas garonetes carregando bandejas cheias, tinha parado para ouvir.

"O que?" Beth perguntou a Ivy. "Voc tem um olhar realmente engraado em seu rosto."

"Nada ... Nada, eu s estava pensando:" Ivy respondeu.

"Voc tem feito muito isso ultimamente."

Ivy riu. "Talvez eu possa mant-lo no prximo ms, quando comear a escola."
Sua conta estava sobre a mesa. Ivy pegou sua bolsa.

"Oua", Beth disse: "Por que voc no dormi na minha casa esta noite? Ns no temos que falar.
Iremos assistir filmes, pintaremos nossas unhas, assaremos biscoitos..."

Ela meteu a ponta de seu cone em sua boca. "Biscoitos de baixas calorias", acrescentou.

Ivy sorriu, em seguida, comeou a procurar o dinheiro em sua carteira. "Eu devo ir para casa, Beth".

"No, voc no deve."

Ivy parou de procurar. Beth falou com tanta certeza.

"Eu no sei por qu", disse Beth, torcendo um pedao do cabelo dela conscientemente. "Voc no
deveria."

"Eu tenho que estar em casa", Ivy disse a ela. "Se o Philip acorda no meio da noite e acha que eu
no estou l, ele vai pensar que algo est errado."

 "Liga para ele", a amiga respondeu. "Se ele est dormindo, Gregory pode deixar uma nota em sua
cama. Voc no deve ir para casa esta noite. ...  um sentimento, um sentimento muito forte que
tenho."

 "Beth, eu sei que voc tem esses presentimentos, e um tempo antes voc estava certa, mas desta
vez  diferente. As portas sero fechadas. Gregory est em casa. Nada vai acontecer comigo".

 Beth estava olhando sobre o ombro Ivy, os olhos se estreitaram como se estivesse tentando se
concentrar em algo. Ivy se virou rapidamente e viu um homem de cabelos encaracolados em uma
camisa de boliche amarelo brilhante. Ele piscou para ela, e Ivy voltou.

"Posso ficar com voc?" Beth perguntou.

"O qu? No. No nesta noite", disse Ivy. "Eu preciso dormir um pouco, e voc precisa terminar
essa histria que eu interrompi. Este foi o trato", acrescentou ela, pegando a conta.

No estacionamento Ivy despediu-se vrias vezes, e Beth a deixou com relutncia.

Enquando Ivy voltava para casa ela pensou sobre a histria de Beth. Os detalhes do suicdio de
Caroline no tinham sido tornados pblicos, de modo que Beth no sabia nada sobre as fotos que
Caroline tinha rasgado no dia em que ela atirou em si mesma. Foi engraado a forma como Beth
saiu com as coisas em sua escrita que parecia improvvel e meio melodramtico, at que alguma
verso se tornou realidade.

Quando Ivy chegou em casa, ela viu que todas as luzes da casa estavam apagadas, exceto uma, a
lmpada no quarto de Gregory. Ela esperava que ele no tivesse notado seu carro chegando no
caminho da entrada. Ela deixou ele fora da garagem. Dessa forma, se ele ficasse preocupado, ele
podia ver que ela tinha chegado em casa com segurana. Ivy planejou subir a escada central para
que ela no teria que passar pelo seu quarto. Na parte da tarde Gregory tinha ligado para loja duas
vezes. Ela sabia que ele queria falar, e ela no estava pronta.

Era uma noite quente, a lua ainda no tinha se levantado, apenas as estrelas dispersas no cu. Ivy
olhou para elas por alguns instantes, depois caminhou calmamente pelo gramado e ptio.

"Onde voc estava?"
Ela pulou. Ela no o tinha visto sentado na sombra da casa.

"Qu?"

"Onde voc estava?"

Ivy se eriou por seu tom de voz. "Fora", disse ela.

"Voc deveria ter me ligou de volta. Por que voc no me ligou de volta. Ivy?"

"Eu estava ocupada com os clientes."

"Eu achei que voc ia voltar para casa logo aps o trabalho."

Ivy deixou cair as chaves ruidosamente sobre uma mesa de ferro fundido. "E eu pensei que no
fosse questionada sobre sair por uma hora, no por voc. Eu estou ficando cansado disso, Gregory!"

Ela podia ouvir-lhe deslocar-se na cadeira, mas no pde ver seu rosto.

"Eu estou ficando cansado de todo mundo olhando para mim! Beth no  minha me, e voc no 
meu irmo mais velho!"

Ele riu baixinho. "Estou contente de ouvir voc dizer isso. Eu estava com medo de que Eric tinha
deixado voc confusa."

Ivy baixou a cabea um pouco, depois disse: "Talvez ele tenha." Ela deu um passo em direo 
casa.

Gregory pegou seu pulso. "Precisamos conversar".

"Eu preciso pensar, Gregory".

"Ento, pense em voz alta", disse ele.

Ela balanou a cabea.

"Ivy, me escute. Ns no estamos fazendo nada de errado."

"Ento por que me sinto assim to confusa? E to desleal?"

"Por Suzanne?" ele perguntou.

"Suzanne pensa que voc est vendo algum", Ivy disse a ele.

"Eu estou", ele respondeu calmamente. "Eu s no tenho certeza se ela est me vendo .... E voc?"

Ivy mordeu o lbio. "No  apenas em Suzanne que eu estou pensando."

"Tristan".
Ela assentiu com a cabea.

Ele puxou o brao dela, puxando-a para mais perto dele. "Sente-se."

"Gregory, eu no quero falar sobre isso."

"Ento s escutar. Me ouve. Voc ama Tristan. Voc o ama como a ningum mais."

Ivy se afastou um pouco, mas ele agorrou seus dedos com fora. "Oua! Se tivesse sido voc morta
no acidente, o que queria para Tristan? Voc gostaria que ningum o amasse? Voc queria que ele
ficasse sozinho o resto da sua vida?"

"No, claro que no", disse ela.

"Claro que no", ele repetiu baixinho.

Ento ele a puxou para baixo na cadeira com ele. O metal estava frio e duro.

"Eu estive pensando em voc toda a noite e todos os dias", disse ele.

 Ele acariciou-a levemente, os dedos dele precorreram seu rosto e os ossos de seu pescoo. Ele a
beijou to suavemente como se fosse uma criana. Ela deixou, mas ela no beijo de volta.

"Eu estive esperando aqui a noite toda", disse ele. "Eu preciso sair. Que tal ir para um passeio
comigo?"

"No podemos deixar a Philip:" Ivy lembrou.

"Claro que podemos", Gregory respondeu suavemente. "Ele est dormindo. Vamos trancar a casa e
ligar o alarme externo. Podemos passear de carro um pouco. E eu no vou falarei mais , prometo."

"No podemos deixar Philip", disse ela uma segunda vez.

 "Ele vai ficar bem. No h nada de errado em dar um passeio, Ivy. No h nada de errado ligar o
som e dirigir pouco rpido. No h nada de errado em ter um bom momento."

"Eu no quero ir", disse ela.

Ela sentiu seu corpo ficou rgido.

 "No nesta noite", acrescentou ela rapidamente. "Estou cansado, Gregory. Eu realmente preciso ir
para a cama. Outra noite, talvez."

 "Tudo bem. O que voc quiser", disse ele com voz rouca e se acomodou na cadeira. "Durma um
pouco."

Ivy o deixou l e empreendeu seu caminho at a escura casa. Ela verificou em Philip, em seguida,
passou pelo banheiro de seu quarto, onde foi saudada por olhos brilhantes de Ella. Ivy ligou uma
pequena lmpada de mesa, e Ella comeou a ronronar.

"Ser que ronrona para mim", Ivy perguntou: "ou ele?"
A foto de Tristan, que a sua me lhe dera, estava dentro do crculo de luz amarela.

Ivy pegou a foto em suas mos. Tristan sorriu para ela, usando seu bon velho para trs,  claro. Sua
jaqueta escolar aberta ondulando enquanto estava caminhando em sua direo. s vezes, ela ainda
no conseguia acreditar que ele estava morto. A cabea dela sabia que ele estava, sabia que em um
sbito momento Tristan tinha parado existir, mas seu corao no o deixaria ir.

"Te amo, Tristan", disse ela, em seguida, beijou a fotografia. "Doces sonhos".



 Ivy acordou gritando. Sua voz era rouca, como se ela tivesse gritado por horas. O relgio marcava
01:15

"Est tudo bem! Voc est a salvo! Tudo bem, Ivy".

Gregory estava com os braos ao redor dela. Philip ficou ao lado da cama, agarrando Ella.

Ivy olhou para eles, e depois caiu para trs contra Gregory. "Quando isso vai parar? Quando vai
acabar este pesadelo?"

"Shh, shh. Tudo est bem".

 Mas no estava. O pesadelo continuou crescendo. Ele continuou a aumentar em detalhes,
continuamente enviando gavinhas de medo que se enroscou em lugares escuros da sua mente. Ivy
fechou os olhos, descansou a cabea dela contra Gregory.

"Por que ela continua sonhando?" Philip perguntou.

"Eu no tenho certeza", disse Gregory. "Eu acho que  parte de superar o acidente."

 "s vezes os sonhos so mensagens dos anjos", Philip sugeriu. Ele disse que os anjos rapidamente,
ento olhou para Ivy, como se pensasse que ela iria gritar com ele por falar novamente.

Gregory estudou Philip por um momento, ento, perguntou: "Anjos so bons, no so?"

Philip concordou. "Bem, se os anjos so bons", disse Gregory fundamentado ", voc acha que eles
estariam enviando a Ivy sonhos ruins?"

Philip pensou, ento abanou a cabea lentamente. "No. .. mas talvez seja um anjo mal fazendo
isso."

Ivy sentiu Gregory ficar tenso.

" apenas a minha mente fazendo isso", disse ela calmamente. " apenas a minha mente se
acostumar com o que aconteceu com Tristan e eu. Daqui a pouco, os pesadelos vo parar."

 Mas ela estava mentindo. Ela estava com medo dos sonhos nunca iria parar. E ela estava
comeando a pensar que havia algo mais neles do que ela superar a morte de Tristan.

"Eu tenho uma idia, Philip", disse Gregory. "At os pesadelos de Ivy pararem, vamos revezar
acordando e ficando com ela. Hoje a noite  a minha vez. Na prxima vez que ela  sua, ok?"

Philip olhou desconfiado de Gregory para Ivy.
"Tudo bem", disse ele finalmente "Ivy, posso levar Ella no meu quarto?"

"Claro. Ela adora abraar voc."

Ivy assistiu seu irmo, enquanto ele carregava Ella, a cabea inclinada sobre ela, com a testa
franzida ..

 "Philip", ela o chamou. "Quando eu chegar em casa do trabalho amanh, vamos fazer alguma coisa,
s eu e voc. Pense no que voc quer ... algo divertido. Est tudo certo Philip. Srio. Tudo vai dar
certo."

Ele concordou, mas ela poderia dizer que ele no acreditou nela.

"Durma bem", disse Ivy. "Voc tem Ella com voc. E o seu anjo", acrescentou.

Ele olhou para ela, os olhos arregalados de surpresa.

"Voc viu, tambm?"

Ivy hesitou.

 "Claro que no", disse Gregory respondeu por ela. Claro que no. Ivy repetiu para si mesma ... e
ainda por um momento ela quase pensou que ela sim. Ela quase podia acreditar que um anjo existia
por Philip, embora no para si mesma.

"Boa noite", disse ela baixinho.

Quando ele se foi, Gregory manteve-se prximo a Ivy e a balanou por vrios minutos. "O sonho
mesmo sonho?" disse ele.

"Sim".

" Eric ainda est nele?"

"A moto  vermelha", Ivy respondeu.

"Desejaria que eu podesse parar seus pesadelos", disse Gregory. "Se eu soubesse como, sonharia
eles todas as noites. Se eu pudesse impedi-la de passar por isso."

"Eu no acho que ningum pode par-los", respondeu ela.

Ele ergueu a cabea. "O que voc quer dizer?"

"Havia algo de novo esta noite. Da mesma forma que a moto foi acrescentada antes, algo mais foi
adicionado essa vez. Gregory, eu acho que poderia estar me lembrando de coisas. E eu acho que
poderia continuar tendo pesadelos at eu lembrar de ... algo. " Ela encolheu os ombros.

Ele puxou a cabea um pouco para trs para olhar para ela. "O que foi adicionado ao sonho?"
 "Eu estava dirigindo. A janela estava l, no consigo ver atravs das sombras. Foi essa mesma
janela, mas desta vez eu estava dirigindo em direo a ela, e no caminhando."

 Ela fez uma pausa. Ela no queria pensar nisso, no queria pensar no que a nova pea poderia
significar.

Ele a envolveu novamente. "E tudo o mais foi o mesmo?"

"No. Eu estava dirigindo o carro de Tristan."

Ivy ouviu sua aguda da respirao.

"Quando eu vi pela janela, tentei parar o carro. Eu pisei no freio, mas o carro no foi mais lento.
Ento eu ouvi a sua voz." Ivy, Pare! Voc no v. Ivy, pare! ' Mas eu no podia parar. Eu no podia
abrandar. Apertei o pedal mais e mais. Eu no tinha freio! "

Ivy sentiu frio. Os braos de Gregory estavam ao redor dela, mas sua pele estava fria de suor.

"Por que estava sem freios?" ela sussurrou. "Estou lembrando, Gregory? O que estou lembrando?"

Ele no respondeu. Ele estava tremendo tanto quanto ela.

"Fique comigo", ela implorou. "Eu tenho medo de voltar a dormir."

"Eu vou ficar, mas voc tem que dormir. Ivy".

 "Eu no posso! Eu tenho medo de comear a sonhar novamente. Me assusta! Eu no sei o que vai
acontecer!"

"Eu vou estar aqui. Eu vou acord-lo logo que voc comear a sonhar, mas voc precisa dormir.
Vou pegar algo para ajud-la."

Ele se levantou.

"Onde voc vai?" ela perguntou, em pnico.

"Shh", ele acalmou. "Eu estou indo pegar alguma coisa para ajud-la a dormir."

Ento ele pegou foto de Tristan em cima da mesa e colocou sobre a mesa de cabeceira ao lado dela.

"Eu j volto. Eu no te deixarei. Ivy, eu prometo que no vou deixar voc." Ele alisou o cabelo.
"At que esses pesadelos pararem para sempre.
Captulo 14

"Ivy, pare! Pare! Voc no v, Ivy? Ivy, pare!"

Mas ela no tinha parado. Ivy seguiu contando a Gregory o sonho, e agora ele sabia que ela estava
me lembrando mais. Talvez da prxima vez que ela se lembre de tudo... o que seja que Gregory no
quer que ningum saiba. Se houvesse uma prxima vez.

Tristan se recostou quieto no quarto de Ivy. Ele ficou louco, gritando e gritando com ela. Ele tinha
usado uma enormes quantidades de energia. Para qu? Ela sentou inquieta, com medo e esperando
pelo retorno de Gregory.

 Tristan se ergueu. Ele correu para fora do quarto e descer a escada principal da casa escura,
voltando instintivamente foi em direo  cozinha, onde Gregory estava. S a pequena luz em cima
do fogo estava ligada.A gua sibilou no bule. Gregory sentou num banco no balco, observando-o,
sua pele plida e brilhante.

Ele continuou brincando com um pacote de papel celofane que ele tinha tirado do seu bolso. Tristan
podia adivinhar o que continha e que Gregory planeja fazer a seguir. E ele sabia que, mesmo se ele
tivesse toda a sua fora agora, ele no podia venc-lo. Ele no poderia usar a mente de Gregory da
maneira que ele poderia usar a de Will. Gregory lutaria com Tristan todo o tempo, e seu corpo
humano tinha uma fora fsica cem vezes maior que a dos dedos materializados Tristan.

 Mas os dedos humanos ainda podem deslizar, Tristan pensou. Se uma pequena cpsula vermelha...
algo que Tristan poderia manipular moviria inesperadamente, Gregory podia se confundir.

Gregory tinha escolhido o ch de framboesa, talvez porque o seu sabor acentuado cobriria o gosto
de uma droga, Tristan pensou. Moveu -se cada vez mais perto de Gregory. Ele teria de materializar
os seus dedos no momento certo.

 Gregory desfez cuidadosamente o pacote de celofane e pegou duas das trs cpsulas. Tristan
estendeu a mo brilhando e comeou a concentrar-se nos dedos. A mo Gregory pairou sobre o ch
quente.

 No momento em que deixou cair, Tristan golpeou as cpsulas a distncia. Elas deslizaram atravs
da bancada. Gregory xingou e lanou a sua mo para as pegar, mas Tristan era mais rpido e atirou-
as na pia. As cpsulas prenderam na superfcie mida e Tristan teve que trabalhar novamente para
lev-los para o ralo.

Enquanto o fazia Gregory deixou cair a terceira cpsula no ch.

Agora Tristan pegou a caneca, mas Gregory colocou seus dedos firmemente ao redor dela. Ele
mexeu o lquido com uma colher e, quando a cpsula havia dissolvido, levou apara cima.

Ivy estava to aliviado ao v-lo.

"Isto deve ajudar", disse Gregory.

"No beba. Ivy!" Tristan advertiu, embora soubesse que ela no podia ouvi-lo.
Ela tomou um gole, ento abaixou a xicara e colocou a cabea dela contra Gregory.

Ele pegou a xicara de novo antes de Tristan puder pegara. "Muito quente?"

"No, isso  bom. Obrigado."

"Pare!" Tristan implorou.

Ela bebeu mais, como para asegurar Gregory que o ch estava bom.

"Eu escolhi o ch certo, no ? Tem muitos tipos l embaixo."

"Coloque-o para baixo. Ivy".

" perfeito", disse ela, e tomou mais.

"Lacey, onde est voc quando eu preciso de voc? Eu preciso da sua voz, eu preciso de algum
para lhe dizer no!"

Sempre que Ivy chegou a colocar o ch drogado de volta na mesa, Gregory tomou dela e o segurou.
Ele se sentou na cama com ela, um brao ao redor dela, levantando a outra a xcara aos lbios.

"Um pouco mais", ele persuadiu.

"No!" Tristan chorou.

"Como voc se sente?" ele perguntou minutos depois.

 "Sonolenta . Estranha. sem medo ... apenas estranha. Eu sinto que algum est aqui, olhando para
ns", disse ela, olhando ao redor do quarto.

"Eu estou aqui. Ivy!"

Gregory ofereceu-lhe o ltimo bocado de ch.

"No h nada para se preocupar", disse ele. "Eu estou aqui por voc, Ivy".

Tristan lutava para manter-se calmo. Uma cpsula provavelmente no iria mat-la, ele argumentou.

Ser que Gregory tinha encontrado outro pacote que Tristan tinha jogado atrs do gabinete? Ser
que ele planejou dopar-la um pouco, em seguida, dar-lhe o resto?

"Lacey, eu no posso salvar ela sozinho!"

 Will, Tristan pensou, vai encontrar Will. Mas quanto tempo levaria? Ivy fechou os olhos
lentamente.

"Durma", Gregory estava dizendo mais e mais. "No h nada de ter medo enquanto dormi."

 Ivy fechou os olhos, ento a cabea dela caiu. Gregory no se preocupou em pegar ela. Ele a
empurrou para o lado e deixe-a cair contra o travesseiro.
Sem perceber, Tristan comeou a chorar. Ele passou os braos em torno de Ivy, embora ele no
podesse segurar. Ela estava muito longe dele, e a merce de Gregory, tambm, afundando mais e
mais em um sono anormal. Tristan chorava desesperadamente.

Gregory levantou-se bruscamente e saiu da sala.

Tristan sabia que tinha de pedir ajuda, mas no podia deixar Ivy sozinho por muito tempo.

Philip. Era sua nica chance. Tristan correu para o quarto seguinte.

Ella se tornou alerta logo que ele entrou.

"Me ajuda, Ella. Precisamos fazer com que ele desperte, apenas o suficiente para me deixar entrar"

Ella subiu no peito de Philip, cheirou o seu rosto, ento miou.

Os olhos de Philip abriram. Sua mo pequena estendeu a mo e coou preguiosamente Ella.

Tristan imaginava quo suave que o gato sentiu Philip. Um segundo depois, ter compartilhado os
seus pensamentos, ele escorregou para dentro do menino.

"Sou eu, Philip. Seu amigo, seu anjo, Tristan."

 "Tristan", murmurou Philip, e de repente eles estavam sentados em frente um ao outro com um
tabuleiro de dama entre eles. Philip pulou a pea de Tristan."

Tristan havia cado em uma memria ou um sonho tecidos a partir de uma memria. Ele lutou para
o tirar o sonho. "Acorda, Philip.  Tristan. Acorde. Preciso de sua ajuda. Ivy precisa de sua ajuda."

Tristan podia ouvir Ella ronronar de novo e viu o rosto dela, perto do seu, apesar de tudo estivesse
embaado. Ele sabia que Philip estava ouvindo e acordando lentamente.

"Venha, Philip. Esse  o jeito, amigo."

Philip estava olhando para as esttuas de anjo agora. Ele estava se perguntando, mas ele no estava
com medo. Seus braos e as pernas ainda me sentia relaxado. To longe, to bom.

 Ento Tristan ouviu o barulho no corredor. Ele ouviu passos de Gregory, mas Gregory estava
andando estranhamente, pesadamente.

"Levanta-te, Philip! Temos que ver!"

Antes que Philip podesse despertar a si mesmo, Gregory estava descendo as escadas. Um momento
depois, uma porta de fora bateu.

"Coloque seus sapatos. Seus sapatos!"

O motor de um carro roncou. Tristan reconheceu velho Dodge de Ivy. Seu corao se afundou.
Gregory tinha Ivy com ele. Onde voc est levando? Onde?

"Eu no sei", disse Philip com uma voz sonolenta.
Pense. Que seria fcil para ele? Tristan disse para si mesmo.

"Eu no sei", Philip resmungou.

Com Ivy drogada, seria fcil planejar um acidente. De que tipo? Como e onde ele estava indo faz-
lo? Deve ter indcios em seu quarto, uma dica na recortes de jornal.

Tristan de repente lembrou-se da programao do trem. Lembrou-se do olhar estranho no rosto de
Gregory quando ele encontrou o calendrio no cho. Gregory havia circulado no trem noturno,
aquele que parou em Tusset. Ento, ele tinha feito alguns clculos, escrita estabelece um tempo, e
marcou duas vezes. 02:04. Isso deveria estar correto... Tristan sabia que o trem percorreu sua
estao de poucos minutos depois de duas manhs. Apressado! No para em estaes pequenas,
como Stonehill, que seria abandonada aps a meia-noite. Eles tinham de det-lo!

"Ele olhou para relgio digital de Philip. 01:43

"Philip, vamos l!"

 O menino estava cado na cadeira, com apenas um cadaro amarrado. Seus dedos eram
desajeitados quando ele tentou amarrar o outro. Ele mal conseguia ficar de p, e se movia
lentamente pelo corredor com Tristan guiando. Tristan escolheu a escada central, onde havia uma
grade para pendurar. Eles fizeram isso com segurana at o final, em seguida, Tristan guiou ao redor
da porta traseira, que Gregory havia deixado aberta. Como se ele tivesse um relgio dentro dele,
Tristan sentia a cada segundo passando.

Eles nunca conseguiu chegar a tempo a p, a longa entrada para o cume na direo oposta da
estao. Chaves. Poderia encontrar as chaves para o carro de Gregory? Se ele fez, ele poderia
materializar os dedos ... Mas e se perdessem todo o tempo procurando as chaves que Gregory tinha
com ele?

"Por outro lado, Philip." Tristan girou Philip. Era um atalho perigoso, mas sua nica chance: o lado
ngreme e rochosa da serra, o qual estava justo em cima da estao.

 Depois de alguns passos, o ar fresco da noite reviveu Philip. Atravs dos olhos do menino e as
orelhas, Tristan tomou conhecimento das sombras da noite prateada e sons de farfalhar. Ele tambm
estava se sentindo mais forte. Com a urgencia de Tristan, Philip comeou a correr pelo gramado.
Eles correram passado no campo de tnis, depois de quarenta metros mais para o limite da
propriedade, a borda, onde a terra de repente terminava.

"Eles estavam se movendo mais rpido do que uma criana poderia fazer, com seus poderes
combinados. Tristan no sabia quanto tempo a sua fora renovada iria aguentar, e ele no estava
certo de que ele poderia lev-los de forma segura para o lado ngreme da serra. E parecia ter levado
um tempo para chegar at aqui.

Sentiu um momento de resistncia, quando ele e Philip escalaram o muro de pedra que marca o fim
da propriedade.

"Eu no devo", disse Philip.

"Tudo bem, voc est comigo.
 "Bem abaixo deles, ele poderia ver a estao de trem. Para chegar a ela teria que descer uma
encosta onde o apoio eram s as razes de algumas rvores e algumas bordas estreitas de pedra.
Ocasionalmente apareciam arbustos na superfcie rochosa, mas a maioria era esburacada de terra
com uma cascata de pedras que caram no mais leve toque de p.

"Eu no estou com medo", disse Philip.

"Eu fico feliz que um de ns no est.

"Eles escolheram o seu caminho lentamente e com cuidado para baixo. A lua tinha saido tarde e
suas sombras eram longas e confusas. Tristan teve de verificar continuamente a si mesmo,
lembrando-se que as pernas que usando eram mais curtas, os braos no conseguiam chegar to
longe.

 Eles foram at a metade quando ele calculou mal. Seu salto foi demasiado curto, e eles ficaram
muito longe de uma estreita faixa de rocha. A partir da borda, era uma queda oito metros, com nada
alm de pedras para golpe-los da parte de cima, antes de cairem. Eles vacilam. Tristan se retraiu,
ocultando os seus pensamentos e instintos, deixando que Philip terminasse. Era o sentido natural de
Philip de equilbrio, que os salvaria.

 Enquanto eles desciam, Tristan tentou no pensar em Ivy, embora a imagem de sua cabea
pendurada por cima do ombro como uma boneca mole passou por sua mente. E enquanto ele estava
consciente do tempo passando.

"O que  isso?" Philip perguntou , sentindo preocupao de Tristan.

"Continue. Te conto mais tarde.

"Tristan no poderia deixar Philip saber quanto perigo Ivy estavacorrendo. Ele camuflou certos
pensamentos, escondendo da conscincia de Philip a identidade Gregory e suas intenes. Ele no
tinha certeza de como Philip tratar a informao, se ele entrasse em pnico sobre Ivy ou mesmo
tentar defender Gregory.

Eles estavam em baixo agora, correndo pela grama alta e as ervas daninhas, tendo um rastro de
pedras. Philip torceu o tornozelo, mas ele continuou.  frente deles estava uma cerca de arame alto.
Atravs dela, viram a estao.

A estao tinha duas faixas lado a lado, norte e sul, cada uma com sua prpria plataforma. As
plataformas so conectadas por uma ponte elevada sobre as pistas. No lado sul, que era o mais
rpido para Philip e Tristan, havia uma casa estao de madeira e um estacionamento. Tristan sabia
que o trem noturno ia para sul.

 Bem quando eles chegaram na cerca Tristan ouviu os sinos de uma igreja da cidade, badalar uma
vez, duas vezes. Duas horas.

"A cerca  muito alta, Tristan."

"Pelo menos no  eltrica."

"Ns podemos descansar?"

Antes de Tristan pudesse responder, um trem apito a distncia.
"Philip, temos que alcanar o trem!"

"Porqu?"

"Ns temos fazer. Suba!"

 Philip fez, cavando os dedos nos orifcios da tela de arame, esticando e segurando com os dedos,
puxando-se. Eles estavam no topo da cerca de trs metros de altura. Ento Philip saltou. Eles
bateram no cho e rolaram.

"Philip!"

"Eu pensei que voc tivesse asas. Devias ter asas."

"Bem, voc no tem!" Tristan o lembrou.

O apito soou novamente, desta vez mais perto. Eles correram para a primeira plataforma. Quando
eles subiram em cima dela, eles podiam ver toda a estao.

Ivy.

"Algo est errado com ela", disse Philip.

Ela estava de p sobre a plataforma sul, encostada em um pilar na borda da plataforma. Sua cabea
pendia para um lado.

"Ela poderia cair! Tristan, um trem est vindo e...." Philip comeou a gritar. "Ivy! Ivy!"

Ela no o ouviu.

"Os degraus", disse Tristan .

Eles correram para eles, ento atravessaram a ponte e desceram pelo outro lado.

Eles podiam ouvir o barulho do trem se aproximando. Philip continuou chamando por ela, mas Ivy
olhavam fixamente o trilho, hipnotizada. Tristan segui o olhar dela... ento ele e Philip congelaram.

"Tristan? Tristan, onde est voc?" Philip perguntou com uma voz em pnico. "

Aqui. Estou aqui. Eu ainda estou dentro de voc.

" Mas mesmo a Tristan o parecia como se ele estivesse ali, do outro lado do trilho. Tristan olhou
para a imagem de si mesmo que estava nas sombras da plataforma norte. A estranha figura estava
vestida com um casaco da escola, como o Tristan usava na fotografia, e tinha um bon de beisebol
antigo virado para trs. Tristan o olhou, to fascinados pela figura como Ivy e Philip.

"Esse no sou eu", disse a Philip. "No se deixe enganar.  outra pessoa vestida como eu."

Gregory, disse para si mesmo.

"Quem ? Por que ele est vestido como voc?"
Eles viram uma mo plida sair das sombras para a luz da lua clara. A figura acenou para Ivy,
incentivando-a, puxando-a atravs do trilho.
O trem estava andando em direo a eles agora, o seu farol dianteiro iluminava o caminho diante
deles, o seu apito soou em uma advertncia final.

Ivy no deu ateno a ele. Ela foi atraida  mo como uma mariposa ao fogo cintilante. Manteve-se
acenando a ela. De repente, ela estendeu a sua prpria mo e deu um passo adiante.

"Ivy!" Tristan gritou. Philip gritou. "Ivy! Ivy, no!"




Fim...




Prximo volume de "Beijada por um Anjo"
              Alma Gmeas -

Download: http://www.4shared.com/document/ZDH57Kdg/Beijada_por_um_anjo_-
_Vol_3_-_.html


